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  • Estamos de volta! Com entrevista sobre Sueli Carneiro

    Estão preparadas para aplacar a saudade que vocês estavam sentindo das nossas entrevistas? Nós voltaremos (excepcionalmente) na próxima terça-feira, dia 14 de março às 17h com essa entrevista aqui que promete: Vinicius Santana, mestrando em Filosofia na Unicamp e membro do perfil @quebrada.cult, conversa com a nossa editora Halina Leal sobre o verbete Sueli Carneiro. Ativista e filósofa, Sueli Carneiro é uma intelectual que se dedico u a estudar o epistemicídio, isto é, o apagamento de conhecimento de pessoas negras nos âmbitos acadêmicos. Não deixe de conferir essa entrevista. Prepare as suas perguntas e vamos juntas! https://www.youtube.com/watch?v=kmUK4ovEWmw #MulheresnaFilosofia #SueliCarneiro

  • História do patriarcado no Brasil é tema de disciplina da Escola As Pensadoras

    Existe uma variedade de termos e temas ligados ao feminismo, entre eles está o patriarcado, que em poucas palavras quer dizer um sistema social que favorece os homens. A cultura, estrutura e relações são sempre melhores para os homens, deixando as mulheres em um lugar desvantajoso, com poucos direitos e sendo submetida à violências por causa do seu gênero. Para entender e explicar mais sobre esse sistema desigual no nosso país, a Escola As Pensadoras (@aspensadorasoficial) oferta no próximo mês o curso A Formação Patriarcal do Brasil, que será ministrado pela professora e doutora Ana Prestes. Segundo a professora, não se sabe quando o vocábulo patriarcado começou a ser utilizado, mas há registros da palavra no código Hamurabi, da antiga Mesopotâmia, do século 18 antes de Cristo: “(nessa época) Já usava o termo e designava a necessidade de controle das mulheres em uma sociedade patriarcal”. Ana é pesquisadora da história da participação política das mulheres no Brasil, e inclusive, é autora e organizadora do livro 100 Anos da Luta das Mulheres pelo Voto - Argentina, Brasil, Uruguai, do Instituto E Se Fosse Você?, publicado em 2021. Em suas aulas, Prestes trará um panorama histórico de como foi formado o sistema patriarcal brasileiro, começando pelo período de colonização do Brasil, quem eram as mulheres dessa época? Como eram tratadas? . E indo até os dias de hoje, em que será que podemos afirmar que é o século das mulheres? O curso tem carga horária de 20h, é totalmente online e será transmitido pela plataforma Google Meet. O valor da capacitação é de R$ 135,00 para profissionais e R$85,00 para estudantes, associadas da Escola As Pensadoras (@aspensadorasoficial) podem fazer o curso gratuitamente. Serão seis dias de aula que acontecerão às sextas-feiras e sábados do mês de março, a partir do dia 10. Todas as participantes receberão certificado. As aulas serão mediadas por Rita Machado, professora, doutora e idealizadora e coordenadora geral da Escola As Pensadoras (@aspensadorasoficial) . No link a seguir é possível fazer a inscrição e conferir toda a ementa do curso: https://www.aspensadoras.com.br/cursos/a-formacao-patriarcal-do-brasil

  • Núcleo de pesquisa e Extensão em Artes da América Latina

    Estão abertas as inscrições para a seleção de pesquisadores em Artes da América Latina pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Os selecionados irão integrar o Núcleo de Pesquisa e Extensão em Artes da América Latina (ação de extensão do Grupo de Pesquisa Filomove do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes – ICHCA). Liderado pela professora Natacha Muriel López Gallucci, o grupo realiza encontros de pesquisa orientados para pesquisa nas áreas de filosofia, audiovisual, mulheres roteiristas, artistas cênicas, cordelistas e músicos interessados nas manifestações latinoamericanas. Os encontros estão orientados para a montagem multimédia do espetáculo Estação Latinoamericana. Homenagem ao filósofo da Cultura Rodolfo Kusch. Podem participar estudantes da graduação interessados no tema. “Buscamos formar pesquisadores-docentes-artistas interessados nas filosofias e saberes culturais da América Latina através de leituras, análises fílmicas, músicas e danças de diversos países como a Bolívia, Uruguai, Argentina, Brasil, Cuba, entre outras que dialogam com a cultura popular alagoana de matriz afrolatinoamerindia”, explica a professora Gallucci. Para realizar inscrição, basta preencher o formulário no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScZ0CllgYI39H_Y5wzQiEj2ZqRWNXtTCozzegxfEbGrZXNeRg/viewform Os encontros acontecem em duas sessões, sendo a primeira composta de Oficinas de Montagem em Audiovisual e Danças da América Latina: às quartas-feiras, das 17h às 18h30, na sala de trabalhos corporais do ICHCA; e a segunda, a Oficina de Composição coreográfica em Tango contemporâneo: às segundas-feiras, das 18h às 19h, na Sala 164 na ETA. O resultado da seleção será divulgado por e-mail aos inscritos e também no perfil do grupo no Instagram @grupofilomove A pesquisa será realizada de março a dezembro de 2023 e todos os participantes farão parte da montagem do Estação Latinoamericana 2023. Conheça a proposta aqui.

