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  • Começa amanhã! Workshop Elaboração de Projetos Acadêmicos - As Pensadoras

    O que vamos estudar no workshop de Elaboração de projetos Acadêmicos? Confira o que iremos ver nas 3 aulas: Aula 1- O Encontro com a pesquisa: Aproxime-se da sua pesquisa! Escrita científica. Concepções de Pesquisa, Texto e Escrita. Aula 2- O Encontro com o projeto. Conheça três propostas de estrutura formal de elaboração de projetos acadêmicos. Tipologia de pesquisa, Abordagem da pesquisa, Caracterização da pesquisa, Metodologia da pesquisa. Aula 3- Memorial Descritivo. Faça um Memorial Descritivo como uma autobiografia que descreve, analisa e critica acontecimentos sobre a trajetória acadêmico-profissional, intelectual e artístico. Inscreva-se no link: https://www.aspensadoras.com.br/agenda/workshop-da-comunidade-elaboracao-de-projetos-dissertacoes-e-teses Lembrando que essa atividade é totalmente gratuita para associadas à Comunidade d'As Pensadoras. #projetos#pesquisa#pesquisadoras#estudo#pensadoras#workshop #paratodosverem: Imagem de fundo rosa, amarelo e azul distribuídas em formas solidas, as 6 imagens são em carrossel, a primeira uma capa com imagem de um óculos escrito "o que vamos ver no Workkshop?". Na parte inferior um óculos. Nas próximas imagens esta incluso o texto disposto na legenda com o fundo nas cores Rosa, amarelo e azul.

  • Filosofias, feminismos e gêneros

    Pos-graduandes, não deixem de enviar seus trabalhos para serem lidos e debatidos pelas membras do GT Filosofia e Gênero.

  • Mais um vídeo da Série Prêmio Filósofas!

    No novo vídeo da série, a Ana Rita Nicoliello, mestra pela UFMG, apresenta sua dissertação, de título "Estética da experiência, corpo e democracia: uma abordagem do contato improvisação a partir das considerações filosóficas de John Dewey". O trabalho foi indicado pelo PPGFil ao Prêmio Filósofas 2020, na categoria Mestrado. O objetivo da Série de Vídeos Prêmio Filósofas é divulgar as pesquisas em filosofia realizadas por mulheres no Brasil. Por isso, periodicamente publicamos um vídeo com as filósofas indicadas por seus programas de pós-graduação ao Prêmio Filósofas, ao Prêmio ANPOF e ao Prêmio Capes contando um pouco sobre sua dissertação ou tese. Acesse https://youtu.be/E_LxZj7CFtU para conferir!

  • Conheça o Ciclo da Violência - Minicurso Violência Doméstica no Brasil

    Atenção! Fiquem atentas. Conheçam o ciclo da Violência! FASE 1 AUMENTO DA TENSÃO: o agressor mostra-se tenso e irritado por coisas insignificantes, chegando a ter acessos de raiva. Humilhações e ameaças. A mulher tenta acalmar o agressor, fica aflita e evita qualquer conduta que possa “provocá-lo”. As sensações são muitas: tristeza, angústia, ansiedade, medo e desilusão são apenas algumas. Em geral, a vítima tende a negar que isso está acontecendo com ela, esconde os fatos das demais pessoas e, muitas vezes, acha que fez algo de errado para justificar o comportamento violento do agressor FASE 2 ATO DE VIOLÊNCIA: explosão do agressor. Falta de controle chega ao limite e leva ao ato violento. Violência verbal, física, psicológica, moral ou patrimonial. Aqui, a mulher sofre de uma tensão psicológica severa (insônia, perda de peso, fadiga constante, ansiedade) e sente medo, ódio, solidão, pena de si mesma, vergonha, confusão e dor. Nesse momento, ela também pode tomar decisões − as mais comuns são: buscar ajuda, denunciar, esconder-se na casa de amigos e parentes, pedir a separação ou até mesmo suicídio. FASE 3 ARREPENDIMENTO: arrependimento do agressor, que se torna amável para conseguir a reconciliação. Como há a demonstração de remorso, ela se sente responsável por ele, o que estreita a relação de dependência entre vítima e agressor. Um misto de medo, confusão, culpa e ilusão fazem parte dos sentimentos da mulher. Por fim, a tensão volta e, com ela, as agressões da Fase 1. Ligue 180! Denuncie. Referência: instituto Maria da penha Para saber mais sobre esse assunto, inscreva-se no minicurso Violência Doméstica no Brasil, com a professora Drica Madeira: https://www.aspensadoras.com.br/cursos/violencia-domestica-no-brasil #violênciadomestica#180#mulheres#violencia#direito #Paratodosverem: imagem de fundo laranja, ao centro, quatro setas fazem um círculo ao redor de uma fotografia, de um mulher com a palma da mão apontada para frente, em sua mão é marcado um X , uma forma de denunciar a violência doméstica, um pedido de socorro. As próximas imagens são também de fundo laranja com as informações apontadas na legenda sobre o ciclo da violência.

