GT FILOSOFIA E GÊNERO
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- Live sobre o curso As Pensadoras Latinoamericanas, com Viviane Bagiotto Botton. Não perca!
Olá! Hoje, a partir das 19h, temos um encontro marcado, no nosso Instagram, com a Professora Dra.Viviane Bagiotto Botton, Coordenadora do Curso "As Pensadoras Latinoamericanas". Será um bate-papo super legal, quando a Professora falará sobre o que está preparado para o curso. "Como coordenadora, expresso aqui o meu entusiasmo em convidar e compartilhar com você este novo evento que foi elaborado com cuidado, afeto e de modo coletivo, tendo passado por muitas mãos até chegar a você", disse a Professora Dra.Viviane. Vem conhecer o curso ou tirar suas dúvidas, será ao vivo. 💛 As Pensadoras: https://www.aspensadoras.com.br/ 💛 Instagram: https://www.instagram.com/aspensadorasoficial/
- Live - Yuriko Saito: Paisagens morais e estética do cotidiano -Hoje: 18h30
Yuriko Saito é uma filósofa japonesa que hoje leciona nos Estados Unidos. Pioneira na área de uma Estética não voltada para as artes, o foco de Saito é a Estética Ambiental, a Estética do Cotidiano, a Estética da Natureza e a Estética Japonesa. Desde 1983, com sua dissertação The Aesthetic Appreaciation of Nature: Western and Japanese Perspectives and Their Ethical Implications, está claro que para Saito nossas reflexões em estética estão atravessadas pela ética e que muitas de nossas visões sobre o mundo, e nossas apreciações estéticas cotidianas, informam e moldam, para o bem e para o mal, os nossos juízos morais. Para falar sobre alguns destes aspectos e cruzamentos entre estética e moralidade na obra de Yuriko Saito, contamos com a presença de Jean Machado Senhorinho e Janyne Sattler, integrantes do Projeto Uma Filósofa por Mês: Dia 28/09 às 18h30: Yuriko Saito: Paisagens morais e estética do cotidiano - YouTube Notas biográficas e uma resenha do livro Everyday Aesthetics (2007), de autoria de Jean Senhorinho, já estão disponíveis no blog do Projeto: https://germinablog.wordpress.com/yurico-saito/
- Simpósio "Gênero e Diversidade"
Estão abertas as inscrições para o simpósio "Gênero e Diversidade" e para o GT "Gênero, diversidade e Pensamento Filosófico". Informações e inscrição (até 10 de outubro). No site: ttps://www.even3.com.br/3simposio2021. .
- Ciclo Lisístrata: Entrevista com Adriane Duarte
No ar a segunda entrevista do Ciclo Lisístrata com Adriane Duarte Adriane Duarte, a segunda entrevistada do ‘Ciclo Lisístrata’, é Professora Associada de Língua e Literatura Grega da Universidade de São Paulo e bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. É coordenadora do Grupo de Pesquisa 'Estudos sobre o teatro antigo'. Publicou livros e artigos sobre o teatro de Aristófanes e traduziu três de suas comédias. O ‘Ciclo Lisístrata’ é composto de três entrevistas com tradutoras da Lisístrata de Aristófanes para o português, precedidas de uma breve contextualização da peça cômica e das questões envolvidas em sua recepção. Maria de Fátima Sousa e Silva (Universidade de Coimbra), Adriane Duarte (USP) e Ana Maria César Pompeu (UCE) traduziram Lisístrata para o português de Portugal e do Brasil e produziram comentários, notas, artigos e introduções à obra. As três entrevistas que compõem o Ciclo são conversas a respeito de seus trajetos profissionais, de suas visões sobre a obra aristofânica e de suas opções e métodos de tradução. Luisa Buarque, organizadora do ‘Ciclo Lisístrata’, é professora de Filosofia Antiga no Departamento de Filosofia da PUC-Rio. Tem pesquisado e publicado artigos a respeito da literatura platônica e de suas relações com a comédia aristofânica. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasorg #filosofasbrasil #ciclolisistrata #adrianeduarte
- Entrevista: Bruna Mello sobre a resenha "Sobre a Direita, Hoje" de Simone de Beauvoir
Simone de Beauvoir para além do Segundo Sexo: na próxima quarta, dia 29/09 temos o lançamento da mais nova resenha do livro "O pensamento da direita, hoje" lançado na década de 1950. Esse livro pouco conhecido de Beauvoir foi resenhado por Bruna Mello, que será entrevistada pela nossa editora Yara Frateschi. A entrevista será no nosso canal, às 18h! Até lá! https://www.youtube.com/watch?v=fbGKRhGQLxU #mulheresnafilosofia #simonedebeauvoir
- Começa amanhã o nosso minicurso Violência Doméstica no Brasil. Inscreva-se!