  • Mulheres (in)visíveis e o Ensino de Filosofia no Brasil

    Comemorando o 8 de março de 2023, a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas convida Jordânia Leal e Nathalia de Oliveira para uma Roda de Conversa sobre a (in)visibilidade das mulheres no Ensino de Filosofia no Brasil. JORDÂNIA ARAÚJO MARTINS LEAL: Professora de Filosofia da Rede Estadual de Educação da Bahia; Mestranda em Filosofia pela UFBA. NATHALIA DE OLIVEIRA: Professora de Filosofia da Rede Estadual de Educação de São Paulo; Mestra em Filosofia pela Universidade Federal do ABC (PROF-FILO). Mediação: Gislene Vale dos Santos – Professora de Filosofia do Departamento de Filosofia da UFBA. Comissão organizadora: Inara Zanuzzi - UFRGS Valéria Wilke - UFABC Gislene Vale dos Santos – UFBA #filosofasOrg #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #8M #JordaniaLeal #NathaliadeOliveira

  • Grupo de Estudos Feministas

    O Grupo de Estudos Feministas é uma iniciativa do Projeto de Pesquisa de mesmo nome, vinculado à Universidade de Passo Fundo. O grupo atua desde 2018, tendo publicado dois livros sobre a temática (Mulheres na História e seus legados: eco de vozes emudecidas; Travessias Feministas: diálogos sobre gênero e sexualidades). No momento dedica-se ao debate sobre o feminismo decolonial. Reune-se às sextas-feiras, quinzenalmente, via google meet, das 18h às 19h. Incrições e mais informações via email patriciak@upf.br

  • Livro: Las filósofas que nos formaron. Injusticias, retos y posibilidades en la Filosofía.

    Este é um livro de livre acesso que nasceu do nosso compromisso com as contribuições das filósofas a partir da questão vital: Quem nos formou? Como resultado, este diálogo é apresentado em doze vozes; reunidas para discutir, desde diferentes lugares da América Latina, sobre nossa formação teórica, profissional e humana a partir de uma plataforma justa e franca. Concebido, em plena pandemia do SARS-CoV-2, queremos construir um espaço com novas ideias, propostas e identidades em Filosofia. Além disso, queremos convidar as nossas e nossos leitores a vislumbrar as possibilidades de uma mudança radical na forma como concebemos e fazemos filosofia. Disponível em formato PDF-ePub-Kindle https://libros.uanl.mx/index.php/u/catalog/book/124

  • Quantas Filósofas: Verbete Lélia Gonzalez, por Maria José Santos Ferreira (UFRJ)

    Lélia Gonzalez, professora e filósofa brasileira, militante do movimento negro e do feminismo negro, produtora de relevante obra que, ao abordar as raízes da desigualdade social, política e econômica que atinge a população negra, fundamenta o enfrentamento e a resistência aos efeitos desta desigualdade. A obra de Lélia Gonzalez é composta de livros, ensaios publicados em livros ou revistas acadêmicas, cartas, artigos e entrevistas publicados em jornais da grande imprensa, em cadernos femininos e em periódicos de movimentos e partidos. Os livros e ensaios mostram a qualidade intelectual de Lélia Gonzalez, sua capacidade de argumentação dentro do debate acadêmico, a facilidade com que circula pelos campos filosófico, sociológico, antropológico e psicanalítico. Também expressam a habilidade da escritora em compor textos que utilizam linguagem erudita e linguagem coloquial, unindo saberes acadêmicos e saberes populares. O projeto de extensão Quantas Filósofas? incentiva graduandos a publicar verbetes introdutórios sobre a vida e a obra de filósofas, de modo a resgatar suas contribuições para a história da filosofia. Leia o verbete completo no link: https://www.filosofas.org/quantas-lelia-gonzalez

