GT FILOSOFIA E GÊNERO
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- Mulheres que leem mulheres: Mayara Franca Moreira lê Hito Steyerl
Neste sábado (04/12), lançamos mais um vídeo do projeto "Mulheres que leem mulheres", parceria entre a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas e o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/UFRJ), no qual pesquisadoras brasileiras apresentam filósofas e teóricas das Ciências Humanas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres para a comunidade acadêmica. No décimo nono vídeo da série, prosseguimos com os lançamentos da nossa chamada pública. Nele, a professora Mayara Franca Moreira (SEDF) apresenta a filósofa e cineasta alemã Hito Steyerl.
- Blog Mulheres na Filosofia Entrevista Maria Walkíria Cabral sobre Drucilla Cornell
Na próxima quarta-feira (8/12) o Blog Mulheres na Filosofia fará a última entrevista deste ano. Para encerrar com chave de ouro, lançará o verbete "Drucilla Cornell" conversando com a autora do verbete, Maria Walkíria Cabral. A editora Monique Hulsof é quem conduz a entrevista. A conversa vai ser às 18h no canal do blog no YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=u5QkzIyODY4
- Mestrandas no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Santa Maria
Para Gisele Secco Bem-vindos à Coluna do Quantas Filósofas? na Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Quantas Filósofas? é um projeto de extensão do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu objetivo é produzir dados sobre Filosofia e Mulheres no Brasil e mobilizar alunos de graduação para a redação e divulgação de verbetes sobre Filósofas. Essa coluna publica periodicamente gráficos baseados em dados oficiais sobre Filosofia e Mulheres no Brasil produzidos pelo Quantas Filósofas?. Gráficos são imagens que trazem muitas informações. Eles contam histórias de pessoas e instituições, eles nos informam para as nossas escolhas. Essa coluna pretende despertar a atenção aos gráficos, por isso não publica comentários ou análises. Quer pedir a publicação de um gráfico? Escreva para quantasfilosofas@gmail.com #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #quantasfilosofas #filosofasOrg
- Escola As Pensadoras lança curso sobre Economia Feminista
Uma excelente oportunidade para aproveitar o período de férias para estudar “Juntas, vamos entender e questionar o papel das mulheres na sociedade capitalista e pensar em formas alternativas de pensar a economia e valorizar a vida!”. Com essas palavras da Professora Dra. Lygia Sabbag Fares, a Escola As Pensadoras lança o Curso 'As Pensadoras e a Economia Feminista'. As aulas serão nos dias 14, 21, 28 de janeiro e 04 e 11 de fevereiro, das 16h às 18h30, totalmente online. Durante o curso, serão analisadas e discutidas questões como: o que é economia feminista; desigualdades socioeconômicas de gênero; divisão sexual do trabalho; trabalho de cuidados e remunerado; teoria da reprodução social; geração de renda e finanças pessoais; feminismo e políticas públicas. "A economia é uma ciência muito hostil para as mulheres. Economia feminista é uma área pouco conhecida no Brasil e no mundo, que oferece uma visão alternativa à dominante, pautada na figura 'universal' do homem branco, heteronormativo, questionando os valores da sociedade capitalista. As economistas feministas propõem mudar o foco e sair da lógica de mercado e do lucro, colocando a vida no centro. A valorização do processo social e as interações sociais são o ponto de partida", complementa a Professora Dra. Lygia Sabbag Fares, coordenadora do Curso. Assim como os demais, o curso é totalmente online e pode ser realizado de maneira síncrona e assíncrona pelas plataformas digitais. As participantes receberão certificação pela Escola As Pensadoras referente a 20 horas de aulas. Existe a possibilidade de participação de pessoas surdas, mais uma oportunidade de formação intelectual democrática. Conheça o curso e o corpo docente: https://www.aspensadoras.com.br/cursos/economia-feminista Conheça nosso site https://www.aspensadoras.com.br/
- Conferência: "Devemos pensar como uma mulher?"
Na Sétima Semana Acadêmica: Mulheres na Filosofia e na Arte, haverá a conferência "Devemos pensar como uma mulher?", apresentada pela professora doutora Telma Birchal. Telma, professora na UFMG, diz: "Nesta palestra, pretendo apresentar respostas provisórias à questão expressa no título, em diálogo com filósofas de diversas eras, como Marie de Gournay, Olympe de Gouges e Simone de Beauvoir, que pensaram sua condição de mulher filósofa. Defendo que, ao invés de tentar resolver a questão, sobretudo confusa, de se o pensamento é particular ou universal, mais fecundo seria apostar na importância de se colocar à luz da investigação filosófica as experiências vividas por mulheres, tantas vezes deixadas de lado. Pensar a a gravidez, a maternidade e o cuidado, por exemplo, é estender o mundo (contingentemente) feminino ao pensamento e e torná-lo compartilhável." Acompanhe a conferência em tempo real no Youtube, pelo canal "Filosofia Unimontes", com o link: https://youtu.be/L27cbZyEGJU
- Em curso: chamada de resumos
A Em Curso é uma coluna periódica da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas destinada a divulgar a pesquisa de pós-graduandas em filosofia no nosso site. Com o intuito de visibilizar a atuação de mulheres filósofas, a coluna publica resumos de pesquisas realizadas por mulheres nas pós-graduações em filosofia de todo o Brasil, em quaisquer linhas de pesquisa em filosofia e sobre quaisquer temáticas filosóficas. A coordenação da Em Curso é feita pelo GEMF, Grupo de Escrita de Mulheres na Filosofia, formado por pesquisadoras de pós-doutorado e professoras que, desde 2015, vêm apoiando e incentivando a escrita acadêmica de filósofas. Com muita satisfação a Rede convida as pesquisadoras de pós-graduação em filosofia do Brasil a preencherem o formulário da Em Curso. Participem de mais essa iniciativa de colaboração e incentivo às mulheres filósofas!
