FILÓSOFAS EM QUARENTENA

INTRODUÇÃO AO FEMINISMO

CURSO ON LINE

A Rede Brasileira de Mulheres Filósofas apresenta o seu primeiro curso online.

 

Totalizando 20 (vinte) horas, o curso Introdução ao Feminismo terá seis aulas, cada uma ministrada por uma professora especialista que abordará temas da teoria feminista no Brasil e na América Latina. O curso será gratuito, oferecido na modalidade à distância pela Plataforma https://meet.google.com/ e poderá ser realizado de qualquer lugar do Brasil com acesso à internet. Após a participação em pelo menos 75% das aulas, as(os) participantes poderão solicitar certificado.

 

Coordenação: Profa. Dra. Rita de Cássia Fraga Machado – Universidade do Estado do Amazonas (UEA)

Período: 15/04 a 20/05/2020

Horário: quartas-feiras das 18h às 20h30 (BSB)

Inscrições: encerraram-se em 13/04 às 10:00hs.

Acompanhe o curso registrando-se em nosso canal.

1. CRONOGRAMA

 

AULA 01 – 15/04 – Introdução ao Feminismo – Dra. Ilze Zirbel, UFSC

 

AULA 02 – 22/04 – Feminismo Marxista – Dra. Rita Machado, UEA 

 

AULA 03 – 29/04 – Feminismo Negro – Dra. Halina Leal, FURB

 

AULA 04 – 06/05 – Feminismos Indígenas – Dra. Lia Pinheiro Barbosa, UECE

 

AULA 05 – 13/05 – Estética Feminista – Dra. Carla Damião, UFG

AULA 06 – 20/05 – Feminismos Subalternos – Dra. Susana de Castro, UFRJ 

 

2. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

 

BARBOSA, Lia Pinheiro. Florescer dos Feminismos na luta das mulheres indígenas e camponesas na América Latina. Revista NORUS, vol.7, n. 11, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/NORUS/article/view/17048 

CISNE, Mirla. Feminismo e marxismo: apontamentos teórico-políticos para o enfrentamento das desigualdades sociais. Serviço Social & Sociedade, São Paulo, n. 132, p. 211-230, mai/ago. 2018. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/sssoc/n132/0101-6628-sssoc-132-0211.pdf

GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo latino-americano. Caderno de formação política do círculo palmarino n.1: batalha de ideias. Brasil, 2011. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/271077/mod_resource/content/1/Por%20um%20feminismo%20Afro-latino-americano.pdf

LUGONES, María. Colonialidad y género. Tabula Rasa. Bogotá - Colombia, No.9: 73-101, julio-diciembre 2008. Disponível em: https://www.revistatabularasa.org/numero-9/05lugones.pdf

QG FEMINSTA. Existem “vertentes” no feminismo? QG Feminista. 05 de março de 2018. Disponível em: https://medium.com/qg-feminista/quais-s%C3%A3o-as-principais-vertentes-do-feminismo-ae26b3bb6907

QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder: eurocentrismo e América Latina. In:_____. A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005. Disponível em: http://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/sur-sur/20100624103322/12_Quijano.pdf

ROELOFS, M. “Estética, endereçamento e ‘sutilezas’ raciais”. In: DAMIÃO, C.M/ALMEIDA, F.F. Estética em Preto e Branco. Goiânia, Editora Ricochete. Disponível em: 

https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/688/o/Estetica_em_Preto_e_Branco_-_ebook_final.pdf

SACAVINO, Susana.  Tecidos feministas de Abya Yala: Feminismo Comunitário, Perspectiva Decolonial e Educação Intercultural. Uni-Pluri/Versidade, vol. 16. n. 2, 2016. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/ecbc/2781b69219ecd75f03335906b2b2e62987b6.pdf 

 

3. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

 

AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade.São Paulo: Pólen, 2019.

BALLESTRIN, Luciana. América Latina e o giro decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política, 2013, n.11, pp.89-117. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-33522013000200004&script=sci_abstract&tlng=pt

CARNEIRO, Sueli. Racismo, Sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro Edições, 2011

CISNE, Mirla. Marxismo: uma teoria indispensável à luta feminista. In: 4º Colóquio Marx e Engels, 2005, Campinas/SP. 4º Colóquio Marx e Engels, 2005.

COLLINS, Patrícia Hill. Pensamento Feminista Negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento; tradução Jamile Pinheiro Dias. 1 ed. São Paulo: Boitempo, 2019.

DAMIÃO, C.M. “O sublime revisitado sob perspectivas feministas”. In: FREITAS, V./COSTA, R./PAZETTO, D. O trágico, o sublime e a melancolia. Belo Horizonte, Editora Relicário, 2016.

DAVIS, Angela. Mulheres, Raça e Classe; tradução Heci Regina Candiani. 1 ed. São Paulo: Boitempo, 2016.

DE CASTRO, Susana. “Condescendência: estratégia pater-colonial de poder”. In: Hollanda, Heloisa Buarque de (org.). Pensamento Feminista Hoje: perspectivas Decoloniais. Rio de Janeiro: bazar: 2020.