  • 5 ANOS SEM MARIELLE: EVENTO DO GT DE FILOSOFIA E GÊNERO DA ANPOF NO 8M

    Em função dos 5 anos da morte de Marielle Franco sem esclarecimentos (em apoio ao Instituto Marielle Franco) e devido ao Dia Internacional de Luta das Mulheres, o GT de Filosofia e Gênero da ANPOF conduzirá, do dia 07 ao dia 10 de março, um evento para discutir amplamente o gênero, a política e as violências que se direcionam tão comumente a mulheres, pessoas negras e grupos marginalizados. O evento será uma homenagem a Marielle Franco, questionando, no quinto ano desde seu assassinato, Quem Mandou Matar Marielle? Confira abaixo nossa programação, que será transmitida ao vivo pelo canal da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Dia 07/03 16:30-18:00: Lançamento do livro: 08.01: perspectivas sobre a tentativa de golpe. Autoras: Maria Cristina Longo (UFES), Silvana Ramos (USP), Susana de Castro (UFRJ), Valéria Wilke (UNIRIO). Org. Susana de Castro (UFRJ). Mediação: Ilze Zirbel (CESUSC). 19:00- 21:00: Corpos matáveis: gênero, raça e violência. Participantes: Érico Andrade (UFPE), Halina Leal (FURB), Simone Borges (UFBA), Tessa Lacerda (USP). Mediação: Maria Cristina Longo (UFES). Dia 08/03 20:00-21:30: Segurança pública. Participantes: Deise Benedito (assessora técnica de segurança pública na câmara federal dos deputados na liderança do PSOL) e Orlando Zaccone (coordenador do Policiais Antifascismo). Mediação: Susana de Castro (UFRJ). Dia 09/03 19:00-21:00: Promovendo a igualdade de gênero e enfrentando o assédio, feminicídio e outras formas de violência nas Universidades Brasileiras. Participantes: Edna do Nascimento (UFPI), Lígia Baptista (UNB) e Solange Costa (UESPI-UFPI). Mediação: Solange Costa (UESPI-UFPI). Dia 10/03 14:00-16:00: Violência Política de Gênero e o Fascismo Brasileiro: quantas mais têm que morrer? Participantes: Maria Tereza Capra (vereadora de São Miguel do Oeste); Marlina (vereadora de Brusque); Carla Ayres (vereadora de Florianópolis); Yara Frateschi (UNICAMP). Mediação: Jeane Rinque (UFRJ) 17:00-18:30: Mulheres na Política. Participantes: Juliana Cardoso (Deputada Federal - SP) e Tainá de Paula (Vereadora - Rio de Janeiro/RJ). Mediação: Príscila Carvalho (UNILA). #QuemMandouMatarMarielle?

  • Live: Hildegarda de Bingen: as suas visões e o seu pensamento 23/02 às 15h00

    Hildegarda de Bingen foi uma das primeiras filósofas do nosso Projeto, em seu primeiro ano, em 2020. Não nos cansamos de voltar a ela! Trazemos aqui Maria Leonor Lamas de Oliveira Xavier para falar sobre as visões e o pensamento de Hildegarda, celebrando esta filósofa medieval mais uma vez, junto de Mariana Paolozzi Sérvulo da Cunha, professora do Departamento de Filosofia da UFSC e integrante do Projeto. A live acontece amanhã dia 23/02, às 15h00 em nosso canal: Hildegarda de Bingen: as suas visões e o seu pensamento - YouTube Maria Leonor Lamas de Oliveira Xavier é Professora Associada com Agregação do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde tem leccionado, entre outras, as disciplinas de Filosofia Medieval e de Filosofia e Teologia na Idade Média. É membra do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (CFUL), da Sociedade Internacional para o Estudo da Filosofia Medieval (SIEPM), da Red Latinoamericana de Filosofía Medieval (RLFM), da Sociedad de Filosofía Medieval (SOFIME), da Comissão Científica de Enfermagem da Universidade de Lisboa e do Conselho de Ética da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (ESEL). Autora de: Filosofia com Coração (2017); Three Questions on God (2016); A Questão da Existência de Deus. Uma Disputa Medieval (2013); O Teísmo Medieval. Santo Anselmo e João Duns Escoto (2009); Questões de Filosofia na Idade Média(2007); Razão e Ser. Três Questões de Ontologia em Santo Anselmo (1999); bem como de dezenas de artigos publicados em obras coletivas e revistas de filosofia. Tradutora de: Teologia Mística. Textos de Pedro Hispano e Tomás Galo (2008). Coordenadora de: Philosophica 34. Anselmo sola ratione 900 anos depois (2009); A Questão de Deus na História da Filosofia I-II (2008) e A Questão de Deus. Ensaios Filosóficos (2010), obras publicadas no âmbito do Projeto de Filosofia FCT / CFUL [PTDC/FIL/64249/2006] «A Questão de Deus. História e Crítica» (Informação disponível em: www.aquestaodedeus.blogspot.com). Imagem: As estações e o cultivo da terra. Iluminura de Liber divinorum operum.

