GT FILOSOFIA E GÊNERO
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- Próximo sábado: Brazilian Women Philosophers / Filósofas Brasileiras
No próximo sábado, dia 17 de abril, às 11:00hs, venha conhecer mais sobre Sueli Carneiro na apresentação feita por Djamila Ribeiro para o vídeo de estreia da série Brazilian Women Philosophers / Filósofas Brasileiras. A série, promovida pelo projeto internacional Extending New Narratives in Philosophy e pela Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, é produzida em português com legendas em inglês, visando a acessibilidade do público internacional. Legendas em português também estão disponíveis. Com curadoria de Carolina Araújo e Carmel Ramos, ambas da UFRJ, a série convida intelectuais a apresentarem a obra das principais filósofas brasileiras. Centrados nos conceitos e argumentos da autora, os vídeos pretendem mostrar a importância da leitura de suas obras e de sua introdução no currículo acadêmico. Lançados a cada seis semanas, os vídeos estarão gratuitamente disponíveis nos canais YouTube do Extending New Narratives in Philosophy e da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas.
- Ciclo de Debates: Filósofas Kantianas
O Grupo de Estudos Kant e Interlocuções convida toda a comunidade para participar do ciclo de debates Filósofas Kantianas. O grupo uma iniciativa do projeto de extensão Kant e Interlocuções, da UFPR, coordenado pelo professor Joel Klein (UFPR) e seus orientandos. Os encontros ocorrerão nas segundas-feiras, das 17h às 19h. As inscrições podem ser feitas por meio do link: cutt.ly/interkant Cronograma: 22 de mar. Korsgaard – Creating the Kingdom of Ends. 19 de abr. Korsgaard – Creating the Kingdom of Ends. 17 de mai. O’Neill – Constructions of Reason. 21 de jun. O’Neill – Constructions of Reason. 12 de jul. Arendt – Aspectos específicos de algumas obras. 19 de jul. Arendt – Aspectos específicos de algumas obras. 26 de jul.Arendt – Aspectos específicos de algumas obras. 16 de ago. O’Neill – Constructing Authorities. 20 de set. O’Neill – Constructing Authorities. 18 de out. Kleingeld – Kant and Cosmopolitanism. 22 de nov. Kleingeld – Kant and Cosmopolitanism.
- Mais um vídeo da Série Prêmio Filósofas!
No quarto vídeo da série, Carmel Ramos, mestre em filosofia pela UFRJ, apresenta sua dissertação intitulada “Conservar a vida e não temer a morte: filosofia prática na correspondência entre Descartes e Elisabeth”. O trabalho, defendido em 2017, foi indicado pelo PPGLM/UFRJ ao Prêmio Filósofas 2020 e recebeu menção honrosa. O objetivo da Série de Vídeos Prêmio Filósofas é divulgar as pesquisas em filosofia realizadas por mulheres no Brasil. Por isso, a cada 15 dias publicaremos um vídeo com as filósofas indicadas por seus programas de pós-graduação ao Prêmio Filósofas, ao Prêmio ANPOF e ao Prêmio Capes contando um pouco sobre sua dissertação ou tese. Acesse https://youtu.be/Q93k1-XK_-U para conferir!
- Mestrandas(os) no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFBA
Para Juliana Aggio Bem-vindos à Coluna do Quantas Filósofas? na Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Quantas Filósofas? é um projeto de extensão do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu objetivo é produzir dados sobre Filosofia e Mulheres no Brasil e mobilizar alunos de graduação para a redação e divulgação de verbetes sobre Filósofas. Essa coluna publica periodicamente gráficos baseados em dados oficiais sobre Filosofia e Mulheres no Brasil produzidos pelo Quantas Filósofas?. Gráficos são imagens que trazem muitas informações. Eles contam histórias de pessoas e instituições, eles nos informam para as nossas escolhas. Essa coluna pretende despertar a atenção aos gráficos, por isso não publica comentários ou análises. Quer pedir a publicação de um gráfico? Escreva para quantasfilosofas@gmail.com #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #quantasfilosofas #ppfg #ufba
- Mulheres na Filosofia Entrevistas: Nara Rela sobre o verbete María Zambrano
Você conhece María Zambrano (1904-1991)? Zambrano foi uma filósofa espanhola, a primeira mulher a ganhar o prêmio Miguel de Cervantes, importante reconhecimento literário da Espanha. Plural, Maria Zambrano buscou sempre unir em seus escritos poesia, religião e filosofia. O verbete, escrito por Nara Rela, será lançado no próximo dia 14 e, no mesmo dia a autora será entrevistada pela nossa editora Carolina Araújo às 18h, em nosso canal no YouTube. Não perca, será imperdível!
