GT FILOSOFIA E GÊNERO
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- Edital 2020/2 de seleção para Reunião Especial do GEMF, em dezembro
O GEMF convida todas as pesquisadoras e pós-graduandas em filosofia a submeterem seus resumos para participar da seleção para a reunião especial do GEMF 2020/2, em 10 de dezembro. Veja o edital no link https://sites.google.com/view/gemf/notícias A cada semestre selecionamos uma participante especial para discutir conosco um texto de sua autoria numa reunião online em que visamos contribuir para o aprimoramento e desenvolvimento do texto. Leia o edital 2020/2 e participe!
- Ann Margaret Sharp e Catherine C. McCall em minicurso de extensão na UnB – Brasília, DF
Há conexões não óbvias entre mulheres e crianças na filosofia: são sujeitos excluídos da razão – ou portadores de uma razão menor - e suas vozes não estão autorizadas a participar no cânone filosófico. Uma escuta das vozes “menores” começa a ser feita, sistematicamente, há 50 anos; debatem-se os fundamentos da educação e a capacidade de filosofar das crianças, no ambiente doméstico e nas escolas. Desenvolve-se uma metodologia de comunidade de investigação filosófica com crianças, materiais didáticos e formação docente específica para a tarefa. No minicurso de extensão virtual Filosofia com crianças: o que é isto? entre 29 de abril e 10 de junho de 2020, oferecido pela Universidade de Brasília (onde é ministrada a disciplina Filosofia e crianças desde 2015), foram apresentadas duas pensadoras e ativistas pioneiras desta proposta, que raramente são consideradas, mesmo por quem se ocupa do tema: Ann Margaret Sharp < https://scholar.google.com/citations?user=PzDAF58AAAAJ&hl=en> e Catherine C. McCall Material e trabalhos discentes sobre as autoras e o tema podem ser conferidos em: Coordenadora Ana Miriam Wuensch FIL/UnB #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasorg #filosofasbrasil #anamiriamwuensch #annmargaretsharp #catherinecmccall
- Mulheres que leem Mulheres
Hoje (15/08), damos início a mais um projeto da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, dessa vez em parceria com o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita-UFRJ/CNPq). A cada 15 dias, sempre aos sábados, publicaremos vídeos com pesquisadoras apresentando filósofas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres na filosofia. No primeiro video da série, a pesquisadora Juliana de Moraes Monteiro(UFRJ/Faperj) apresenta a filósofa brasileira Lélia Gonzalez. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Tlv3bU3Re9Q
- Primavera das filósofas
Artigo publicado na revista Valor Econômico, por Helena Celestino, narra as iniciativas e lutas das filósofas brasileiras no enfrentamento da desigualdade de gênero na academia. E assim a filosofia vai se abrindo e mudando a cara da academia... brindemos!
- Cosmopolitismo, migrações e cidadania mundial
EDIANE SOARES BARBOSA (UFC) edianesrsb@gmail.com http://lattes.cnpq.br/0267150680306473 Tese de doutorado (orientador: Evanildo Costeski) Data prevista de defesa: 20/12/2023 Fonte da imagem: https://news.un.org/pt/sites/news.un.org.pt/files/styles/un_news_full_width/public/thumbnails/image/2016/08/OIM.jpg?itok=C6aM2Xbb A questão de partida do nosso projeto é a relação que identificamos entre a obra de Otfried Höffe, filósofo contemporâneo, intitulada A democracia no mundo de hoje (2005), com o opúsculo kantiano À Paz Perpétua (1795). Para Höffe, o texto de Kant representa uma das mais importantes obras que tratam da questão da Paz Mundial, pois aborda questões essenciais que poucos filósofos conseguiram desenvolver, como por exemplo, a ideia de um cosmopolitismo pautado na perspectiva da cidadania mundial. Tal relação resulta no que Höffe chama de salvaguarda dos cidadãos do mundo, que tem como fundamento assegurar a todos os indivíduos, em todos os lugares do mundo, a mesma salvaguarda dos direitos humanos. Ou seja, trata-se de se pensar uma estratégia sociopolítica de defesa dos Direitos Humanos, de modo que estrangeiros tenham assegurados os seus direitos fundamentais em qualquer parte do mundo, sem por isto abdicar dos seus direitos civis. Após relatar a importância de se pensar a salvaguarda de direitos dos cidadãos do mundo, Höffe chama a atenção para a ideia que será o foco da nossa tese: de que todo homem