DESCARRIES, Francine. Teorias Feministas: Liberação e Solidariedade no Plural. Textos de História, Revista do Programa de Pós-graduação em História Da UnB., vol. 8, no 1, p. 09-45, 2000. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/textos/article/view/27802

FANON, Frantz. Peles Negras, Máscaras Brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.

FEDERICI, Silvia. Calibã e a Bruxa. Mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Elefante, 2019.

GONZALEZ, Lélia, HASENBALG, Carlos. Lugar de Negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982.

GROSFOGUEL, Ramón. “Para uma visão decolonial da crise civilizatória e dos paradigmas da esquerda ocidentalizada”. In: Bernadino-Costa, Joaze et ali (org.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.

HOOKS, bell. E eu não sou uma mulher? Mulheres negras e feminismo; tradução Bhuvi Libanio. 1 ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2019. 

_________. Teoria Feminista: da margem ao centro; tradução Rainer Patriota. – São Paulo: Perspectiva, 2019. (originalmente publicado em 1984).

HUXLEY, A. Admirável mundo novo. São Paulo: Globo, 2014.

KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação: Episódios de racismo cotidiano; tradução Jess Oliveira. 1 ed. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.

LEAL, Halina. Da/os outra/os para si, mulheres negras e laços sociais. Correio APPOA. N. 292, outubro de 2019.

MALDONATO-TORRES, Nelson. “Analítica da colonialidade e da decolonialidade: algumas dimensões básicas”. In: Bernadino-Costa, Joaze et ali (org.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.

MIÑOSO, Yuderkys Espinosa. “De por qué es necessário um feminismo descolonial: diferenciación, dominación co-constitutiva de la modernidade occidental y el fin de la política de la identidade”. Solar, Lima, v.12, n.1, p.141-171. Disponível em: http://revistasolar.org/wp-content/uploads/2017/07/9-De-por-qu%C3%A9-es-necesario-un-feminismo-descolonial...Yuderkys-Espinosa-Mi%C3%B1oso.pdf

MORAES, Maria Lygia Quartim de. Marxismo e feminismo: afinidades e diferençasCrítica Marxista, São Paulo, v. 1, nº 11, p. 89-97, jan.2000. 

MORRISON, Toni. A origem dos outros: seis ensaios sobre racismo e literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala?; Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017.

_____________. Quem tem medo do feminismo negro? São Paulo: Companhia das Letras, 2018.

ROELOFS, M. The Cultural Promisse of the Aesthetic. London/New York: Bloomsbury, 2014.

4. QUEM SOMOS

CARLA MILANI DAMIÃO é professora associada na Faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Goiás, dos Programas de Pós-Graduação em Filosofia (PGFIL) e Arte e Culturas Visuais (PPGACV) na mesma Universidade. Publicou e organizou livros, sendo o último Estéticas Indígenas. Atua principalmente na área de Estética e Filosofia da Arte e participa com entusiasmo das discussões feministas como membro fundadora do GT de Filosofia e Gênero da ANPOF. Lattes: http://lattes.cnpq.br/2366404598683251

HALINA MACEDO LEAL é Bacharel em Filosofia pela UFRGS (1998), Mestre em Filosofia pela UFSC (2001) e Doutora em Filosofia pela USP (2005), com estágio na Universidade de Stanford, Califórnia. Possui Pós-Doutorado em Filosofia pela UNIOESTE (2014).  Professora da FURB e líder do GENERA - Grupo Interdisciplinar de Pesquisas em Gênero, Raça e Poder, FURB. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5698575555739025

ILZE ZIRBEL é formada em História e Teologia, com mestrado em Sociologia Política e doutorado em Filosofia. Atualmente faz seu pós-doutorado em Filosofia na Universidade Federal de Santa Catarina e participa do projeto “Uma filósofa por mês”. Questões e teorias feministas têm sido seu fio condutor em meio a interdisciplinaridade de sua trajetória, com ênfase em Ética, Teoria Política, História da Filosofia e Epistemologia. Lattes:  http://lattes.cnpq.br/8740728758861601 

LIA PINHEIRO BARBOSA é Socióloga e Doutora em Estudos Latino-Americanos. Docente na Universidade Estadual do Ceará (UECE), no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e no Mestrado Acadêmico Intercampi em Educação e Ensino (MAIE). Pesquisadora do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO), no GT Economía Feminista Emancipatoria. Líder do Grupo de Pesquisa Pensamento Social e Epistemologias do Conhecimento na América Latina e Caribe. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3858914223581195

 

RITA DE CÁSSIA FRAGA MACHADO é feminista, professora na Universidade do Estado do Amazonas, pesquisadora associada à ANPOF (Associação Brasileira de Pós-Graduação em Filosofia) e compõe o núcleo estruturante do GT de Filosofia e Gênero. É Militante da Marcha Mundial das Mulheres Brasil. Tem diversas produções nos Estudos Feministas. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8882999172098781

SUSANA DE CASTRO é Professora associada do departamento de filosofia da UFRJ e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFRJ. Coordenadora do Laboratório Antígona de Filosofia e Gênero. Autora dos livros Filosofia e Gênero (7Letras, 2014) e As mulheres das tragédias gregas: poderosas? (Manole, 2011), e do capítulo “Condescendência: estratégia pater-colonial de poder” (In: Hollanda, Heloisa Buarque, org. Pensamento feminista Hoje: Perspectivas decoloniais, Bazar, 2020), entre outros. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7714162590268606

5. Referências Bibliográficas da aula introdutória ao feminismo

 

Referências Bibliográficas da aula introdutória ao feminismo

 

Observações iniciais: Nesta lista é possível encontrar alguma dica sobre alguns dos temas apresentados na aula. A lista está longe de ser completa, mas pode ser um pontapé-inicial para leituras futuras. Há textos mais densos e outros mais curtos. Muitos textos são encontrados na internet. 