Boa tarde, Pensadoras! Amanhã, 22/09, começa o minicurso Violência Doméstica no Brasil com a Profª. Dranda. Drica Madeira. O minicurso será totalmente online, com aulas ao vivo e que ficam gravadas para serem assistidas posteriormente por quem não puder acompanhar ao vivo. Para participar, acesse nosso site e nossas redes sociais: 🧡As Pensadoras: https://www.aspensadoras.com.br/ 🧡Instagram: https://www.instagram.com/aspensadorasoficial/ 🧡Facebook: https://www.facebook.com/aspensadorasoficial 🧡Twitter: https://twitter.com/aspensadoras_
- Mulheres que leem mulheres: Carla Rodrigues lê Heleieth Saffioti
Neste sábado (18/09), lançamos mais um vídeo do projeto "Mulheres que leem mulheres", parceria entre a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas e o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/UFRJ), no qual pesquisadoras brasileiras apresentam filósofas e teóricas das Ciências Humanas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres para a comunidade acadêmica. No décimo quinto vídeo da série, a professora e pesquisadora Carla Rodrigues (UFRJ/ FAPERJ) apresenta a socióloga paulista Heleieth Saffioti.
- A influência do materialismo dialético no pensamento feminista de Simone de Beauvoir
BRUNA MELLO GOMES BERNARDES (Unicamp) bruna.mgb7@gmail.com Dissertação de mestrado http://lattes.cnpq.br/5783956480736360 Orientadora: Yara Adario Frateschi Data prevista para defesa: 01/03/2023 Fonte da imagem: https://media.gettyimages.com/photos/press-conference-of-the-international-committee-for-the-rights-of-in-picture-id124131178?s=2048x2048 Simone de Beauvoir faz sua célebre contribuição para a teoria feminista na obra O Segundo Sexo. Publicada em 1949, a obra denuncia a situação de opressão das mulheres a partir de uma análise sobretudo existencialista e materialista, portanto antiessencialista e antinaturalista, da condição feminina. Embora a recepção contemporânea do feminismo beauvoiriano tenha levantado interpretações divergentes – algumas marcadas por críticas personalistas que descaracterizaram a autenticidade da filósofa, outras dirigidas à sua abordagem existencialista do método histórico-dialético –, O Segundo Sexo tornou-se um marco para o pensamento feminista, oferecendo diversas questões para os feminismos contemporâneos. No entanto, há uma leitura predominante do pensamento beauvoiriano como derivado do existencialismo sartriano (ou, até mesmo, como propriamente sartriano) que possui uma tendência de desconsiderar as bases materialistas do pensamento de Beauvoir, contribuindo para o apagamento de Beauvoir como a autora de suas próprias concepções. Tal leitura pode ser analisada como consequência da tradução deturpada da versão inglesa de O Segundo Sexo publicada nos Estados Unidos em 1953. Traduzida por Howard M. Parshley, professor de zoologia da Smith College na época, a obra foi publicada como um manual de sexo para as mulheres, eliminando e modificando, assim, trechos fundamentais que prejudicaram a compreensão da obra de Beauvoir. A leitura do pensamento feminista de Beauvoir erroneamente deslocada como fundada no existencialismo sartriano contribui com a afirmação de que Beauvoir foi colocada à sombra de Sartre porque era apenas “a grande Sartreuse”, isto é, uma seguidora fiel do pensamento sartriano. Além do fato de Beauvoir ter sido igualmente uma influência para Sartre, o pensamento beauvoiriano se distingue progressivamente do pensamento sartriano, particularmente ao realizar a relativização do conceito abstrato de liberdade de Sartre, a partir da qual a filósofa reconhece a dimensão situacional dos sujeitos. O conceito beauvoiriano de situação, bem como o de ambiguidade, serão os conceitos mobilizados nesta pesquisa para compreender a base materialista da teoria da opressão feminina de Beauvoir. Em consequência da tradução deturpada e da supressão de trechos importantes de O Segundo Sexo, a interpretação do pensamento feminista de Beauvoir que predominou nos EUA (e que influenciou a interpretação no Brasil e em outros países), cristalizou a relação entre Beauvoir e o existencialismo como única e mais importante para compreender O Segundo