tem direito a uma nacionalidade. A partir destas duas esferas – salvaguarda dos cidadãos do mundo e direito à nacionalidade, enquanto direito a ter direitos civis - o autor identifica uma importante questão: um indivíduo pode abdicar espontaneamente de sua nacionalidade, ainda que seja a única que possua? Tal questão encontra sua expressão na atualidade justamente na crise migratória internacional. Afinal, como é possível falar de direito à nacionalidade em um contexto onde milhares de pessoas são privadas de permanecerem em seus países de origem e de ingressarem em outros países, quando se encontram refugiados, seja por ocasião de guerras, perseguições políticas, condições de pobreza extrema, etc? A nossa tese, portanto, consiste em mostrar como a ideia de cosmopolitismo, de Kant a Höffe, sob o viés de uma Filosofia Prática, pode traçar uma perspectiva de justiça política para a questão migratória atual. Com base no que é defendido por Höffe, acerca do cosmopolitismo jurídico, procuraremos, a partir das questões que seguem, identificar quais são as possibilidades de ampliação do que significa ser um cidadão cosmopolita na atual ordem mundial. Será que o que nos faz ser dotados de uma suposta cidadania mundial resume-se ao direito de ir e vir? Se sim, como esse direito pode ser confrontado com as atuais legislações que regem as fronteiras e as decisões políticas relacionadas à questão migratória? Se não, como a possibilidade de abdicar de uma nacionalidade, ou até mesmo de escolher a nacionalidade a qual o sujeito deseja pertencer, pode ser um sinal de que não é apenas o direito de ir e vir que qualifica a ideia de cidadania mundial (que está para além da questão territorial)? Segundo Höffe, ao abdicar espontaneamente de sua nacionalidade, o sujeito deveria ter o direito de, assim agindo, expressar seu protesto político, por exemplo, contra a violação dos direitos humanos ou contra a política externa do governo de seu país. Embora pareça simples conceber o direito de renunciar a uma nacionalidade, percebemos uma grave contradição de cunho pragmático, afinal, o que deseja um sujeito que protesta contra um governo, se não que este seja transformado em algo melhor para si e para a coletividade a quem serve? Ao renunciar a sua nacionalidade, o indivíduo não estaria também renunciando ao direito de participação a ela vinculado, bem como à possibilidade de influenciar as decisões que serão tomadas pelas instâncias estatais que governam tal nação? Além de tais questões, surge também a dúvida sobre como os filhos de pais que abdicaram de suas nacionalidades poderão ter seus direitos assegurados. De fato, o direito de ir e vir não está ligado apenas à vontade do indivíduo de permanecer ou se retirar de algum lugar. Há questões mais amplas relacionadas a este direito que precisam ser levadas em consideração, como por exemplo, a questão migratória que envolve as condições sócio-políticas e culturais dos Estados de onde e para onde as pessoas migram. Afinal, a questão migratória não encerra-se nas necessidades individuais, mas aparece no mundo como a realidade de grupos sociais amplos e populosos que, não contemplados com as condições de bem estar e sobrevivência nos seus países de origem, buscam amparo em outros países que estejam abertos para recebê-los. Porém, em muitos casos, não havendo tal abertura, seja por falta de condições estruturais ou por limitações de outra ordem (como preconceitos ligados à xenofobia ou racismo, por exemplo) a migração acontece de maneira ilegal, muitas vezes ocasionando situações trágicas. Como o Direito Cosmopolita lida com tais questões? Neste caso, a garantia do direito humano à migração deve ser o ponto central do Direito Cosmopolita. Tal direito deve ser dotado de uma legislação que não o torne inviável, mas possibilite um diálogo realista com as necessidades da cidadania mundial, apregoando dignidade à situação dos migrantes – com atenção, por exemplo, às condições de vida dos refugiados - ao mesmo tempo em que não permita-se cair em contradições que prejudiquem a soberania de cada Estado. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #Höffe #Kant #cosmopolitismo #migração #direito #cidadaniamundial #nacionalidade As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgadas são de responsabilidade da autora da pesquisa.