 

Observações relativas ao vídeo: 

1. Aos 8 min. o livro de bell hooks do qual falo (que pretende ser um livro “para se ter à mão”) é “O feminismo é para todo mundo”, Ed. Rosa dos Tempos, 2018.

2. Agradeço Camila Rosa pelo uso de algumas das suas ilustrações para esta aula.

3. A pintura de Harmonia Rosales que aparece aos 1:16:39 foi retirada da página Harmonia Rosales: Black Femininity in Classical Artworks - Los Angeles Art College | Fine Art | Concept Art | Degrees | Community Classes

 

1. Sobre feminismo (alguns textos básicos, alguns mais densos)

 

1.1. Sobre o termo “feminismo:

POTTER, Michelle. The etymology of “feminism”. Media Theory and Critiscism, 05 de maio de 2017. Disponivel em: <https://medium.com/media-theory-and-criticism-2017/the-etymology-of-feminism-4ca3caec9ad0>

WEISS, Suzannah. What Does "Feminism" Mean? A Brief History Of The Word, From Its Beginnings All The Way Up To The Present. Bustle. 15 de dezembro de 2015. Disponível em: https://www.bustle.com/articles/129886-what-does-feminism-mean-a-brief-history-of-the-word-from-its-beginnings-all-the-way>

 

1.2. Textos introdutórios:

ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Companhia das Letras, 2019.

ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Para educar crianças feministas. Um manifesto. Companhia das Letras, 2017.

ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Sejamos todos feministas. Companhia das Letras, 2015.

ARRUZZA, C.; BHATTACHARYA, T.; FRASER, N. Feminismo para os 99%: um manifesto. Tradução: Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2019.

FURIOSA. Feminismos fragmentados. Ou: é correto falar em feminismos? QG Feminista,19 de fevereiro de 2019. Disponível em: <https://medium.com/qg-feminista/feminismos-fragmentados-775dd3e50d8>

hooks, bell. Eu não sou uma mulher?  Rosa dos Tempos, 2019. 

hooks, bell. O feminismo é para todo mundo. Políticas arrebatadoras. Rosa dos Tempos, 2000.

hooks, bell. Teoria Feminista. Da margem ao centro. São Paulo: Perspectiva, 2019.

NOBRE, Andreia. Conceitos Feministas que todos deveriam conhecer. QG Feminista, 08 de setembro de 2019. Disponível em: <https://medium.com/qg-feminista/conceitos-feministas-que-todos-deveriam-conhecer-333ccb701715

OFFEN, Karen. Defining Feminism: A Comparative Historical Approach. Signs, Vol. 14, no. 1, p. 119-157, 1988.

RIOT-SARCEY, Michèle. Histoire du féminisme. Paris: La Découverte, 2002.

SANTOS, Cila.  O que é o feminismo? Pergunta fácil, resposta difícil, QG Feminista, 21 de maio de 2018. Disponível em: <https://medium.com/qg-feminista/o-que-%C3%A9-o-feminismo-630886ab3abf>

SPINELLI, Letícia Machado. O potencial Crítico da Teoria Política Feminista: gênero enquanto categoria de análise. Revista Feminismos, Vol.6, no 3, 2018.

THOMPSON, Denise. Feminismo Indefinido.  Disponível em: < https://we.riseup.net/radfem/feminismo-indefinido-denise-thompson>

THOMPSON, Denise. Radical Feminism Today. Londres: SAGE, 2001 (há um “fichamento” desse livro disponível em português e na internet com o título: Compreendendo o Feminismo. No site Megalopolis, 2001. 

TIBURI, Marcia. Feminismo em comum: para todas, todes e todos. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2018.

 

2. Sobre as “ondas feministas”: 

 

CAZARRÉ, M. A quarta onda do feminismo nasce em 2015. Revista Brasileiros. Disponível em: <http://brasileiros.com.br/2016/01/quarta-onda-feminismo-nasce-em-2015>.

DE LEÓN, Victoria Sendón. Nosotras las mujeres: El feminismo postgénero de la Cuarta ola. Mujeres en Red, Claves de feminismo. Disponível em: <http://www.mujeresenred.net/spip.php?article2355>

EVANS, Elizabeth The Politics of Third Wave Feminisms: Neoliberalism, Intersectionality, and the State in Britain and the US. London: Palgrave Macmillan, 2015.

EVANS, Elizabeth. The Politics of Third Wave Feminisms.

FURIOSA. O que sao as ondas do feminismo? QG Feminista. Disponível em:<https://medium.com/qg-feminista/o-que-s%C3%A3o-as-ondas-do-feminismo-eeed092dae3a>

GONZALES, Mariana. Quarta onda do feminismo é tipicamente latino-americana, diz fundadora do Ni Una Menos. Revista Cult, novembro de 2017.