- Comunidade As Pensadoras
No pouco tempo desde sua criação, a Escola As Pensadoras já tem mobilizado muitas mulheres de diversos países a aprofundarem o conhecimento sobre os feminismos e a ampliarem as referências femininas no universo intelectual, das artes, das ciências, da filosofia, da música, cujo legado foi apagado pela história. Para dar ainda mais corpo a esse grupo de pensadoras, estamos abrindo mais uma frente de transformação e criando a nossa Comunidade. Atendendo às demandas das nossas cursistas, pensamos em uma forma de congregar as mulheres, disponibilizando ainda mais conteúdos e ampliando a consciência do maior número de pessoas possível. 🤜🏻🤛🏾 Oportunizaremos às associadas atividades exclusivas, voltadas à qualificação do trabalho intelectual, como workshops, grupos de estudo, palestras, fóruns de discussão, entre outros. Além disso, descontos de 25% em cursos, minicursos e oficinas da Escola; desconto de 10% em cursos avançados; desconto de 15% na livraria da Escola; desconto de 15% em itens da loja; convênios e parcerias com instituições; acesso ao clipping semanal de notícias/artigos sobre feminismo e outros benefícios que serão constantemente divulgados. Interessadas em participar da Comunidade d’As Pensadoras podem realizar a filiação pelo site: https://www.aspensadoras.com.br/comunidade Vem com a gente! 💜 #comunidade #aspensadoras #sororidade
- Evento Nacional 'Ser-mulher' no mundo acadêmico: entraves e potencialidades
Estão abertas até o dia 15/04 as inscrições para o "Evento Nacional 'Ser-mulher' no mundo acadêmico: entraves e potencialidades" que acontecerá nas tardes dos dias 14 e 15 de abril. O evento é realizado pelo Grupo de Pesquisa e Extensão Hipátia (UFSJ) e marca a abertura do grupo à novas participantes, enfatizando o caráter interdisciplinar e interinstitucional da proposta. A programação conta com uma atividade interna e restrita às participantes do grupo, o "II Seminário Interno do Grupo Hipátia: apresentação de pesquisas e perspectivas de estudo", que consolida o grupo como um espaço de debate e inserção à pesquisa de estudantes mulheres. Além disso, o evento abre inscrições para todas as pessoas interessadas em participar do Ciclo de Rodas de conversa, que apresentará temas pertinentes para se pensar o lugar e a existência da mulher no mundo acadêmico, em todas as dimensões do feminino. As temáticas abordadas pelas convidadas serão "'Ser-mulher' no mundo acadêmico"; "Mulheres na Filosofia" e "Maternidade e Carreira Acadêmica". O Grupo Hipátia (UFSJ) é uma iniciativa do PET Filosofia em parceria com o Laboratório Ártemis, ambos programas do DFIME/UFSJ. Convidamos ao evento todas as pessoas interessadas na reflexão e construção coletiva de espaços mais igualitários na universidade e na sociedade. Venham com a gente! Mais informações no site do evento: https://grupohipatiaufsj.wixsite.com/ufsj Inscrições pelo formulário: https://forms.gle/51nKHDVsJYDfFBgb9 Canal do Grupo Hipátia UFSJ no YouTube. Inscreva-se! https://www.youtube.com/channel/UCAvSOxzf9187cEsoHw98zLA
- Evento: [Intencionalidade e Experiência]
O Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFPE (PPGFil-UFPE) e o Grupo de Pesquisa Consciência e Cognição convidam para o evento "Semana de Pós-Graduação em Filosofia da UFPE & VIII Ciclo de Palestras do Grupo de Pesquisa Consciência e Cognição [Intencionalidade e Experiência]" a ser realizado entre os dias 7 e 9 de abril. A programação do evento é composta por palestras, mesas e comunicações. Para mais informações, entrar em contato com "pos.filosofia@ufpe.br". Interessa ao tema de divulgação, mulheres e filosofia, especialmente as palestras e a comunicação a seguir: Palestra “Pensamento feminista decolonial: uma nova epistemologia”, com Susana de Castro (UFRJ); 08/04, às 15h; Comunicação “O patriarcado, o especismo e a objetivação de corpos”, com Juliana Severina da Silva; 08/04, às 09h; Palestra “Donna Haraway e diferentes modos de contar a filosofia”, com Juliele Sievers (UFAL/PPGFil-UFPE); 09/04, às 15h; A transmissão será pelo canal do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFPE no YouTube, o qual pode ser acessado no link a seguir: https://www.youtube.com/channel/UCrOpCgGKhFx-SAxhDwAGu0Q
- Enciclopédia Audiovisual de Filosofia (Anpof) - Verbete: Feminismos
