GT FILOSOFIA E GÊNERO
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- XXII Semana dos Alunos de Pós-Graduação em Filosofia: PUC-Rio
A XXII Semana dos Alunos de Pós-Graduação em Filosofia da PUC-Rio traz uma lista de convidadas especiais como palestrantes. Maiores informações em: safpucrio.wordpress.com #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #pucrio
- Programa de Extensão: Mulheres Imanentes: Lugar de Fala, Interação, Representatividade e Ação (LIRA)
Prezadas Colegas, estudantes e professores(as) estão em isolamento social, mas os projetos não param! Divulgamos aqui, uma ação do CEFET - MG, unidade de Araxá, um Programa de Extensão que aborda a MULHER em diferentes contextos: literário, estético, político e social, à luz do referencial filosófico. No Programa, desenvolvemos oficinas, encontros, debates e cursos com estudantes do CEFET e de escolas parceiras. Nosso público-alvo são estudantes do Ensino Médio e Superior. Nos dê o seu apoio seguindo nossa página no Instagram: @mulheresnalira.
- Chamada para submissões: Encontro de Pesquisadoras na Filosofia
A Jornada do GEMF cresceu! Devido à quantidade de submissões para participar das duas últimas jornadas organizadas pelo GEMF, temos pensado em maneiras de ampliar o evento para incluir mais atividades e participantes. Em 2021, temos a alegria de anunciar que a Jornada do GEMF, após a sua quarta edição, se tornou o Encontro de Pesquisadoras na Filosofia. Agora o evento terá duração de três dias, de 19 a 21 de outubro. Mudamos o nome, mas não o estilo! O evento seguirá com enfoque na discussão com base nos trabalhos escritos das participantes, um dos compromissos do GEMF. Cada trabalho selecionado contará com uma debatedora. Para que isso seja possível, as pesquisadoras que tiverem seus trabalhos selecionados deverão enviar um resumo estendido de 2000 (duas mil) palavras, ou o texto completo, até o dia 04 de outubro de 2021. O evento será integralmente online e transmitido pelo canal de Youtube da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Este ano, temos a satisfação de contar com a colaboração do PPGF da UnB para a organização do evento, possibilitando uma interação mais próxima com as professoras e pesquisadoras da instituição. Com essas boas notícias, convidamos mais uma vez as pós-graduandas dos programas em filosofia a submeterem o resumo de um capítulo ou de um artigo resultante de sua pesquisa em andamento até o dia 01 de agosto de 2021. Para mais informações, acesso o site do GEMF: https://sites.google.com/view/gemf/notícias Para fazer a submissão acesse: https://forms.gle/3nPixs68gs4vdiwM8
- No ar, mais um vídeo da Série Prêmio Filósofas!
Nossa convidada dessa semana é Rosângela Chaves, doutora em filosofia pela UFG. No vídeo, ela apresenta sua tese, intitulada “O dia de glória chegou: revolução, opinião e liberdade em Tocqueville e Arendt”, defendida em 2018. Seu trabalho foi indicado pelo PPGFIL ao Prêmio Filósofas 2020. O objetivo da Série de Vídeos Prêmio Filósofas é divulgar as pesquisas em filosofia realizadas por mulheres no Brasil. Por isso, a cada 15 dias publicaremos um vídeo com as filósofas indicadas por seus programas de pós-graduação ao Prêmio Filósofas, ao Prêmio ANPOF e ao Prêmio Capes contando um pouco sobre sua dissertação ou tese. Acesse https://youtu.be/qrpCGJvfohM para conferir!
- "As Pensadoras: vol.1"
A partir de hoje, entra em pré-venda o livro "As Pensadoras: vol.1", que será oficialmente lançado na semana de aniversário da Escola, em 16 de junho, em versão física. Também será disponibilizado e-book, sobre o qual contaremos novidades em breve. ;) O volume 1 da coleção “As Pensadoras” abre o catálogo da Editora As Pensadoras reunindo nove artigos produzidos por mulheres intelectuais que contemplam aspectos do pensamento de Hannah Arendt, Adriana Cavarero, Seyla Benhabib, Margaret Cavendish, Simone de Beauvoir, Angela Davis, María Lugones, Silvia Rivera Cusicanqui e Lélia Gonzalez. Também contará com apresentação assinada pela filósofa e coordenadora pedagógica da Escola, Rita Machado. Quer saber mais sobre a obra e já garantir uma unidade do livro? Acesse nosso site! www.aspensadoras.com.br/loja #colecaoaspensadorasv1 #aspensadoras #editoraaspensadorasfeminista
- Mulheres na Filosofia Entrevistas: Aléxia Bretas sobre Teoria Queer
A nossa editora Monique Hulshof conversa com Aléxia Bretas, autora do verbete "Teoria Queer", na próxima quarta, dia 12 de maio às 18h. O tema é, na mesma medida, polêmico e interessante, pois desafia as construções de nossa sociedade. A conversa acontece no nosso canal do Youtube. Não percam!