KIRA, Cochrane. The Fourth Wave of Feminism: Meet the Rebel Women. The Guardian, 10 de dezembro de 2013. 

MATOS, Marlise. Quarta onda feminista e o Campo crítico-emancipatório das diferenças no Brasil: entre a destradicionalização social e o neoconservadorismo político. Encontro Anual da ANPOCS, 2014. Anais. Caxambu, 2014.

MATOS, Marlise. Quarta onda feminista e o Campo crítico-emancipatório das diferenças no Brasil: entre a destradicionalização social e o neoconservadorismo político. ANOCS, Anais do 38o Encontro Anua da ANPOCS, 2014. 

PEREZ, olívia e RICOLDI, Arlene. A quarta onda do feminismo? Reflexões sobre movimentos feministas contemporâneos. Comunicação, GT8 - Democracia e desigualdades, 42º Encontro Anual da ANPOCS, Caxambu, 2018.

RODRIGUES, Carla. Dossiê: A quarta onda do feminismo. Revista Cult, junho de 2017.

SANTOS, Magda Guadalupe. Os feminismos e suas ondas. Cult, no 219 (Dossiê: A Quarta Onda do Feminismo), dez./2016.

WALKER, Rebecca. “Becoming the Third Wave”, Ms., 1992. Disponível em: <https://msmagazine.com/2002/05/04/becoming-the-third-wave/>

ZANETTI, Julia Paiva. Jovens feministas do Rio de Janeiro: trajetórias, pautas e relações intergeracionais. Cadernos Pagu (36), janeiro-junho de 2011, p. 47-75.

ZERBISIAS, Antonia. “Feminism's Fourth Wave is the Shitlist”. NOW Toronto. 16 de setembro de 2015.

 

3. Feminismo no Brasil: 

 

COSTA, A. O movimento feminista no Brasil: dinâmicas de uma intervenção política. Revista Labrys, Estudos Feministas, Brasília, vol. 7, p. 09-36, 2005.

FELGUEIRAS, A. C. L. Breve Panorama Histórico do Movimento Feminista Brasileiro: das Sufragistas ao Ciberfeminismo, Revista Digital Simonsen, nº 6, p. 108-121, 2017.

HOLANDA, Heloisa Buarque de. Explosão Feminista. Arte, Política, Cultura e universidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.  (sobre a 4a onda feminista no Brasil)

MATOS, Marlise. A Quarta onda feminista e o Campo crítico-emancipatório das diferenças no Brasil: entre a destradicionalização social e o neoconservadorismo político. ANPOCS, Caxambu: 38o Encontro Anual da ANPOCS, p. 1-28, 2014 

PINTO, C. Uma História do Feminismo no Brasil. São Paulo: Ed. Perseu Abramo, 2003.

SILVA, R.; PEDRO, J. Sufrágio à brasileira: uma leitura Pós-Colonial do Feminismo no século. Caderno Espaço Feminino, Uberlândia, v. 29, no 2, p.1981-3082, 2016.

ZIRBEL, Ilze. Estudos Feministas e Estudos de Gênero no Brasil: Um debate. Dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política. Universidade federal de Santa Catarina - UFSC, Florianópolis, 2007. (Cap 1 e 2).

 

4. As Correntes/vertentes feministas: 

 

AGUIAR, Ione. Qual e o seu feminismo? Conheça as princiais vertentes do movimento. Huffpost Brasil, 14 de junho de 2015. Disponível em: <https://www.huffpostbrasil.com/2015/06/14/qual-e-o-seu-feminismo-conheca-as-principais-vertentes-do-movim_n_6788376.html>

AMORÓS, Célia. ALVAREZ, Ana de Miguel. Introdución: Teoría Feminista y Movimientos Feministas. In. Teoría Feminista - de la Ilustración a la Globalización: De la Ilustración al segundo sexo, Vol.1, Madrid: Minerva Ediciones, p. 13-89, 2010. 

DESCARRIES, Francine. Teorias Feministas: Liberação e Solidariedade no Plural. Textos de História, vol.8, no1, 2000.

QG Feminista. Existem “vertentes” no feminismo? Março de 2018. Disponível em: https://medium.com/qg-feminista/quais-s%C3%A3o-as-principais-vertentes-do-feminismo-ae26b3bb6907>

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Obs: várias vertentes não estão aqui indicadas (feminismo socialista, feminimos indigenas, ecofeminismo, feminismo da diferença, feminismo da igualdade, feminismo liberal, feminismo da deficiencia...), inclusive porque espera-se poder apresentar uma aula sobre algumas delas.

 

5. Feminismo radical e conceito de patriarcado

 

AGUIAR, Neuma. Perspectivas Feministas e o conceito de patriarcado na sociologia clássica e no pensamento sociopolítico brasileiro. In:Gênero e ciências humanas: desafio às ciências desde a perspectiva das mulheres. Rio de janeiro: Editora Rosa dos Tempos, p. 161-191, 1997.