- Margaret Cavendish e o Mundo Resplandecente - live hoje 14/08, às 16h00
O Projeto Uma Filósofa por Mês convida para a live da conversa sobre Margaret Cavendish e O Mundo Resplandecente, entre a tradutora da obra para o português, Milene Baldo, e Janyne Sattler, coordenadora do projeto. Será hoje, dia 14 de agosto às 16h00 no canal do Projeto no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=VyK6TWpEuuI Margaret Cavendish é uma prolífica filósofa moderna. Suas obras, metodologicamente diversificadas, tratam intensamente de filosofia natural, mas são também inescapavelmente políticas e discutem o lugar de exclusão das mulheres do universo público, da política, e da filosofia. Com O Mundo Resplandecente, Cavendish é lida como uma das primeiras mulheres a escrever no entorno da ficção científica e da utopia. Essa obra de engenhosa construção, é repleta de nuances e detalhes sobre ciência, religião, política, mundos possíveis, recursos textuais literários e filosóficos, e feminismo. Para uma breve contextualização sobre Cavendish, já temos alguns materiais disponíveis em nosso blog: https://germinablog.wordpress.com/agosto-margaret-cavendish/ Siga-nos e confira nossa live de hoje sobre essa extraordinária filósofa! Dia 14/08, às 16h00, no canal do Projeto: https://www.youtube.com/watch?v=VyK6TWpEuuI @umafilosofapormes
- Forjar economias de resistência antirracista
"Cuidar da vida exige muita solidariedade, um princípio e uma prática popular dos movimentos sociais. Durante a pandemia, a solidariedade popular se concretiza na auto-organização que identifica as necessidades de cuidado, enfrenta a pobreza e a violência, em ações articuladas por movimentos sociais que estão em luta para interromper o projeto de morte que governa o país." Acesse a coluna completa no site do Brasil de Fato: https://bit.ly/3fLfR0o
- Live no Instagram: Sementes de bruxas - escrita de mulheres que deslocam o eixo da história
Na próxima terça, dia 11 de agosto de 2020, 18h, Juliana de Moraes Monteiro convida Danielle Magalhães para uma conversa no instagram da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas sobre a filósofa italiana Silvia Federici. A live abordará o tema do deslocamento das narrativas hegemônicas ocidentais a partir da obra da autora italiana Silvia Federici. Seguindo a proposição endereçada por ela em "Calibã e a bruxa" de que "o mundo precisa de uma sacudida", faremos uma conversa sobre como a domesticação do feminino e a construção do mito da feminilidade na modernidade permanece um processo inseparável do sistema capitalista, que se ergueu com base no apagamento cultural e linguístico da fala e da escrita de mulheres. Conversaremos também sobre o estatuto político da fofoca, tida como uma fala feminina desqualificada, e sobre a poesia contemporânea brasileira escrita por mulheres a fim de questionar as estruturas de exclusão da sociedade contemporânea. Silvia Federici é uma filósofa e militante da tradição feminista marxista autônoma. Foi co-fundadora do International Feminist Collective (Coletivo Internacional Feminista), participou da Wages for Housework Campaign ( Campanha por um salário para o trabalho doméstico). Nos anos 80, foi professora na Universidade de Port Harcourt na Nigéria e atualmente é professora emérita da Univerisade de Hofstra, em Nova York. Juliana de Moraes Monteiro é doutora em Filosofia pela PUC-Rio. Atualmente é bolsista de pós-doutorado Nota 10 da Faperj na UFRJ, sob a supervisão da professora Carla Rodrigues. Danielle Magalhães é doutora em Literatura pela UFRJ e autora do livro de poemas Quando o céu cair ( 7 Letras).