Neste mês de março, a enciclopédia audiovisual de Filosofia lançou o verbete "Feminismos", feito pela profa. Dra. Izilda Johanson (Unifesp). Assista acessando o link: https://youtu.be/-f5DwnQ6S1o Feminismo diz respeito, antes de tudo, a modos de inserção de indivíduos, de pessoas, ou de um agrupamento de pessoas, no mundo, isto é, na vida e na prática social nas quais esses indivíduos, essas pessoas, concretamente existem. Feminismo tem a ver, portanto, com o que caracteriza e identifica ações e pensamentos; tem a ver com modos de se posicionar frente ao conhecimento e à ação prática - isto é, de se posicionar politicamente - e de interferir, de maneira consciente e deliberada, na realidade concreta em que se vive. Posicionamentos e práticas feministas pressupõem a constituição de uma consciência - que, já sabemos, não nasce pronta na mente das pessoas, mas precisa ser sempre aprendida e cultivada - de que a sociedade em que vivemos e aquela na qual agimos e visamos interferir pertence a um conjunto de sociedades mais ou menos diversas, no entanto, profundamente marcadas por desigualdades e assimetrias de poder, principais fontes de violência social em geral e de gênero em particular, as quais, por sua vez, são frutos de opressões de toda sorte (de gênero, de raça, de orientação sexual, de classe, de origem social, geográfica, cultura) as quais, por princípio e de fato, causam muitos sofrimentos a muitos e muitos, e para que muitos poucos possam viver sua vida o melhor possível. Há feminismos que atuam sob a consideração de que as diversas opressões podem ser pensadas e entendidas destacadamente umas das outras, que acreditam que é possível e viável combater um tipo de opressão, particularmente a de gênero, sem necessariamente se envolver nas demais. Há feminismos, bem ao contrário desses, que pensam e entendem que as opressões não existem de modo independente umas das outras, mas de modo entrelaçado e que sua força e eficácia advém justamente desse entrelaçamento; assim como a luta pela libertação em relação a essas opressões, ou seja, a luta por um mundo mais igualitário e com justiça social, parte também do reconhecimento de que é impossível atacar uma frente de opressão - por exemplo, o sexismo e o machismo - sem que as demais (o racismo, o colonialismo, a heteronormatividade, a cisnormatividade, entre outras) o sejam também, e conjuntamente. Começamos, assim, a responder por que o mais apropriado quando pensamos ou falamos de feminismo é fazê-lo no plural, em termos de feminismos. Porque os modos de conhecer, de agir, de interferir e de pensar o mundo concreto, ainda que dentro de um mesmo ponto de vista feminista, podem ser múltiplos e diversos; assim como podem e geralmente são diversos os entendimentos acerca das práticas consideradas libertárias e libertadoras que visem à igualdade entre todos, todas e todes.
- A importância da união substancial para o estabelecimento da árvore do saber cartesiana
BEATRIZ LAPORTA (USP) laporta.beatriz@gmail.com http://lattes.cnpq.br/1884997419752167 Dissertação de Mestrado Orientadora: Tessa Moura Lacerda Data prevista de defesa: 10/01/2022 Fonte da imagem: https://www.journeylist.lu/downloads/descartes.pdf Nesta pesquisa, o que surge como interesse é um dos pontos mais criticáveis pela tradição cartesiana à teoria do filósofo René Descartes. Desde os contemporâneos debatedores, até filósofos e comentadores posteriores, a questão da união substancial fez surgir novas teorias e novos métodos de conhecimento nas filosofias pós-cartesianas. Seguindo uma rede de comentadores que acredita serem as grandes metafísicas pós-cartesianas, de um modo geral, proposições para superar o caráter incompreensível do regime causal em operação na união entre corpo e alma, vê-se que a concepção cartesiana da causalidade, principalmente quanto à união, trouxe grandes dificuldades para os filósofos do e posteriores ao século XVII. Essa dissertação defende que a união é um problema filosófico na medida em que não pode ser entendida distintamente, mas não é uma falha, muito pelo contrário, ela é justificada nesse projeto filosófico de Descartes. Busca-se mostrar que é a “raiz” metafísica e o “tronco” física que fundamentam a questão prática da moral, o plano do conhecimento da experiência e do sentimento, isto é, do conhecimento incerto e confuso. Assim, defende-se que a impossibilidade de se entender distintamente como pode se dar a interação alma-corpo não é uma falha cartesiana e que o projeto de Sabedoria, isto é, a constituição de uma sabedoria total pelo sujeito, deriva da constatação de que a união substancial não pode, e não deve, estar no campo de conhecimentos claros e distintos. Além disso, pretende-se investigar como só seria possível a Descartes estabelecer seu projeto de árvore do saber a partir de uma questão metafísica, a saber, a