AMORÓS, Célia. Hacia una crítica de la razón patriarcal. Barcelona: Anthropos, 1985. Disponível em: http://bibliotecafeminista.com/hacia-una-critica-la-razon-patriarcal/. Acesso em: 10 dez. 2017. 

DELPHY , Cristine. Patriarcado (teorias do). Em: HIRATA, Helena [et al_] (orgs.). Dicionário Crítico do Feminismo. Sao Paulo: Editora UNESP, 2009.

DELPHY, Christine. Le patriarcat, le féminisme et leurs intellectuelles. Nouvelles Questions Féministes, no 2, Féminisme: quelles politiques? p. 58-74, out. 1981.

DWORKIN, Andrea. A causa Raiz. Arquivo Radical. 21 de abril de 2017. Disponível em: <https://arquivoradical.wordpress.com/2017/04/21/a-causa-raiz/>.

FIRESTONE, Shulamith. A dialética do sexo: um estudo da revolução feminista, v. I. Trad. de Vera Regina Rabelo Terra. Rio de Janeiro: Editorial Labor do Brasil, 1970.

MIRANDA, Jéssica. Breve introduçào ao feminismo radical. QG Feminista, 2018. Disponível em: <https://medium.com/qg-feminista/breve-introducao-ao-feminismo-radical-186bb226be40>

MORGANTE, Mirela Marin; NADER, Maria Beatriz. O patriarcado nos estudos feministas: um debate teórico. In: Encontro Regional de História da Anpuh-Rio, 16. Anais, p. 1- 10, 2014.

NASCIMENTO, Isabel. Introdução básica ao feminismo – feminismo radical. Todas Fridas. 09 de janeiro de 2017. Disponível em: <https://www.todasfridas.com.br/2017/01/09/introducao-basica-ao-feminismo-feminismo-radical/>

Radical HUB. Cartilha Feminista Radical. 26 de abril de 2017. Disponível em: <https://arquivoradical.wordpress.com/2017/04/26/cartilha-feminista-radical-pt-1/>

ROWLAND, Robyn e KLEIN, Renate. Radical feminism: History, politics, Action. Disponível em: <https://materialfeminista.milharal.org/files/2013/07/Radical-Feminism-History-Politics-Action-Robin-Rowland-Renate-Klein-parte.pdf>. O Blog QG Feminista possui uma tradução livre desse material em português. Disponível em: <https://medium.com/qg-feminista/feminismo-radical-hist%C3%B3ria-pol%C3%ADtica-a%C3%A7%C3%A3o-5f12590c080d>

SILVA, Elizabete Rodrigues da. Feminismo radical: pensamento e movimento. In: Revista Onioeste, v. 2, no 3, 2008.

WALBY, Silvia. Theorizing patriarchy. Oxford, Brasil Blackwell, 1990.

 

6. Feminismo negro:

 

FERNANDES, Danubia de Andrade. O gênero negro: apontamentos sobre gênero, feminismo e negritude. Estudos Feministas. Florianópolis, 24, no 3, p. 691-713, setembro/dezembro, 2016. 

hooks, bell. Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra. Editora Elefante, 2019.

MORAIS, Yasmin. O que é feminismo negro? QG Feminista. Disponível em:< https://medium.com/qg-feminista/feminismo-negro-uma-breve-hist%C3%B3ria-85469d357215>.

GONZÁLEZ, Lélia. “Racismo e sexismo na cultura brasileira”. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, p. 223-244, 1984. 

RIBEIRO, L. Feminismo negro: para além de um discurso identitário. Cult, no 219 (Dossiê A Quarta Onda do Feminismo), dez./2016.

VIANA, Elizabeth do Espírito Santo. Lélia Gonzalez e outras mulheres: Pensamento feminista negro, antirracismo e antissexismo. Revista da ABPN, vol.1, no1, mar-jun 2010. 

 

6.1. Sobre Sojourner Truth: 

FONSECA, Luciana Carvalho. Direitos das Mulheres: os discursos de Sojourner Truth em tradução. Migalaw English. Disponível em: <https://www.migalhas.com.br/coluna/migalaw-english/307474/direitos-das-mulheres-os-discursos-de-sojourner-truth-em-traducao

TRUTH, Sojourner. Sem título. [indicado, posteriormente, como “Iin't I a Woman?”]. Library of Congress. Chronicling America, Anti-slavery bugle, junho de 1851, p. 160, imagem 4. Disponível em: < https://chroniclingamerica.loc.gov/lccn/sn83035487/1851-06-21/ed-1/seq-4/>

 

7. Feminismo lésbico:

 

CHELLA, Bianca. Feminismo Lésbico Radical ou Lesbianismo Político. (Tradução de Sisterhood is Powerful). QG Feminista. 24 de novembro de 2016. Disponível em: <https://medium.com/@bnclla/feminismo-l%C3%A9sbico-radical-ou-lesbianismo-politico-c307139bb303>

HOAGLAND, Sara. Lesbian Ethics: Towards a New Value, 1988.

RICH, Adrienne. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. Bagoas, no 5, p. 17-44, 2010.

SOARES, Gilberta e COSTA, Jussara. Movimento lésbico e Movimento feminista no Brasil: recuperando encontros e desencontros, Revista labrys, Estudos Feministas, janeiro-junho de 2012 (on line). 