- MINI CURSO: MULHERES E A PÓS-PANDEMIA. SOBRE UM NOVO MUNDO POSSÍVEL
Ementa Frente à falência e ao colapso da sociedade contemporânea, que tomam dimensões de uma crise civilizacional, torna-se urgente a reflexão sobre possíveis modos de reestruturação das sociedades. Em vista disso serão introduzidos dois tópicos fundamentais para discussão: A crítica à medicina moderna sob um olhar feminino e o esboço de uma medicina autoconsciente e; As inovações e contribuições da economia feminista para um mundo melhor e mais justo através da Economia Feminista e do bem viver. Objetivos A covid 19 e sua devastação letal no Brasil e no mundo vem apenas expor a olhos nus uma crise que vinha sendo gestada há muito tempo; o vírus apenas está fazendo explodir estruturas envelhecidas de sociedades exploradoras, predatórias, não inclusivas, patriarcais e obsoletas. O objetivo do curso é debater dois tópicos de grande interesse para se repensar nosso modus vivendi (modo de vida). Ministrantes Profa. Dra. Mariana Paolozzi (UFSC) e Profa. Dra. Rita de Cássia Machado (UEA) Dias: 27 de outubro e 3 de novembro (terças-feira) Horário: 18h às 20:30h Inscrição acesse o formulário: https://forms.gle/zavA4mCQWieGPUUr6 Informações pelo e-mail: mulherespospandemia@gmail.com Nível: básico Inscrição: Estudante: R$35,00 Profissional: R$ 50,00 Realização: As Pensadoras Plataforma: Google Meet. Recomenda-se usar um e-mail do Gmail para acompanhar as aulas. Certificação: 8h pela Escola As Pensadoras AULA 1: Profa. Dra. Mariana Paolozzi Introdução geral ao curso e reflexões sobre as contribuições do ecofeminismo. Referências da aula: ORTEGA, Francisco, GAUDENZI, Paula. O estatuto da medicalização e as interpretações de Ivan Illich e Michel Foucault como ferramentas conceituais para o estudo da desmedicalização. Disponível em: . Acesso em: 28 de maio de 2020. McVEIGH, Karen. Malnutrition leading cause of death and ill health worldwide. Disponível em: . Acesso em: 14 de maio de 2020. BRUM, Eliane. O futuro pós-coronavírus já está em disputa. Disponível em: . Acesso em: 10 de abril de 2020. AULA 2: Profa. Dra. Rita de Cássia Fraga Machado Por uma economia feminista: suas inovações e contribuições a uma sociedade de justiça. Referências da aula: CARRASCO, Cristina: La Economia Feminista: una apuesta por outra economia. In VARA, Maria Jesús (coord.): Estudios sobre genero y economía. Ed. Akal, Madrid, 2006. DANTAS, Isolda. Una economía solidaria con igualdad para las mujeres. In ALAI: America Latina en movimiento nº 430, Quito, março 2008. NOBRE, Miriam. Interação entre a economia feminista e a economia solidária nas experiências de grupos de mulheres. Disponível em BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUM, Eliane. “O futuro pós-coronavírus já está em disputa”. Disponível em: . Acesso em: 10 de abril de 2020. GRECCO, Fabiana Sanches; FURNO, Juliane da Costa; TEIXEIRA, Marilane Oliveira. Dossiê Economia Feminista. Disponível em . ILLICH, Ivan. A expropriação da saúde. Nêmesis da Medicina. Ed.: Nova Fronteira, 1977. MCVEIGH, Karen. “Malnutrition leading cause of death and ill health worldwide”. Disponível em: . Acesso em: 14 de maio de 2020. ORTEGA, Francisco, GAUDENZI, Paula. O estatuto da medicalização e as interpretações de Ivan Illich e Michel Foucault como ferramentas conceituais para o estudo da desmedicalização. Disponível em: . Acesso em: 28 de maio de 2020. FARIA, Nalu; NOBRE, Miriam (Orgs.). Economia Feminista. São Paulo: SOF, 2002. DUFLO, Esther; BANERJEE, Abhijit. “Coronavirus is a crisis for the developing world, but here’s why it needn’t be a catastrophe”. Disponível em: . Acesso em: 28 de agosto de 2020. MELÉ, Joan. “Aposta em bancos éticos” [entrevista]. Disponível em: . Acesso em: 28 de agosto de 2020. QUEM SOMOS: Profa. Dra. Mariana Paolozzi Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP- 1990), mestrado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP- 1995) e doutorado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-2000). Professora Associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenadora da área de Filosofia do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais (Meridianum) da mesma instituição, atua principalmente nas áreas de Filosofia da Antiguidade Tardia e Filosofia Medieval como suas intersecções com o pensamento contemporâneo. Autora do livro - O movimento da alma. A invenção, por Agostinho, do conceito de vontade -, dedica-se atualmente ao estudo das relações entre Filosofia e Psicologia, e dos conceitos de memória e de inconsciente. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6547137274210472 Dra. Rita de cássia Fraga Machado (UEA) Professora Adjunta na Universidade do Estado do Amazonas - UEA. Pós-Doutora pelo Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Bolsista PNPD/CAPES. Doutora em Educação pelo Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS na linha de pesquisa Trabalho, Movimentos Sociais e Educação. Foi professora substituta entre 2010-2012. Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especialista em Metodologia do Ensino de Filosofia pela UNISINOS. É licenciada e Bacharel em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos- UNISINOS. Representante na área de ciência humanas e sociais da Câmaras de Assessoramento Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas -FAPEAM. Líder do Grupo de Pesquisa CNPq- Feminismo, Trabalho e Participação Popular e Comunitária. Seus interesses de pesquisa atualmente compreende as problemáticas de Mulheres e Educação, Feminismos e Epistemologia Feminista. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8882999172098781 Essa ementa é de propriedade da Escola As Pensadoras e de responsabilidade das professoras. Não permite cópia. #aspensadorasoficial #comunidadeaspensadoras #vemserumapensadora #redebrasileirademulheresfilosofas #mulheresefilosofia #rededemulheres
- Judith Butler por Carla Rodrigues: As Pensadoras agora em nosso canal
Carla Rodrigues apresenta as principais ideias do pensamento de Judith Butler, tratando de questões sobre gênero, dominação, exclusão, violência e luto. Esse vídeo integra a primeira série do projeto As Pensadoras, coordenado por Rita Machado (UEA), que tem por objetivo divulgar a contribuição da obra de mulheres para a história do pensamento e para os feminismos. Veja o programa de curso e a bibliografia em https://www.filosofas.org/post/copy-of-curso-on-line-as-pensadoras-abertas-inscrições-turma-3 CARLA RODRIGUES é professora da cadeira de Ética no Departamento de Filosofia da UFRJ, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Filosofia (IFCS/UFRJ), onde vem se dedicando ao estudo do pensamento da filósofa Judith Butler. Foi contemplada com bolsa de produtividade do edital Jovem Cientista do Nosso Estado (Faperj, 2018/2020) com o projeto "Judith Butler: do gênero à crítica da violência de estado". É integrante do GT Filosofia e Gênero, do GT História das Mulheres na Filosofia e uma das fundadoras do GT Desconstrução, linguagem, alteridade, da ANPOF. É integrante da linha de pesquisa Gênero, raça e colonialidade, no PPGF. Coordena o laboratório Filosofias do tempo do agora, catalogado no Diretório de Núcleos de Pesquisa do CNPq. Doutora e mestre em Filosofia pela PUC-Rio. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1849437854243808 #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #carlarodrigues #judithbutler #aspensadoras
- Percentual de docentes do sexo feminino no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUC-PR
Bem-vindos à Coluna do Quantas Filósofas? na Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Quantas Filósofas? é um projeto de extensão do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu objetivo é produzir dados sobre Filosofia e Mulheres no Brasil e mobilizar alunos de graduação para a redação e divulgação de verbetes sobre Filósofas. Essa coluna publica periodicamente gráficos baseados em dados oficiais sobre Filosofia e Mulheres no Brasil produzidos pelo Quantas Filósofas?. Gráficos são imagens que trazem muitas informações. Eles contam histórias de pessoas e instituições, eles nos informam para as nossas escolhas. Essa coluna pretende despertar a atenção aos gráficos, por isso não publica comentários ou análises. Quer pedir a publicação de um gráfico? Escreva para quantasfilosofas@gmail.com #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #quantasfilosofas #ppfg #puc-pr