  • Blog Mulheres na Filosofia Entrevistas: Karina Bidaseco sobre María Lugones

    Quarta-feira que vem é dia de conhecermos mais sobre a filosofia de María Lugones! Karina Bidaseco será entrevistada por Carolina Araújo sobre o verbete que ela escreveu para o nosso blog sobre a pensadora argentina, que faleceu no ano passado. Você já sabe: às 18h em nosso canal no YouTube! Te esperamos. #mulheresnafilosofia #marialugones

  • O Luto entre a Clínica e a Política: J. Butler para além do gênero

    "Encontrar caminhos para a defesa de uma sociedade mais igualitária passa por uma política púbica de luto e de memória, a respeito da qual a filosofia de Butler pode ser de grande valia" (Carla Rodrigues). Recomendo a todas as parceiras da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas a leitura do livro da filósofa Carla Rodrigues e as convido para o debate que vai acontecer hoje (08/09) às 18h. Tema difícil, triste, urgente, a partir do qual Carla fez um lindo exercício filosófico.

  • Mulheres que leem mulheres: Jessica Di Chiara lê Jeanne Marie Gagnebin

    Neste sábado (4/09), lançamos mais um vídeo do projeto "Mulheres que leem mulheres", parceria entre a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas e o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/UFRJ), no qual pesquisadoras brasileiras apresentam filósofas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres para a comunidade acadêmica. Aproveitamos para divulgar o resultado da chamada pública 2021 e anunciar os nomes das pesquisadoras que participarão do projeto ao longo desse ano: Carla Rodrigues (UFRJ) Beatrís Seus (UFPel) Sarah Bonfim (UNICAMP) Paula Rech (UFRGS) Mayara Moreira (SEDF) Letícia Helena Oliveira (UFPR) Agradecemos o interesse e a contribuição de todas. No décimo quarto vídeo da série, a pesquisadora Jessica Di Chiara (PUC-Rio) lê a filósofa suíça, mas radicada no Brasil desde 1978, Jeanne Marie Gagnebin.

  • Verbete: Angela Davis

    No verbete Angela Davis, escrito especialmente para o Blog Mulheres na Filosofia, Thaís Rodrigues de Souza e Laíssa Ferreira mostram que, para Davis, a filosofia é um instrumento para transformar o mundo e corrigir injustiças. Completo e minucioso, o verbete nos permite conhecer a trajetória de vida e intelectual de uma das maiores referência do feminismo negro de todos os tempos: desde os primeiros anos de vida na escola segregada, passando pela descoberta do socialismo na adolescência, pelo ingresso na Universidade de Brandeis, a opção pela Filosofia, a filiação ao Partido Comunista, a admissão como professora na Universidade na California, a cassação, a prisão, até a libertação e o recomeço. Além das anotações do primeiro curso de filosofia ministrado por Davis em 1969, Thaís Rodrigues de Souza e Laíssa Ferreira apresentam todas as obras escritas pela filósofa, desde o primeiro até o último livro publicado, obras nas quais estão presentes temas tais como a intersecção das opressões de gênero, raça e classe; a urgência do abolicionismo penal e de um projeto efetivamente democrático que saiba se desatrelar da democracia formal burguesa; a crítica do capitalismo; a relação entre resistência negra, arte e cultura. Todos esses temas estão atrelados à questão filosófica à qual Davis confere um tratamento radicalmente diferente da tradição: a questão da liberdade. Não perca! #AngelaDavis #MulheresnaFilosofia