WITTIG, Monique. O pensamento hetero: heterossexualidade Compulsória e a Existência Lesbiana. Tradução desconhecida, disponível em: <https://antipatriarchy.wordpress.com/2010/03/08/o-pensamento-hetero-e-a-existencia-lesbiana/>

 

8. Anarcofeminismo: 

 

EHRLICH, carol. Socialismo, anraquiscmo e feminismo. Amor y anarquia, 31 de maio de 2013. Disponível em: < https://amoryanarquia.wordpress.com/2013/05/31/socialismo-anarquismo-e-feminismo-carol-ehrlich-1977/>

HOGAN, Deirdre. O anarcofeminismo: pensando em anarquismo. CEAPI. 13 de fevereiro de 2014. Disponível em: <http://anarquistas-pi.blogspot.com/2014/02/o-anarcofeminismo-pensando-em.html>

LUANA, Vanessa e DIAS, Mabel. Considerações sobre o Anarco feminismo. Punkanarco. Disponível em: <http://punkanarcho.webnode.com.br/zines/considera%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20o%20anarcofeminismo>

RAGO, Margareth. Mujeres libres: anarco-feminismo e subjetividade na revolução espanhola. Verve, no 7, p. 132-152, 2005.

 

9. Sobre gênero e sobre a discussão “sexo-gênero

 

AGRAWAL, Anuja. Gendered Bodies: The Case of the 'Third Gender' in India. Contributions to Indian Sociology, New Series, vol. 31, nº 2, p. 273–297, 1997.

BUTLER, Judith. Performative Acts and Gender Constitution: An Essay in Phenomenology and Feminist Theory". Theatre Journal. vol. 40, no 4, p. 519–531, 1988.

BUTLER, Judith. Problemas de Gênero – feminismo e subversão da identidade. São Paulo: Civilização Brasileira, 2003.

BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. 

CASTRO, Mary G.; LAVINAS, Lena. Do feminino ao gênero: a construção de um objeto. In: COSTA, Albertina de Oliveira; BRUSCHINI, Cristina. Uma questão de gênero. Rio de Janeiro: Rosa dos tempos, 1992. 

CASTRO, Susana de. Filosofia e gênero. Ed Letras, 2014. 

COSTA, Claudia de Lima. O tráfico do gênero. Cadernos Pagu (11), p.127-140, 1998.

GILLEY, Brian Joseph. Becoming Two-Spirit: Gay Identity and Social Acceptance in Indian Country, Lincoln: University of Nebraska Press, 2006.

HARAWAY, Donna. “Gênero para um dicionário marxista: a política sexual de uma palavra”. Cadernos Pagu, no  22, Campinas, p. 201-246, 2004.

HEILBORN, Maria Luiza Helborn. Gênero: um olhar estruturalista". In: PEDRO, Joana; GROSSI, Miriam (Orgs.). Masculino, feminino, plural: gênero na interdisciplinaridade. Florianópolis: Editora Mulheres, p. 43-55, 1998.

HEILBORN, Maria Luiza. Usos e desusos do conceito de gênero. Cult, no  219 (Dossiê A Quarta Onda do Feminismo), dez./2016.

LAQUEUR, Thomas. Inventando o sexo: corpo e gênero dos Gregos a Freud. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001. 

LAURETIS, Teresa de. Technologies of Gender. Bloomington: Indiana University Press, 1987. Versão em português: LAURETIS, Teresa. de. A tecnologia de gênero. In: BUARQUE, Holanda de (orga ). Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, p. 206-242, 1994. 

MATHIEU, Nicole-Claude. O que é sexo e o que é gênero? Em: Dicionário Crírico do Feminismo. Disponível no QG Feminista: <https://medium.com/qg-feminista/sexo-e-g%C3%AAnero-7bf157e1407c>

McDOWELL, Linda. La definición del género. Em: El género en el derecho. Ensayos críticos. Ministerio de Justicia y Derechos Humanos. Equador, 2009.

MEAD, Margaret. Sexo e temperamento em três sociedades primitivas. São Paulo: Perspectiva, 1975.

NANDA, Serena. Neither Man Nor Woman: The Hijras of India, Wadsworth Publishing, 1998. Disponível em: <https://petervas.files.wordpress.com/2013/03/serena_ nanda.pdf>. Acesso: maio de 2011.

PEREIRA, Josiane. Nativos norte-americanos reconheciam cinco gêneros. AH Aventuras na História. 31 de outubro de 2019. https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/os-nativos-norte-americanos-reconheciam-cinco-generos.phtml?fbclid=IwAR3lEkdOxeLkCOLAhbhz9uYXyf0lbtdd77Xz1GT-OEtceun6MCO4Fqdd7sE>

RUBIN, Gayle. The Traffic in Women: Notes on the 'Political Economy' of Sex, 1975. Versão em espanhol: El Tráfigo de mujeres: notas sobre la “economia política”del sexo. In: NAVARRO, Marysa; STIMPSON, Catharine R. (compiladoras). Qué son los estudios de mujeres? México/Argentina/Brasil/Colombia/ Chile/Espana/ EUA/Per/Venezuela: Fondo de Cultura Economica, 1998. p. 15-74. versão em português: “O tráfico de mulheres: notas sobre a ‘economia politica’ do sexo”. Recife: SOS Corpo, 1993. (mimeo). 