- Episódio desta semana: Adelaide Carraro, autora de denúncias gozosas.
“Quando escrevo algum livro, procuro um assunto que ninguém abordou ou tem medo de abordar. Entro dentro da história, sem mesmo refletir se posso sair viva da mesma” - Adelaide Carraro. Como afirma Adriana Fraga Vieira, Adelaide foi uma romancista brasileira que escolheu reencontrar-se com o tempo através da literatura, tornando públicos aspectos de sua vida pessoal. Em uma série de escritos autobiográficos e posteriormente escolhendo outras vidas para narrar, suas obras são tecidas a partir de memórias e experiências, que dão significados a seu trabalho. Quer conhecer mais sobre essa voz? Acompanhe nosso podcast Mulheres Intelectuais de Ontem e Hoje, link na bio https://instagram.com/vozes.de.mulheres?utm_medium=copy_link. Novo episódio dia 1 de dezembro, as 11h na Radio UFRJ e na plataforma Spotify. #podcastmulheresintelectuaisdeontemehoje #CassandraRios#EscritoraMaldita #feminismodecolonial #vozesdemulheres#vozeslatinoamericanas #feminismoantirracista #resistência#lutaanticolonialista #pósgraduacaodefilosofiaufrj #PPGF#estudosdescoloniaiscarolinamariadejesus
- Hoje: Uma História de Mulheres Filósofas: notas de uma tradução
Hoje, 29 de novembro, às 19horas, como parte do XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Filosofia da Universidade Federal de Ouro Preto, Gislene Vale dos Santos (UFBA), Ana Rieger (UFRGS), Ilze Zirbel (UFSC) e Marília Espírito Santo (PPGLM-UFRJ) irão discutir a experiência da tradução coletiva para o português de Uma História de Mulheres Filósofas, de Mary Ellen Waithe. Não perca! Hoje, no canal YouTube: Filosofia UFOP Mais informações em http://www.enpf.ufop.br #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasorg #filosofasbrail #waithe #umahistoriademulheresfilosofas
- Mulheres que leem mulheres: Paula Rech lê Amy Allen
Neste sábado (27/11), lançamos mais um vídeo do projeto "Mulheres que leem mulheres", parceria entre a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas e o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/UFRJ), no qual pesquisadoras brasileiras apresentam filósofas e teóricas das Ciências Humanas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres para a comunidade acadêmica. No décimo oitavo vídeo da série, prosseguimos com os lançamentos da nossa chamada pública. Nele, a pesquisadora Paula Rech (UFRGS) apresenta a filósofa estadunidense Amy Allen.
- A meditação como impulso dionisíaco e apolíneo na estética existencial de Friedrich Nietzsche
ROBERTA SOARES DE MELO (UERJ) betafilosofia@gmail.com http://lattes.cnpq.br/7577190319028362 Tese de doutorado Orientadora: Maria Helena Lisboa da Cunha Data prevista para a defesa: 29/11/2024 Fonte da imagem: Cidade foto criada por freepik - br.freepik.com Na pesquisa em questão pretendo desenvolver uma justificativa possível para a concepção da vida como fenômeno estético em Nietzsche através da prática meditativa realizada em diversas tradições orientais. Partindo do olhar do Ocidente sobre a noção de um “eu” que se estende pela ideia de um ego e de uma consciência bem determinado, o projeto ocidental pensa uma identidade determinada por um “eu” atômico e independente. Ao mesmo tempo, constrói uma moral fixa conectada fortemente à definição desse “eu”, substância imóvel e isolada. A união desses dois pontos - “eu” isolado e moral fixa - foi capaz de produzir uma das tendências mais deletérias da condição humana – a permanente insatisfação com o que se é; e mais ainda, a não aceitação do que se foi. Nietzsche apresenta ao longo de sua filosofia uma perspectiva que se afasta tanto do modelo de moral fixa como de um “eu” permanente e único. Apesar de perspectivas diferentes, a Filosofia Oriental, sobretudo a indiana, reconhece o sentido do “eu” também como algo não fixado, em um sentido que ultrapassa o sujeito consciente e delimitado. O “eu” aqui é afirmado não como algo isolado, mas em conexão. Entende-se que é importante uma correção na percepção do “eu”, pois as distorções decorrentes de uma compreensão falha podem se tornar fontes de contaminação na maneira como vemos o mundo e a nós mesmos. Na prática, isso constitui em abandonarmos a instância do “eu” e do “meu” para que aquilo que é objeto de manipulação torne-se o que se é, ou seja, mais um fenômeno que compõe a vida. Do lado Ocidental, Nietzsche traz à tona a questão do “tornar-se quem se é” e para compreendermos isso podemos partir da definição nietzscheana de vida