  • A naturalização do mal e a necessidade do pecado contra o livre-arbítrio da vontade

    ANA FLÁVIA SANTOS DE SOUZA (USP) anaflavianep1@hotmail.com http://lattes.cnpq.br/5424482996475320 Dissertação de mestrado Orientador: Moacyr Ayres Novaes Filho Defesa: 19/11/2020 Public domain, disponível em https://www.metmuseum.org/art/collection/search/469827 O problema fundamental do De libero arbitrio, um diálogo do final do século IV, é, como reitera mais tarde Agostinho em suas Retractationum, a busca pela a origem do mal. No entanto, na medida em que os interlocutores progridem na argumentação, vemos a vontade humana assumir o lugar de escopo da investigação ao ser descoberta como dinamismo interno a partir do qual o homem é capaz de se furtar ao bem supremo e se converter aos bens inferiores. Ora, uma vez descoberta a vontade e seu poder de se afastar do bem supremo, surge a necessidade de compreender se esse movimento de afastamento da alma humana, livre, boa e dada a nós por Deus, é necessário ou voluntário. Com efeito, é importante informar que a mudança quanto ao escopo para a qual chamamos a atenção sinaliza uma mudança filosófica profunda da obra De libero arbitrio, a partir da qual a questão central de nosso trabalho de dissertação será colocada, e em decorrência da qual se torna filosoficamente necessário perguntar: que relação a busca pela compreensão da origem do mal guarda com a vontade humana e seu movimento em direção aos bens inferiores? Por que se mover em direção aos bens mutáveis está associado à busca agostiniana pela compreensão do mal? Compreender essas questões exige a compreensão das transformações filosóficas operadas por Agostinho na obra. É difícil traduzir em poucas palavras o movimento pelo qual Agostinho transforma a investigação acerca da origem do mal em investigação sobre a vontade e o livre-arbítrio humano. Por ora, diremos apenas que o movimento teórico pelo qual Agostinho opera essa transformação implica a descoberta filosófica de que nenhuma outra realidade é capaz de levar a alma humana a se afastar do bem supremo e a se mover em direção aos bens inferiores a não ser a própria vontade. Trata-se, portanto, da descoberta da vontade como causa do mal, isto é, da descoberta do homem como autor no mal. Ao projetar a busca do mal para dentro de si, Agostinho transforma todo o campo argumentativo do De libero arbitrio. Transformação que justifica a emergência de questões como as presentes no início do livro terceiro: de onde vem que a vontade humana seja a causa do mal? O movimento pelo qual a vontade faz o mal é necessário ou voluntário? Ora, só é filosoficamente pertinente perguntar se o movimento pelo qual a vontade livre e boa se furta ao bem comum e se converte aos mutáveis é voluntário ou necessário quando o mal é descoberto não como simples ausência de ser, nem como algo que tem origem na ação propriamente dita, mas como renúncia ao bem supremo pela vontade humana. Assim que embora o De libero arbitrio esteja comprometido com a racionalização da ideia de uma vontade naturalmente boa e, que todavia, comporta a causa do mal, bem como com todo um aparato teórico conceitual que lhe permita afirmá-la como tal, nosso propósito primeiro é investigar apenas dois dos argumentos que compõem o conjunto das teses apresentadas pelos interlocutores a fim de encontrar a origem do mal e, ao mesmo tempo, salvaguardar a bondade divina. Nosso estudo gira, portanto, em torno das interpelações necessitaristas levantadas por Evódio contra o livre-arbítrio da vontade humana em III, I – IV do De libero arbitrio. Trata-se de compreender, em primeiro lugar, se é possível salvaguardar o livre-arbítrio da vontade de uma suposta tendência natural para o mal, caso contrário, a origem do mal seria remetida diretamente para Deus. E, em segundo lugar, de compreender se é possível conciliar o livre-arbítrio da vontade humana com certa necessidade imposta pela presciência divina, visto que se não for, será preciso admitir que fazemos o mal constrangidos pelo conhecimento divino, o que poderia nos levar à negação da bondade divina e do próprio livre-arbítrio da vontade. Por fim, trata-se de compreender por um lado, de que modo não é contraditório e incompatível o fato de o livre-arbítrio da vontade ser fruto da iniciativa divina e o mal não ser, consequentemente, natural e, por outro, de que modo não é contraditório e incompatível o fato de Deus conhecer de antemão todos os eventos futuros e ainda assim o livre-arbítrio ser a causa do mal, sem que o seja impelido pela presciência divina. Trata-se, consequentemente, de compreender como é possível que Agostinho no De libero arbitrio, III, afirme a bondade e a presciência divina e, ao mesmo tempo, a bondade natural da vontade humana e a voluntariedade do mal. Dessa forma, nossa análise pretende tornar claro os prejuízos gerados quando se defende a naturalização e a necessidade do mal, pois, além de negar à vontade o livre-arbítrio e suprimir a responsabilidade humana, transferir-se-ia imediatamente para Deus sua origem, de modo que nem Deus seria presciente, nem o homem livre. Referências bibliográficas AUGUSTINUS. De libero arbitrio. Cura et studio W. M. Green. Corpus christianorum, series latina, 29. Turnholt, Brepols, 1970. AUGUSTINUS. Retractationum libri duo. Patrologia Latina Tomus 32. Turnhout: Brepols. [1841-1849] 1982-1993. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #Augustinus #Deliberoarbitio #vontadehumana #origemdomal As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgada são de responsabilidade da autora da pesquisa.