- Vídeos disponíveis Lançamento Homenagem à Lugones
Já estão disponíveis os vídeos do lançamento do livro “Políticas de Resistência: homenagem à María Lugones”: Vídeo 1 - Abertura com as organizadoras: Caroline Marim e Susana de Castro Vídeo 2 - Conversando com as autoras Maria Clara Dias e Raísa Inocêncio; Vídeo 3 - Conversando com a autora Karina Bidaseca; Vídeo 4 - Encerramento do lançamento com Gabriela A. Veronelli e Joshua M. Price. Não deixem de assistir e se inscreverem em nosso canal: Youtube - Grupo Pesquisa Epistemologias Feministas https://www.youtube.com/channel/UC8MEm5OJPJyxrCkcddm0WYg/featured
- Sor Juana Inés de La Cruz: novo verbete do Quantas Filósofas? por Estevam Strausz
No século XVII o Novo Mundo já contava com uma filósofa escrevendo em prosa e em verso. Conheça mais sobre a pensadora considerada a primeira feminista das Américas no verbete produzido por Estevam Strausz, graduando em filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro e integrante do projeto Quantas Filósofas? em https://www.filosofas.org/quantas-juana-inés #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #quantasfilosofas #juanainesdelacruz
- Aula inaugural - Nietzsche: misoginia e feminismo
O evento consiste na aula inaugural do Departamento de Filosofia da Unifesp, no dia 06 de maio de 2021, às 19h, intitulada: "Nietzsche: misoginia e feminismo", a ser proferida pela Professora Doutora Scarlett Marton da Universidade de São Paulo. A conferência tratará das discussões expostas em seu livro mais recente "Les ambivalences de Nietzsche. Types, images et figures féminines" (As ambivalências de Nietzsche. Tipos, imagens e figuras femininas), que acaba de ser publicado pelas Éditions de la Sorbonne. A importância do tema está na apresentação e reflexão a partir de um filósofo da época contemporânea da questão do feminino. O evento será transmitido pela plataforma RNP da Unifesp. Link de acesso https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/webinar-unifesp (para acessar, escolha a opção "Não tenho uma conta"). Para mais informações: https://sistemas.unifesp.br/acad/proec-siex/index.php?page=INS&acao=2&code=19981&fbclid=IwAR1aR8W7247RObs7fgXGquY1UK8MMJOmhvr8PU4GjiLz88KJ0VikN52P-Zw
- O trabalho (im)produtivo como não-idêntico ao modo de produção capitalista
LUANA APARECIDA DE OLIVEIRA (Unioeste) luanatuba@hotmail.com Tese de doutorado Orientador: Rosalvo Schütz Data prevista de defesa: 01/09/23 Fonte da imagem: http://sociologia2106.blogspot.com/2015/08/analogo-ao-de-escravo-mais-de125-anos.html A tese tem como objetivo apresentar o conceito de trabalho (im)produtivo enquanto não-idêntico ao modo de produção capitalista, no sentido de ser produtivo para o ser humano e não mais para o capital, evidenciando a dimensão concreta do trabalho não coadunada com a lógica da valorização do valor. Para tanto, o método adotado nesta pesquisa é o materialista histórico-dialético, e temos como referencial teórico as contribuições de Karl Marx e de Theodor W. Adorno. Abordamos, primeiramente, a constelação conceitual da concepção capitalista de trabalho produtivo, a saber, o trabalho como categoria fundante do ser humano, o duplo caráter do trabalho (concreto e abstrato), a mercadoria, a força de trabalho como mercadoria e a mais-valia. Em um segundo momento, por meio da análise crítica realizada por Marx, expomos o conjunto das particularidades que compõem a definição de trabalho produtivo e de trabalho improdutivo no âmbito do capital, em suma, a mais-valia determina se o trabalho é produtivo ou improdutivo. Uma vez que o trabalho produtivo é somente aquele que produz mais-valia, essa caracteriza-se como o princípio de identidade do capitalismo. Acontece que o trabalho que é produtivo para o capital é, na verdade, improdutivo para o ser humano. O trabalho que produz a riqueza na forma do capital, produz, ao mesmo tempo, miséria para os trabalhadores, pois a riqueza produzida socialmente é apoderada de modo privado e somente a miséria é socializada. Tal é o problema tratado nesta pesquisa. Visando resolvê-lo desenvolvemos nossa perspectiva sobre a repercussão do princípio de identidade naquele que é sua base imprescindível, a saber, o trabalhador produtivo. Por fim, tratamos do conceito adorniano de não-idêntico, estabelecendo uma discussão acerca dessa determinação conceitual, que está articulada especificamente com a forma de organização da produção. Isso significa que em outra forma de organização da produção, a definição de trabalho produtivo não será a mesma que por ora vigora. Considerando esse pressuposto e tendo em vista que o não-idêntico é a inadequação à identidade vigente, concebemos o trabalho produtivo para o ser humano e improdutivo para o capital enquanto não-idêntico ao modo de produzir baseado na exploração do ser humano pelo ser humano. Contudo, partindo do entendimento de que o trabalho produtivo, o não-idêntico ao capitalismo, somente tomará materialidade efetiva quando o trabalho não for determinado pela forma de sociabilidade do capital. Finalmente, apontamos a necessária e urgente ruptura com o princípio de identidade dominante, o que requer a superação desta sociabilidade. Referências bibliográficas: ADORNO, Theodor W. Dialética Negativa. Tradução: Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. ADORNO, Theodor W. Terminología Filosófica I. Tradução: Ricardo Sánchez Ortiz de Urbina. Madri, Espanha: Taurus, 1976. MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. Livro I: o processo de produção do capital. Tradução: Rubens Enderle. 2º edição. São Paulo: Boitempo, 2017. MARX, KARL. O Capital. Livro I. Capítulo VI (inédito). Tradução: Eduardo Sucupira Filho. São Paulo: Ciências Humanas, 1978. MARX, KARL. Teorias da mais-valia: história crítica do pensamento econômico. Livro IV de O Capital. Volume I. Tradução: Reginaldo Sant’Annna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #feminismo #trabalho(im)produtivo #não-idêntico #autoras As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgada são de responsabilidade da autora da pesquisa.