  • Quantas Filósofas: Verbete Macrina, por Marcos Cardoso dos Santos (UFRJ)

    Sua mãe Emélia veio da Capadócia e seu pai, Basílio, o ancião, era nativo de Neocesareia, a capital da província romana de Pontus Polemoniacus, ao sul do Mar Negro. Socialmente, seus pais pertenciam à aristocracia fundiária. Ambos os lados da família eram conhecidos por seu comprometimento com o cristianismo. Macrina era a mais velha dos dez filhos nascidos do casal. Macrina, em termos religiosos, era o centro para seus irmãos tornando-se a mãe espiritual e mestra de sua própria mãe, Emélia, e para cada um de seus irmãos. Após a morte de seu noivo, ela se retirou com sua mãe Emélia e alguns ex-criados para uma fazenda da família no rio Íris perto de Anesi, onde viveu uma vida de contemplação, oração e penitência. Em a “Vida de Macrina” de autoria de Gregório de Nisa, obra a partir de agora referenciada como VM (tradução de Adriana Zierer), o autor elogia-a como uma mulher com formação teológica. Macrina é conhecida pelo fato de ter sido irmã de Basílio e Gregório tendo em vista que esses dois padres da Capadócia eram renomados em sua época. No entanto, segundo Durán, ela não teve suficiente consideração mesmo sendo notórios os seus perfis intelectual e espiritual, e legado que deixou para a cristandade. Seu dia comemorativo, conforme calendário litúrgico, é 19 de julho. O projeto de extensão Quantas Filósofas? incentiva graduandos a publicar verbetes introdutórios sobre a vida e a obra de filósofas, de modo a resgatar suas contribuições para a história da filosofia. Leia o verbete completo no link: https://www.filosofas.org/quantas-macrina

  • Especial do Projeto Uma filósofa por mês: Mary Wollstonecraft com Maria Luísa Ribeiro Ferreira

    Nesta quinta-feira, 09 de fevereiro, as 15 horas (horário de Brasília) Maria Luísa Ribeiro é professora aposentada do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Especialista em Espinosa e Hume, dedica-se igualmente às questões do ensino de filosofia, às questões de gênero e feminismo e às mulheres na filosofia. Participa da live também Janyne Sattler (UFSC/UNISUL), coordenadora do Projeto Uma Filósofa por Mês. https://www.youtube.com/watch?v=85uB2n16CHA https://www.instagram.com/p/CoXHmY6Lr3j/?igshid=MDJmNzVkMjY= https://www.instagram.com/p/CoXIpzfLzD-/?igshid=MDJmNzVkMjY=

  • Quantas Filósofas: Verbete Sophie Bọ́sẹ̀dé, por Carlos Eduardo da Silva Rocha (UFRJ)

    Sophie Bọ́sẹ̀dé Olúwọlé foi uma filósofa nigeriana cujo trabalho se debruçou sobre o estudo e divulgação das filosofias africanas, em especial Ifá, a filosofia de Ọ̀rúnmìlà. Em uma palestra no evento “Conferências Africanas: semana de Ooni de Ifé no Rio” realizado no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 12 de junho de 2018, a Filósofa, Doutora e Professora Sophie Bọ́sẹ̀dé Olúwọlé iniciou sua fala dizendo que gostaria de se apresentar como alguém que teve uma oportunidade muito incomum. Essa oportunidade foi o estudo e a difusão das filosofias africanas. ​ Sua vida foi um exemplo de perseverança, dedicação e luta contra o eurocentrismo ainda tão forte na academia mundial. Olúwọlé enfrentou de frente a colonialidade acadêmica que ainda resiste em reconhecer a existência das filosofias Africanas. Como Filósofa, Olúwọlé apontou o dedo e denunciou o racismo estrutural que sufoca o estudo, a pesquisa e a divulgação de todo o pensamento que não seja branco e Ocidental. Como diz o título do artigo escrito por Christine Manby e Peyvand Khorsandi (2019) para o site Independent, Sophie Olúwọlé foi a filósofa nigeriana que ajudou a colocar o pensamento yorùbá no mapa. O projeto de extensão Quantas Filósofas? incentiva graduandos a publicar verbetes introdutórios sobre a vida e a obra de filósofas, de modo a resgatar suas contribuições para a história da filosofia. Leia o verbete completo no link: https://www.filosofas.org/quantas-sophie-bosede

​Dúvidas? Escreva para filosofas.brasil@gmail.com

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