SAFFIOTI, Heleieth I. B. “Conceituando o gênero”. Cartilha “Gênero e educação”. Coordenadoria Especial da Mulher. Prefeitura de São Paulo, 2003. 

SALIH, Sara. Judith Butler e a teoria queer. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2012. (Cap. 02)

SCOTT, Joan W. “Gênero: uma categoria útil para análise histórica”. Educação e Realidade, Porto Alegre, vol. 16, no  2, jul-dez.,1990, p. 5-22. 

STOLLER, R. Uma introdução à identidade de gênero. In : Masculinidade e feminilidade, representações de gênero. Porto Alegre: Artes Médicas, p. 27- 46, 1992. 

TIN, Louis Georges. L´invention de la culture héterosexuelle. Paris: Éditions Autrement, collection mutations/Sexe en tous genres, 2008. 

 

10. Discussões sobre Gênero, patriarcado, racismo e capitalismo:

 

ARRUZZA, Cinzia. Considerações sobre gênero: reabrindo o debate sobre patriarcado e/ou capitalismo. Revista Outubro, no 23, 2015. Disponível em: <http://outubrorevista.com.br/consideracoes-sobre-genero-reabrindo-o-debate-sobre-patriarcado-eou-capitalismo/#>

BIROLI, F; MIGUEL, L. F. Gênero, raça, classe: opressões cruzadas e convergências na reprodução das desigualdades. Mediações, Londrina, no 2, vol 20, p. 27-55, 2015.

MACHADO, Lia Zanotta. Perspectivas em confronto: relações de gênero ou patriarcado contemporâneo? In: Sociedade Brasileira de Sociologia (Ed.) Simpósio Relações de Gênero ou Patriarcado Contemporâneo, 52a Reunião Brasileira para o Progresso da Ciência. Brasília: SBP, 2000. 

MOTTA, Daniele Cordeiro. Desvendando o nó: a imbricação de gênero, raça/etnia e classe na obra de Heleieth Saffioti. Disponível em <https://anais9coloquiomarxengels.files.wordpress.com/2018/07/a-teoria-do-nc3b3-dec2a0heleieth-safiotti-danielle-motta-unicamp.pdf>

PEREIRA, Josiane. Nativos norte-americanos reconheciam cinco gêneros. AH Aventuras na História. 31 de outubro de 2019. https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/os-nativos-norte-americanos-reconheciam-cinco-generos.phtml?fbclid=IwAR3lEkdOxeLkCOLAhbhz9uYXyf0lbtdd77Xz1GT-OEtceun6MCO4Fqdd7sE

SAFFIOTI, Helleieth. Gênero, Patriarcado, Violência. São Paulo: Perseu Abramo, 2004.

SAFIOTTI, Heleieth. “Rearticulando gênero e classe social”. In: COSTA, Albertina de Oliveira; BRUSCHINI, Cristina (Orgs.). Uma questão de gênero. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos; São Paulo: Fundação Carlos Chagas, p. 183-215, 1992. 

SILVEIRA, Clara Maria Holanda e COSTA, Renata Gomes da. Patriarcado e capitalismo: Binômio Dominação-Exploração nas relações de gênero. Disponível em: <https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/245/o/PATRIARCADO_E_CAPITALISMO_BIN%C3%94MIO_DOMINA%C3%87%C3%83O-EXPLORA%C3%87%C3%83O.pdf>

 

11. Repensando a categoria mulher 

 

COSTA, Claudia de Lima. O sujeito no feminismo: revisitando os debates. Cadernos Pagu, Campinas, no 19, 2002 . 

NICHOLSON, Linda. “Interpretando o gênero”. Revista de Estudos Feministas, Florianópolis, UFSC, volume 8, no 2, 2000. 

PISCITELLI, Adriana. “Recriando a (categoria) mulher?”. In: Leila Algranti (org.) “A prática feminista o conceito de gênero”. Textos Didáticos, no48. Campinas, IFCH-Unicamp, p. 7-42, 2002.

11.1 O manifesto ciborgue e a política da coalisão

HARAWAY, Dona. O  Manifesto ciborgue -  ciência, tecnologia e feminismo  socialista no final do século XX, 1985.

 

12. Interseccionalidade:

AKOTIRENE, Carla. O que é interseccionalidade? Belo Horizonte: Letramento, 2018.

BARCHET, Natália. O que é feminismo interseccional?QG Feminista,1 de março de 2018. Disponível em:<https://medium.com/coletivounas/o-que-%C3%A9-feminismo-interseccional-a94ad41c6d4f>

BARCHET, Natália. O que é interseccionalidade? QG Feminista, 2018. Disponível em: <https://medium.com/coletivounas/o-que-%C3%A9-feminismo-interseccional-a94ad41c6d4f>

FURIOSA. O que a interseccionalidade não é. QG Feminista. 2019 Disponível em: <https://medium.com/qg-feminista/o-que-interseccionalidade-n%C3%A3o-%C3%A9-b1146bbf6ccf>

HENNING, C. E. Interseccionalidade e pensamento feminista: As contribuições históricas e os debates contemporâneos acerca do entrelaçamento de marcadores sociais da diferença. Mediações - Revista de Ciências Sociais, no 20, v. 2, p. 97-128, 2015.  