- II Fórum Virtual D’As Pensadoras: Mulheres, Ciências e Pandemia
Prontas para mais uma edição do nosso Fórum? Para refrescar a memória: o I Fórum virtual d’As Pensadoras foi pensado para ser um espaço de interlocução plural entre a escola, cursistas, professoras e pesquisadoras colaboradoras, para debaterem temas relacionados à questão de gênero, raça, classe e seus desdobramentos. A segunda edição - o II Fórum Virtual D’As Pensadoras: Mulheres, Ciências e Pandemia - vem para consolidar o evento como um espaço intelectualizado de troca de saberes da Comunidade As Pensadoras. De modo afetivo e horizontal, o diálogo será a tecnologia para a interlocução de conhecimento, tendo como temas geradores a Filosofia, as Artes, as Ciências e o Ecofeminismo. Considerando o grave contexto de crise sanitária mundial, o evento busca também, elucidar de que forma a pandemia está sendo contextualizada na produção intelectual do público que orbita As Pensadoras. A proposta desse espaço não é o consenso, não é a fala apaziguada e a escuta passiva, mas sim, a dissonância, o diálogo conflituoso, porém respeitoso. Se entende que o formato de fórum, a expressão da criticidade, a valorização de experiências, trajetórias, processos criativos, bem como, fomentar espaços interativos e interdisciplinares para a escuta, reflexões teóricas, expressões em linguagens e partilhas afetuosas. Os debates ocorrerão nos dias 28 e 29 de julho 2021, em salas virtuais, tarde e noite, das 14:00 às 17:30 e das 18:00 às 21:30. Certificação: Como ouvintes: 20 horas com participação nos debates dos quatro eixos, pela Escola. Com proposta de debate: 20 horas com participação nos debates dos quatro eixos, pela Escola. Acompanhe nossos canais e confira mais informações que serão divulgadas em breve! Acesse o site a programação e faça sua inscrição! https://www.aspensadoras.com.br/cursos/ii-forum-d-as-as-pensadoras-mulheres-pandemia-e-ciencia 😉 #aspensadoras #forumdaspensadoras #comunidade
- Novo verbete: bell hooks por Mariléa de Almeida
“Uma mulher de língua afiada, sem papas na língua”: assim Mariléa de Almeida conta como era a bisavó de Gloria Jean Watkins, Bell Blair Hooks, a quem homenageou ao adotar o pseudônimo bell hooks. A homenagem faz jus à pensadora nascida em 1952 no estado de Kentucky, no sul dos Estados Unidos, que cresceu “respondendo a perguntas que não eram dirigidas a ela, fazendo perguntas sem-fim, discursando” (HOOKS, 2019a, p. 32). Neste verbete, Mariléa de Almeida compartilha conosco estes discursos, as perguntas que guiaram as reflexões dessa pensadora e as respostas que encontrou em sua trajetória. A autora do verbete apresenta o pensamento de hooks em quatro eixos: a crítica que fez à práxis pedagógica, inspirada por Paulo Freire – sem deixar de apontar críticas ao sexismo presente na obra do pensador brasileiro; a crítica à produção cultural, ensinando que é possível examinar um trabalho sem destruí-lo; as reflexões sobre espiritualidade, amor e autoestima como práticas políticas em que o cuidado de si não está apartado do cuidado com a coletividade. Por fim, Almeida apresenta as dinâmicas de raça, classe e gênero nos textos de hooks, mostrando como as dimensões subjetivas estão articuladas às questões estruturais como racismo, capitalismo, imperialismo e patriarcado. Almeida nos mostra que hooks denunciou opressões sem resvalar para maniqueísmos e essencialismos e exerceu uma prática narrativa que convida à conversa e aos encontros. Leiam o verbete aqui. E assistam aqui à entrevista que nossa editora Halina Leal fez com Mariléa de Almeida. Mariléa de Almeida é doutora em História pela Universidade Estadual de Campinas e autora do prefácio da edição brasileira do livro “Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra”, da feminista estadunidense bell hooks, publicado, em 2019, pela editora Elefante.