Sexo. Minha proposta de trabalho parte, portanto, do seguinte problema: embora não haja o devido reconhecimento da influência do materialismo para a constituição do pensamento feminista de Beauvoir – em parte por conta da tradução deturpada de O Segundo Sexo de Parshley, mas também devido à desfiguração da teoria crítica de Marx, tanto pela autocracia stalinista quanto pela tendência pós-moderna em reduzir o materialismo a uma crítica exclusiva das relações econômicas capitalistas –, a filósofa se apoia fundamentalmente no método histórico-dialético para compor sua teoria da opressão. Com a distorção da teoria crítica de Marx, que rendeu uma interpretação dominante do pensamento de Beauvoir, evidentemente não pareceu interessante para a crítica estadunidense reunir e traduzir os textos feministas da fase madura do pensamento de Beauvoir, marcada pelo engajamento feminista materialista. Em vista disso, o que mobiliza a análise da relevância do método histórico-dialético para Beauvoir é o fato de o pensamento feminista de Beauvoir não se encerrar em O Segundo Sexo; pelo contrário: esta é apenas uma fase de um pensamento crítico em processo. Artigos feministas posteriores evidenciam o amadurecimento do pensamento de Beauvoir, marcado, evidentemente, pelo engajamento da filósofa no movimento feminista materialista francês que tomava espaço no contexto sociopolítico da França na segunda metade do século XX, o qual, por sua vez, resultou no movimento de maio de 1968. Não se deve, portanto, reduzir o pensamento feminista de Beauvoir a O Segundo Sexo, como se o pensamento de Beauvoir, em particular o feminista, se limitasse e, sobretudo, se cristalizasse nas suas contribuições de 1949. Nesse sentido, uma leitura materialista do pensamento feminista de Beauvoir se propõe a compreendê-lo em sua totalidade, como uma trajetória situada em seu momento histórico, e não apenas em vista de uma obra específica que por si mesma não é capaz de evidenciar a constituição de um pensamento crítico. Desse modo, de início, apresentarei brevemente os problemas da primeira tradução inglesa d’O Segundo Sexo, feita por Howard Parshley, apontando para o seguinte problema: ao ser utilizada por estudiosos e interessados durante quase 60 anos, a tradução deturpada de Parshley – que omitiu mais de 10% do texto integral e alterou o significado de conceitos filosóficos usados pela autora – cristalizou uma interpretação dominante estadunidense da obra que exclui a influência do materialismo dialético na constituição do pensamento feminista de Beauvoir. Tal interpretação reflete, além disso, o desinteresse geral pelos escritos feministas posteriores da autora e pela sua atuação política no movimento feminista, os quais evidenciam seu importante papel no surgimento do feminismo materialista francês. Em seguida, apresentarei as críticas de Beauvoir às desfigurações que a teoria social de Marx sofrera no campo do marxismo, elaboradas na fase jovem de seu pensamento, nas obras Moral da Ambiguidade e O Segundo Sexo. Meu interesse aqui é estabelecer a distinção necessária entre a interpretação do materialismo pelo marxismo institucional e a interpretação que Beauvoir faz do materialismo a fim de explicitar de que modo o método histórico-dialético fundamenta os conceitos beauvoirianos de situação e ambiguidade. Em vista disso, para compreender de que modo o método histórico-dialético é incorporado à teoria da opressão feminina de Beauvoir, analisarei, por fim, a obra O Segundo Sexo e o volume Feminist Writings da coleção “The Beauvoir Series”, que correspondem ao que denominei, respectivamente, de fase jovem e fase madura do pensamento feminista de Beauvoir, tendo com fio condutor dois conceitos fundamentais da filósofa: situação e ambiguidade. É por meio destes conceitos que demonstrarei a importância de reconhecer Beauvoir como uma feminista materialista francesa. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #Beauvoir #feminismo #marxismo #situacao #ambiguidade #materialismofeministafrances #osegundosexo As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgada são de responsabilidade da autora da pesquisa.