PISCITELLI, A. Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiras. Sociedade e Cultura, Goiânia, vol. 11, nº 2, p. 263-274, 2008.

 

13. Outras (materiais que cheguei a consultar)

 

ALCOFF, Linda Martín. Uma epistemologia para a próxima revolução. Revista Sociedade e Estado, vol. 31, no 1, p. 129-143, jan./abr. 2016. 

ALMEIDA, Silvio de. O que é racismo estrutural? Belo Horizonte: Grupo Editorial Letramento, 2018. (Coleção Feminismos Plurais). 

ARRUZZA, C.; BHATTACHARYA, T.; FRASER, N. Feminismo para os 99%: um manifesto. Tradução: Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2019. 

BRAH, A. Diferença, diversidade, diferenciação. Cadernos Pagu, Campinas, no  26, pp. 329-376, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cpa/n26/30396.pdf>

BRYSON, Valerie. Feminist Political Theory. An Introduction. Nova Iorque: Palgrave Macmillan, 2003.

CRENSHAW, K. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Rev. Estud. Fem. Florianópolis, vol. 10, no  1, p. 171-188, 2002.

CUD, Ann. Analyzing Oppression, Oxford: Oxford University Press. 2006.

FAUSTO-STERLING, Anne. Dualismos em duelo. In: Cadernos Pagu. São Paulo/Campinas: UNICAMP/ Núcleo de Estudos de Gênero. Vol. 17/18, 2001/2.

FRYE, Marilyn. The Politics of Reality: Essays in Feminist Theory, Freedom, California; The Crossing Press. 1983.

HARAWAY, Dona. O  Manifesto ciborgue -  ciência, tecnologia e feminismo  socialista no final do século XX, 1985.

HARDING, Sandra e HINTINKKA, Merrill B. (eds.). The feminist standpoint theory reader: intellectual and political controversies, New York: Routledge, 2004.

HARSTOCK, Nancy Hartsock. The Feminist Standpoint: Developing Ground for a Specifically Feminist Historical Materialism, 1983.

HEILBORN, Maria Luiza Helborn. “Gênero e hierarquia: a costela de Adão revisitada". Revista Estudos Feministas, v.1, n.1, p. 50-82, 1993. 

HÉRITIER, Francoise. Les logiques du social: systématiques de parenté et représentations symboliques. In: Masculin/Féminin: La penseé de la différence. Paris: Ed. du Seuil, 1996, chapitre II. Em português: Masculino Feminino: o pensamento da diferença. Lisboa: Instituto Piaget, 1996. 

KEHL, Maria Rita. A mínima diferença: masculino e feminino na cultura. Rio: Imago, 1996.

LAGARDE, Marcela. El derechos humano a uma vida libre de violência. In: Virginia Maquieira (Org.). Mujeres, Globalización y Derechos Humanos. Madrid: Cátedras, p. 477-534, 2010.

LINDEMANN, Hilde. An Invitation to Feminist Ethics. San Francisco: McGraw-Hill, 2006.

LUGONES, María. Rumo a um feminismo descolonial. Estudos Feministas, Florianópolis, vol. 22, no 3, p. 320, setembro-dezembro/2014, p. 935-952.

MATOS, Marlise. Movimento e teoria feminista: é possível reconstruir a teoria feminista a partir do Sul global? Revista de Sociologia Política, Curitiba, vol. 18, no 36, p. 67-92, 2010. 

MIGUEL Luis Felipe e BIROLI, Flávia. Feminismo e Política. Uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014.

OKIN, Susan. “Gênero, o público e o privado”. Revista de Estudos Feministas, Florianópolis, vol.16, no 2, maio-agosto, 2008, p. 305 – 332.

PULEO, Alicia H. Lo personal es político: El Surgimento del Feminismo Radical. In. Teoría Feminista - de la Ilustración a la Globalización: Del feminismo liberal a la posmodernidad. Vol. 2, Madrid: Minerva Ediciones, 2010, p. 35-67. 

PULEO, Alicia. Igualdad Y Androcentrismo. Tabanque: Revista pedagógica, no 10-11, 1995-1996, p.71- 82.  

RIBEIRO, Djalmila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento, 2001. (Coleção Feminismos Plurais). 

ROSCOE, Will. The Zuni Man-Woman, Albuquerque: University of New Mexico Press, 1991.

VALCÁRCEL, Amélia. Capitulo III. In. La Política de Las Mujeres. Madrid: Cátedra, 2012, p. 53-69. 

ZIRBEL, Ilze. O problema do padrão duplo de cidadania das teorias políticas modernas. In: Psicanálise e Gênero. São Paulo: ANPOF, 2017, p. 106-127. (Coleção XVII Encontros ANPOF).

ZIRBEL, Ilze. Reflexões feministas sobre igualdade como uniformização e igualdade relacional. Revista Perspectiva Filosófica, vol. 43, no1, 2016, p. 39-55. Dossiê “Feminismos”: Um debate necessário.

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