união substancial, campo das ideias confusas e incertas. E mais, o estudo que aqui se almeja deverá justificar e desenvolver os pontos necessários para demonstrar por que Descartes precisou que seu projeto de Sabedoria assim fosse feito, a saber, partindo de uma raíz bem estruturada pelo método da clareza e distinção, para o estabelecimento do ser humano no campo da experiência e do sentimento. Quer-se apontar que Descartes não pretendeu em nenhum momento se fixar no sujeito enquanto pensante, isto é, que já havia um espaço em sua filosofia - mesmo antes da produção do Tratado das Paixões - para a união da alma com o corpo como uma união substancial. Isso pois, na carta prefácio aos Princípios da Filosofia, ao colocar como objetivo de sua filosofia a construção de uma árvore do saber, em que a metafísica seria a raiz, a física o tronco e a moral um dos galhos, e ao construir nas Meditações Metafísicas uma metafísica pautada pelo método rigoroso de conhecimento certo e indubitável, o autor precisava de um ponto no qual pudesse lidar com o sujeito como pensante, mas principalmente como unido a um corpo. E, através da terceira noção primitiva explicada por Descartes na Correspondência com Elisabeth, ele mostra que a união é um conhecimento claro, mas não distinto, além de indicar a pretensão, dentro de seu plano de conhecimento, do estabelecimento de uma física não hipotética e de uma moral e uma medicina que lidassem com o ser humano enquanto alma unida a um corpo. Porém, não está dentro do escopo dessa dissertação analisar a união substancial somente por meio das questões morais ou a partir de uma releitura das Meditações buscando justificar a apresentação das substâncias enquanto unidas, pois acredita-se que existem inúmeros trabalhos consolidados sobre o assunto. Antes, busca-se trazer o problema do dualismo cartesiano em uma perspectiva de leitura da Obra de Descartes a partir dos sentidos de unidade e percurso. Além disso, não foi proposto seguir rigorosamente a ordem da árvore na divisão de capítulos (como se a cada capítulo fosse obrigatório apresentarmos uma obra publicada de Descartes que trate somente de metafísica, física e dos ramos, nessa ordem, por exemplo) pois, para a argumentação, se tornou mais fundamental que a discussão sobre o método entrasse no segundo capítulo, e que no terceiro fosse possível investigar detidamente a crítica de Elisabeth da Boêmia. Portanto, a proposta dessa pesquisa se pauta em contribuir com o repertório de análise cartesiano a partir de uma aparente contradição em seu percurso teórico e, em específico, compreender como a partir da união substancial Descartes conseguiu incorporar em sua filosofia o plano do conhecimento incerto e confuso, isto é, o plano do conhecimento da experiência e do sentimento, possibilitando passar da metafísica para a física e depois a moral em sua árvore do saber, sem que abandonasse sua pesquisa metafísica, mas ao contrário, integrasse as certezas que o método lhe trouxe nos demais conhecimentos que buscava. Referências: DESCARTES, R. As paixões da alma; Correspondência; Discurso do Método; Meditações Metafísicas. In: Os Pensadores. Trad de Bento Prado Jr., Jacó Guinsburg. São Paulo: Abril Cultural, 1973. ____________. Regras para a direção do espírito. Trad. Port. De João Gama. Lisboa: Edições 70, 1989. ______________. Princípios da Filosofia. Lisboa: Edições 70. 1997. ______________. Carta-prefácio dos Princípios da Filosofia. Apresentação e Notas: Denis Moreau; Trad: Homero Santiago. SP: Martins Fontes, 2003. ______________. El tratado del hombre. Madrid: Alianza Editorial, S.A, 1990. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #descartes #ElisabethdaBoêmia #uniaosubstancial #arvoredosaber As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgadas são de responsabilidade da autora da pesquisa.
- Práticas críticas de si: Foucault e Butler
Querides, Segue link da live abaixo:
- Pela Visibilidade das Filósofas
Confira o vídeo do GT Filosofia e Gênero em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Príscila Carvalho, Caroline Marim, Graziela Rinaldi da Rosa, Susana de Castro, Magda Guadalupe dos Santos, Maria Cristina Longo, Loiane Verbicaro, Carla Rodrigues, Juliana Aggio, Janyne Satler e Ilze Zirbel apresentam as palavras de Maria Lugones, Nísia Floresta, Lélia Gonzalez, Maria Luísa Femenías, Silvia Federici, Adrienne Rich, Judith Butler, Donna Haraway e Simone de Beauvoir #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #gtfilosofiaegênero








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