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1128 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Ciclo Lisístrata: Entrevista com Ana Maria César Pompeu

    No ar a terceira entrevista do Ciclo Lisístrata com Ana Maria César Pompeu. Ana Maria César Pompeu, a terceira entrevistada do 'Ciclo Lisístrata', é Professora Titular da Universidade Federal do Ceará, é coordenadora do Grupo de Pesquisa 'Núcleo de Cultura Clássica' e está na presidência da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC). Suas pesquisas e publicações são especialmente voltadas para o teatro de Aristófanes. Publicou livros e artigos sobre Aristófanes e traduziu 4 de suas comédias, sendo Acarnenses traduzida para o cearensês. Maria de Fátima Sousa e Silva (Universidade de Coimbra), Adriane Duarte (USP) e Ana Maria César Pompeu (UCE) traduziram Lisístrata para o português de Portugal e do Brasil e produziram comentários, notas, artigos e introduções à obra. As três entrevistas que compõem o Ciclo são conversas a respeito de seus trajetos profissionais, de suas visões sobre a obra aristofânica e de suas opções e métodos de tradução. Luisa Buarque, organizadora do ‘Ciclo Lisístrata’, é professora de Filosofia Antiga no Departamento de Filosofia da PUC-Rio. Tem pesquisado e publicado artigos a respeito da literatura platônica e de suas relações com a comédia aristofânica. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #ciclolisistrata #anamariapompeu

  • Entrevista: Luciana Calado sobre o verbete "Querelle des Femmes: Mapeamento em Português"

    Nossa editora Monique Hulshof convida a autora Luciana Calado para conversar sobre o mais novo verbete "Querelle des Femmes: Mapeamento em Português". O tema é interessantíssimo e urgente para o estudo das questões das mulheres na história da filosofia. Você não vai ficar de fora, não é? https://www.youtube.com/watch?v=HPcI0Ul9hbc #querelledesfemmes #mulheresnafilosofia #feminismos

  • Escola "As Pensadoras" promove segunda edição de estudos em Teologia Feminista

    Com o objetivo de continuar a traçar um panorama histórico da formação da teologia feminista, conhecer brevemente as hermenêuticas propostas por algumas vertentes da teologia feminista e abordar textos bíblicos a partir dos conhecimentos construídos para lançar um novo olhar sobre as tradições bíblicas, a Escola "As Pensadoras" promove a segunda edição do minicurso "Teologia Feminista". Sob a Coordenação Profa. Dra. Carolina Bezerra de Souza, os estudos serão realizados em três encontros: 08, 15 e 18 de dezembro, das 18h30 às 20h30, totalmente online. As 15 primeiras inscrições confirmadas ganharão o livro "O discurso sobre as mulheres no Novo Testamento: uma comparação a partir do Evangelho de Marcos". Autoras: Carolina Bezerra de Souza e Taiana Wisch, da Editora CEBI (2020). Com relação à hermenêutica bíblica feminista: "Trata-se de uma hermenêutica em primeiro lugar política, visto que entra na batalha da interpretação de textos sagrados com um objetivo específico. Nesse sentido, acredito que o trabalho das biblistas e teólogas não tem apenas influência na vida de mulheres que referem sua vida aos ensinamentos cristãos, mas abre uma frente de batalha conflitual a nível institucional", destaca Ivone Gebara, no artigo "Que escrituras são autoridade sagrada? Ambiguidades da Bíblia na vida das mulheres na América Latina". Assim como os demais que a Escola oferece, o minicurso é totalmente online e pode ser realizado de maneira síncrona e assíncrona pela plataforma. As participantes receberão certificação pela Escola "As Pensadoras" referente a 10 horas. É possível a participação de pessoas surdas. A Escola aposta na formação intelectual e democrática para todas. A matrícula pode ser feita pelo link https://www.aspensadoras.com.br/cursos/teologia-feminista-2-ed. Um investimento de apenas R$ 50 para estudantes e R$ 65 para profissionais.