como um fenômeno estético. Segundo ele, o mundo e a própria existência só podem ser justificados como um fenômeno estético. Com isso, Nietzsche substitui uma ótica moral sobre a vida para dar sentido à existência pela ótica de uma estética existencial fazendo uso da simbologia dos deuses Apolo e Dioniso. Na perspectiva da estética existencial nietzscheana, apolíneo e dionisíaco se integram formando dois aspectos vitais pelos quais o ser humano é modelado: o impulso apolíneo, baseado em critérios de harmonia e perfeição formal, vincula-se a uma necessidade humana de sobriedade, equilíbrio de conduta, respeito pela ordem pública. E o impulso dionisíaco, negador de qualquer limite, conduz à exaltação desmedida nas ações, à supressão da individualidade pelo êxtase, à embriaguez como libertação existencial. Para ele, Dioníso e Apolo são, respectivamente, símbolos de vida e de morte, força vital e racionalidade, saúde e doença, instinto e intelecto, escuridão e luz, devir e imobilidade, embriaguez e sonho. Diante dessa leitura nietzscheana podemos identificar o papel de uma dupla de impulsos que não lutam contra si, mas se complementam no indivíduo humano. Essa dupla relação foi muito bem explorada por Nietzsche na junção de uma ordem estabelecida pela razão, que configura a busca por um princípio lógico, com a arte como possibilidade de liberação e equilíbrio do instintivo inconsciente humano. A meditação, por sua vez, pensada a partir da respiração, indica que em cada ser humano há um duplo ritmo respiratório. Um ligado à vida de relação ou consciente e o outro à atividade vegetativa e inconsciente. A primeira, que todos conhecem, é superficial e a outra, profunda. Aquela se liga a atividades conscientes, características do eu superficial e consciente e a outra é própria dos mecanismos inconscientes e involuntários, ligada, portanto, ao “eu” profundo. A integração que se atinge no plano respiratório é estendida ao plano psíquico e a sua prática, levada em última instância a uma meditação na ação, pode trazer os mesmos efeitos da dupla relação de impulsos apresentada por Nietzsche. Considerando as análises do conceito de apolíneo e dionisíaco em Nietzsche e o princípio da meditação, pretendo justificar a meditação como um mecanismo capaz de executar os dois impulsos, apolínio e dionisíaco. A proposta é estabelecer, através do corpo, um equilíbrio do indivíduo humano que a essa prática se conduzir criteriosamente. ............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #Nietzsche #meditacao #existencia As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgada são de responsabilidade da autora da pesquisa.
- Verbete: Feminismo negro e a crítica à cultura brasileira
O rico verbete escrito por Alice Lino tem como fio os conceitos de cultura, identidade e estereótipo a fim de trazer à tona tanto os prejuízos causados pelas recorrentes representações insuficientes e equivocadas das mulheres negras no meio social, quanto à resistência expressa por meio das nomeadas entidades culturais de massa. Para o desenvolvimento do tema, são visitados escritores e intelectuais negros tais como Beatriz Nascimento, Lélia Gonzalez, Neusa Santos e Sueli Carneiro, que estarão em diálogo com Abdias do Nascimento, Stuart Hall e Kabengele Munanga, com especial atenção às abordagens críticas da cultura elaboradas pelo pensamento feminista negro no Brasil. Ao falar sobre arte e cultura, fala-se também sobre igualdade nas relações sociais através de representação. Não perca! O verbete pode ser lido na íntegra em nosso blog. https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/feminismo-negro-e-a-critica-a-cultura-brasileira/ #mulheresnafilosofia #feminismonegro #feminismos #leliagonzalez
- Tem vídeo novo da Série Prêmio Filósofas!
Em mais um vídeo da série, convidamos a Silvia Brandão, doutora pela Unifesp, a apresentar sua tese, intitulada "As máquinas de memória: o corpo-vítima da ditadura militar brasileira como peça dos processos de subjetivação do contemporâneo". Defendido em 2019, o trabalho foi indicado pelo PPGF ao Prêmio Filósofas 2020. O objetivo da Série de Vídeos Prêmio Filósofas é divulgar as pesquisas em filosofia realizadas por mulheres no Brasil. Por isso, periodicamente publicamos um vídeo com as filósofas indicadas por seus programas de pós-graduação ao Prêmio Filósofas, ao Prêmio ANPOF e ao Prêmio Capes contando um pouco sobre sua dissertação ou tese. Acesse https://youtu.be/nH-Y-p8QgNY para conferir!