  • Live As Pensadoras & Batuque de Mulher nessa sexta-feira. Vem participar!

    Abre alas que as mulheres vão batucar! Vamos contar com a presença do @batuquedemulher nessa sexta-feira, dia 03/09 às 19 horas, na Live de Arrecadação para primeiro volume da Coleção As Pensadoras!! A live irá acontecer no canal do Youtube D'As Pensadoras. Se inscreva em nosso canal e ative as notificações! Apoie mulheres! Acesse o link e defina o lembrete: https://youtu.be/eOGjzk9m54E #paratodosverem : imagem de fundo rosa e formas geométricas nas cores azul e laranja em sua bordas superiores. Imagem do coletivo batuque de mulheres na rua, carregando na frente a sua bandeira. Ao topo da imagem, centralizado o texto: "LIVE As pensadoras &Batuque de mulher. Live de arrecadação as pensadoras Vol.1 dia 03/09 às 19h.

  • Lançamento_O luto entre clínica e política: Judith Butler para além do gênero

    Encerrando o ciclo de lançamentos de agosto de "O luto entre clínica e política: Judith Butler para além do gênero" na Editora Autêntica, acontece hoje (1/09), às 18h, mais um debate entre a autora Carla Rodrigues (UFRJ) e convidadxs. A conversa de hoje terá participação de Juliana Aggio (UFBA) e Edson Teles (UNIFESP). A mediação será feita por Isabela Pinho (UFRJ). A transmissão acontece nos canais de youtube da Editora Autêntica e do Laboratório Filosofias do Tempo do Agora

  • Interrupção Voluntária da Gravidez em debate.

    Fui entrevistada por Elan Marinho sobre este tema tão sensível para nós! No canal Filosofia Acadêmica. Convido-as a conferirem e a continuarmos o debate. https://www.youtube.com/watch?v=UE6s-23IKBo&t=121s

​Dúvidas? Escreva para filosofas.brasil@gmail.com

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