- Inscrições abertas para submissões: II Ciclo de Seminários Filósofas UFPR
Vem aí o II Ciclo de Seminários Filósofas UFPR!! Devido à pandemia Covid-19, o evento será realizado remotamente de forma integral. Inscrições: As inscrições para submissão de comunicações e para ouvintes vão até dia 13 de outubro, e podem se inscrever para apresentar quaisquer filósofas(es) vinculadas(es) a um programa de graduação ou pós-graduação em Filosofia, e/ou já formadas(es) em algum dos graus em Filosofia. O tema é livre e as submissões serão organizadas em sessões temáticas. Reserva de vagas: Serão destinadas 50% das vagas a candidatas(es) que sejam negras e/ou indígenas, quilombolas e/ou provenientes de povos do campo, pessoas com deficiência; travestis, transexuais e/ou comunidade LGBTQI+, migrantes humanitárias e/ou refugiadas, provenientes de grupos de vulnerabilidade socioeconômica e/ou educacional. Diretrizes para submissão: O resumo deve conter no mínimo 800 e máximo de 1.500 palavras. Solicitamos que não indiquem a autoria do resumo em nenhum lugar do item “Resumo” no formulário de inscrição. Inscrição de Comunicações: As interessadas em participar de nosso II Ciclo de Seminários Filósofas UFPR devem se inscrever preenchendo o formulário abaixo: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe5elr_ODEsb7j3lJp_Nfu85HwXFfSHmHSf7f1vcuLoFWpA9g/viewform?usp=sf_link Inscrição de Ouvintes: As(os) interessadas(os) em participar como ouvintes devem se inscrever preenchendo o formulário abaixo: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdUM4HYX0s0Q6O9B42kvTphNS3Di0nvJBayAV5zS60togj9zw/viewform?usp=sf_link Mais informações, clique no link abaixo para ver o Edital completo! https://drive.google.com/file/d/1y4QT3WRR0ei2_XskgpXwDXi12O7QQLa0/view
- Minicurso Violência Doméstica no Brasil - As Pensadoras
Nas palavras de Saffioti, “o patriarcado não se resume a um sistema de dominação, modelado pela ideologia machista. Mais do que isto, ele é também um sistema de exploração. Enquanto a dominação pode, para efeitos de análise, ser situada essencialmente nos campos político e ideológico, a exploração diz respeito diretamente ao terreno econômico”. (Saffioti, Heleieth I. B. O Poder do Macho, op. cit., p. 50). Essas e muitas outras questões serão abordadas no minicurso "Violência Doméstica no Brasil", ministrado pela professora Drica Madeira @drica_madeira . Inscreva-se pelo link: https://www.aspensadoras.com.br/cursos/violencia-domestica-no-brasil #paratodasverem: imagem de fundo laranja com a palavra "seja forte", em laranja um pouco mais claro, repetida na metade superior. No lado superior direito tem uma pequena grade branca. No lado superior esquerdo tem "As Pensadoras", em letra preta; logo abaixo está escrito Minicurso, em preto sobre um grifo roxo, e o Título: Violência Doméstica no Brasil, em letras brancas. Mais abaixo, do lado esquerdo, está a frase: "O patriarcado não se resume a um sistema de dominação, ele é também um sistema de exploração" Saffioti, Heleieth I. B.", em preto. Do lado direito, uma composição com foto da autora da frase, em preto e cinza, e uma ilustração de um megafone e uma boca, sobre um círculo rosa. #violênciadoméstica #violênciacontraamulher #aspensadoras #feminismo #mulheres
- Las Filósofas y Leibniz - Workshop Internacional
Entre os dias 22 e 23 de setembro, ocorrerá o encontro “As filósofas e Leibniz”, que tem como objetivo fundamental propor um espaço de análise e debate sobre as conexões, relações e influências que podem ser estabelecidas entre a filosofia leibniziana e o pensamento das filósofas de los siglos XVII, XVIII e XX. Participam do encontro destacadas/os investigadoras/es de Argentina, Brasil, Espanha, França e Alemanha, dedicadas/os temas y problemáticas del pensamiento de Leibniz y de la filosofía de los siglos XVII y XVIII. Organização: FACULTAD DE FILOSOFÍA Y LETRAS-PONTIFICIA UNIVERSIDAD CATOLICA ARGENTINA, CIUDAD DE BUENOS AIRES, ARGENTINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Coordenador: Profa. Dra. Vivianne de Castilho Moreira (CNPq / UFPR) Prof. Dr. Oscar M. Esquisabel (UCA-UNLP-UNQ / CONICET) Aberto ao público interessado. Contato: omesqui@fibertel.com.ar Os horarios do programa correspondem ao fuso horario da Cidade de Buenos Aires. Para evitar inconvenientes, atente-se para as diferenças horárias: Brasil: 0 horas (hora Brasilia) Alemania, España y Francia: 5 horas A programação pode ser conferida nas imagens abaixo.
- Vem estudar as Pensadoras Latinoamericanas com a gente!
Podemos conectar a frase do coletivo Mujeres Creando, com o que Rita Segato aponta sobre o corpo da mulher ser um objeto conquistável: “Foi constitutivo da linguagem das guerras, tribais ou modernas, que o corpo da mulher seja anexado como parte do país conquistado”.(SEGATO, 2016: 47). A professora Dra. Claudia Niching, vai ministrar a Segunda Aula do Curso As pensadoras Latinoamericanas 2º edição. A Dr. Claudia vai apresentar a Pensadora Rita Segato da qual discute as contribuições da pensadora para os estudos de Gênero e Decoloniais. Vem conhecer as pensadoras Latinoamericanas! Inscreva-se no curso! Link: https://www.aspensadoras.com.br/cursos/as-pensadoras-latinoamericanas-2-ed 🟢 Instagram: https://www.instagram.com/aspensadorasoficial/ 🟢 Facebook: https://www.facebook.com/aspensadorasoficial/