- ECOFEMINISMOS: TEORIA E PRÁTICA 2ª edição
APRESENTAÇÃO - Apresentar um panorama conceitual e histórico sobre os ecofeminismos, com destaque para as contribuições originais da primeira geração de intelectuais ecofeministas; - Explorar as críticas ecofeministas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), emergidos dentro do modelo capitalista de desenvolvimento; - Apresentar a perspectiva do ecofeminismo animalista, com destaque para suas contribuições éticas e políticas; - Discutir os elementos que constituem uma abordagem ecofeminista direcionada para a promoção da justiça interespécies e socioambiental, considerando a descolonialidade. Coordenadoras: Profas. Dras. Daniela Rosendo e Tânia Aparecida Kuhnen Mediadora: Profa. Dra. Rita de Cássia Fraga Machado (UEA) Data e horário: 15 e 22 de agosto 2020, das 15h às 17h30m (BSB). Inscrição pelo formulário: https://forms.gle/LjDsVHaZZDDLXXzR6 Informações pelo e-mail: inscricoes.ecofeminismos@gmail.com @aspensadorasoficial Plataforma de Realização: GoogleMeetn sugere-se um e-mail no gmail para assistir às aulas. Vagas: 247, com 5h de certificado emitido pelas As Pensadoras Realização: As Pensadoras AULAS E CONTEÚDOS Aula 1 – Fundamentos teóricos dos Ecofeminismos - 15/08/2020 Conteúdo programático: 1. O aporte teórico dos ecofeminismos: definição, história, críticas e contribuições originais; 2. Ecofeminismo e os limites dos objetivos do Desenvolvimento Sustentável (Aula 1); Objetivos: - Apresentar um panorama conceitual e histórico sobre os ecofeminismos, com destaque para as contribuições originais da primeira geração de intelectuais ecofeministas; - Explorar as críticas ecofeministas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), emergidos dentro do modelo capitalista de desenvolvimento; Bibliografia: CUOMO, Chris. On Ecofeminist Philosophy. Ethics &The Environment, v. 7, n. 2, p. 1-12, 2002. DEEGAN, Mary Jo; PODESCHI, Christopher W. The Ecofeminist Pragmatism of Charlotte Perkins Gilman. Environmental Ethics, v. 23, n. 1, p. 19-36, 2001. KHEEL, Marti. Nature Ethics: An Ecofeminist Perspective. Lanham: Rowman& Littlefield, 2008. KING, Ynestra. Curando as feridas: feminismo, ecologia e dualismo natureza/cultura. In: JAGGAR, Alison. M.; BORDO, Susan R. Rio de Janeiro. Gênero, corpo, conhecimento. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1997. p. 126-154. KUHNEN, Tânia A. A crítica ecofeminista ao paradigma do desenvolvimento: a necessidade de repensar a relação humana com a natureza. Florianópolis. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s World Congress.In: Anais eletrônicos do Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s World Congress.Florianópolis: UFSC, 2017. Sempaginação. MERCHANT, Carolyn. The Death of Nature. In: ZIMMERMANN, Michael et al (Orgs.). Environmental Philosophy. Upper Saddle River: Prentice Hall, 1998, p. 277-290. MIES, Maria; SHIVA, Vandana. Ecofeminismo. Lisboa: Piaget, 1993. MOORE, Niamh. Eco/feminists Genealogies: Renewing Promises and New Possibilities. In: PHILLIPS, Mary; RUMENS, Nick (eds). Contemporary Perspectives on Ecofeminism. New York: Routledge, 2016. p. 19-37. PHILLIPS, M.; RUMENS, Nick. Introducing Contemporary Ecofeminism. In: PHILLIPS, M.; RUMENS, N. Contemporary Perspectives on Ecofeminism. London: Routledge, 2016. p. 1-16. PLUMWOOD, V. Feminism and the Mastery of Nature.Londres: Routledge, 1993. RODRIGUEZ, Graciela (coord.) As mulheres na Rio+20: Diversas visões contribuindo ao debate. Rio de Janeiro: Instituto Eqüit, 2013. ROSENDO, Daniela. Sensível ao cuidado: uma perspectiva ética ecofeminista. Curitiba: Prisma, 2015. ROSENDO, Daniela; KUHNEN, Tânia A. A ética ecofeminista de Karen J. Warren: um modelo de ética ambiental genuína?.INTERthesis (Florianópolis), v. 12, p. 16-41, 2015. ROSENDO,Daniela; KUHNEN, Tânia A. Ecofeminism. In: LEAL FILHO, W., AZUL, A., BRANDLI, L., ÖZUYAR, P., WALL, T..(Org.). Encyclopedia of the UN Sustainable Development Goals. Springer International Publishing, 2019, v. 1, p. 1-12. SALLEH, Ariel. Naturaleza, mujer, trabajo, capital: La más profundacontradicción. Ecología política, n. 7, p. 35-47, 1994. SHIVA, Vandana. Monoculturas da Mente: perspectivas da biodiversidade e da biotecnologia. São Paulo: Gaia, 2003. WARREN, Karen. Ecofeminist Philosophy: A Western Perspective on What is and Why it Matters. Lanham: Rowman& Littlefield, 2000. Aula 2 – Práxis ecofeminista - 22/08/2020 Conteúdo programático: 1. Ecofeminismo e a questão dos animais não humanos: alimentação e veganismo; 2. Um projeto ético e político: que ecofeminismo queremos construir? Objetivos: - Apresentar a perspectiva do ecofeminismo animalista, com destaque para suas contribuições éticas e políticas; - Discutir os elementos que constituem uma abordagem ecofeminista direcionada para a promoção da justiça interespécies e socioambiental, considerando a descolonialidade. Metodologia: Aula expositiva dialogada, com apresentação de aspectos teóricos e espaço para debates VIA CHAT. Bibliografia Aula 2 - 22/08/2020 ADAMS, Carol. The Sexual Politics of Meat: A Feminist-Vegetariam. Critical Theory. 20. Ed. New York: Continum, 2011. CUDWORTH, Erika. Ecofeminism and the Animal. In: PHILLIPS, Mary; RUMENS, Nick (eds). Contemporary Perspectives onEcofeminism. New York: Routledge, 2016. p. 38-56. KUHNEN, Tânia A. Conexões entre ecofeminismo e movimentos rurais de mulheres no Brasil. Campina Grande. III Seminário Internacional Desfazendo Gênero. In: Anais do III Seminário Internacional Desfazendo Gênero. Campina Grande. Com a diferença tecer a resistência. Campina Grande: Universidade Estadual da Paraíba, 2017a, p. 794-799. KUHNEN, Tânia A. Marcha das Margaridas: apontamentos para um (eco)feminismo latino-americano. Revista Sul Sul, v. 1, n. 1, p. 124-147, 2020. LUGONES, María. Rumo a um feminismo decolonial. Estudos Feministas, v. 22, n. 3, p. 935-952, set./dez. 2014. ROSENDO, Daniela. Ecofeminismoqueer: Reflexões sobre uma teoria política não binária. Revista Latinoamericana de EstudiosCriticosAnimales, año 4, v. 1, p. 16-33, jun. 2017. ROSENDO, Daniela; OLIVEIRA, Fabio A. G.; CARVALHO, Príscila; KUHNEN, Tânia A. (Org.). Ecofeminismos: fundamentos teóricos e práxis interseccionais. Rio de Janeiro: Ape’Ku 2019. p. 205-222. SILIPRANDI, Emma. Mulheres e Sistemas agroflorestais (SAFS): agroecologia e feminismo na floresta. In: CASTRO, Amanda Motta; MACHADO, Rita da Cassia (Org.) Estudos feministas: mulheres e educação popular. 2. v. São Paulo: LiberArs, 2018. p.49-60. SVAMPA, Maristella. Feminismos delSur y ecofeminismo. Nueva Sociedad, n. 256, p. 127-131, mar./abr., 2015. Quem Somos: Daniela Rosendo é Doutora e Mestra em Filosofia (UFSC), e graduada em Direito (Univille). Com experiência no terceiro setor e na docência/coordenação no ensino superior, realiza atualmente um estágio pós-doutoral no Programa de Pós Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e dedica-se ao desenvolvimento de um projeto de educação popular ecofeminista. Membra do Comitê Latino Americano e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM Brasil).Pesquisadora do Núcleo de Ética Prática (NuEP) da UFSC, do Laboratório de Ética Ambiental e Animal (LEA) da UFF e do Marginais: Grupo Interdisciplinar de Pesquisa sobre Minorias e Exclusões, da Universidade Federal do Oeste da Bahia. Tânia A. Kuhnen é ecofeminista interseccional, filósofa e professora da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais (PPGCHS). Realiza pesquisas e publicações sobre Filosofia Feminista e ética contemporânea. Integra os grupos de pesquisa Gestão, Inovação e Desenvolvimento, além de colaborar com o Laboratório de Ética ambiental e Animal (LEA-UFF) e o Grupo IPÊS (FURB). CV Lattes:http://lattes.cnpq.br/8881089112935588. Essa ementa é destina As Pensadoras, e não pode ser copiada.