  • Novo verbete: epistemologia feminista

    O preconceito de gênero está infiltrado nas mais variadas áreas do conhecimento humano, desde as ciências humanas sociais até às ciências da vida. Um dos papéis da Epistemologia Feminista é elucidar esses preconceitos e questioná-los. Neste verbete escrito por Patrícia Ketzer, a pesquisadora indica como a Epistemologia Feminista está preocupada em investigar o papel do gênero nas diversas atividades epistêmicas, na transmissão de conhecimento e/ou crença por testemunho, assim como na produção científica. Ela aborda como esta Epistemologia aponta uma crítica ao sujeito cartesiano como um ser descorporificado e reivindica o corpo, assumindo que o conhecimento é possível ao sujeito corporificado. A Epistemologia Feminista, segundo Ketzer, possui cunho normativo, pois visa alterar as práticas de conhecimento para corrigir desigualdades de gênero, reivindicando mudanças sociais na produção do conhecimento. A autora ainda nos apresenta a Epistemologia Feminista Negra, que aposta nas raízes africanas do uso do diálogo para adequação das metodologias utilizadas na produção do conhecimento, mobilizando autoras como Grada Kilomba e Patricia Hill Collins. Aqui no Brasil, Sueli Carneiro destaca que negras/os são tratadas/os na academia apenas como objetos de estudo, e colocadas/os na condição de subalternas/os. Leia o texto aqui e assista à entrevista com a autora aqui.

  • Curso Gratuito de Introdução ao Feminismo

    Hoje trouxemos uma novidade bem legal para vocês! Em parceria com a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, nossa Escola realizou, em 2020, o curso "Introdução ao Feminismo" e vamos disponibilizar para todas e todos vocês! Esta é a gênese da nossa história e temos o maior carinho de disponibilizar este material. Acesse nosso site pelo link www.aspensadoras.com.br! Se já tiver cadastro, basta se inscrever. Se não tiver, faz o cadastro e depois se inscreve.

  • VI Seminário de Estudos Medievais da Paraíba

    VI Seminário de Estudos Medievais da Paraíba "Tradução e Decolonialidade: Christine de Pizan no Brasil". A escritora Christine de Pizan, uma das maiores figuras do saber no século XV, será igualmente tema central nesta edição do SEMP. Por meio de discussões acerca de tradução, transculturalidade e metodologias decoloniais de ensino, serão buscadas identificar o estado da arte acerca do conjunto da obra da escritora no Brasil, os escritos traduzidos ou em tradução, os escritos de maior circulação no país, a diversidade de abordagens empregadas em pesquisas e ensino acerca da escritora medieval. Inscrições gratuitas abertas até 15 de outubro de 2021. Link para mais informações: https://grupochristinedepizan.com.br/evento/

  • III Fórum D'as Pensadoras - Eixo "As Pensadoras e a Filosofia"

    Estão sabendo que um dos nossos eixos discussão no III Fórum será "As Pensadoras e Filosofia"? Com ele, temos como objetivo oportunizar um espaço de debate a partir de exposições dialogadas que possam trazer questões importantes e urgentes concernentes à filosofia. Esse vídeo é um trechinho do que rolou na segunda edição com a Professora Gisele Rose. Bacana não é? Vamos participar? Acesse: https://www.aspensadoras.com.br/cursos/iii-forum-virtual-as-pensadoras-mulheres-pos-pandemia-e-ciencias e se inscreva.

  • O Estatuto da Sensibilidade no Processo de Atualização Intelectiva: a noção de materia causae

    BRENDA OLIVEIRA DO ESPÍRITO SANTO (UFBA) brenda.oliveira.fsa@hotmail.com http://lattes.cnpq.br/6011742363998249 Dissertação de mestrado Orientador: Prof. Dr. Marco Aurélio Oliveira da Silva (PPGF/UFBA) Data prevista de defesa:30/07/2021 Fonte da imagem: https://www.meisterdrucke.pt/kunstwerke/500px/Sandro%20Botticelli%20-%20StThomas%20Aquinas%20%20-%20%28MeisterDrucke-293380%29.jpg Tomás de Aquino, em sua teoria a respeito do conhecimento, é claro em admitir a necessidade e a importância do conhecimento sensível para que a atividade intelectiva ocorra. Para o Aquinate, o processo de conhecimento sensível estabelece através dos sentidos a primeira interação entre um sujeito (cognoscente) e a coisa extramental (coisa sensível), garantindo, por assim dizer, a alteração e a atualização da potência sensível. Nesse sentido, a estrutura da atualização sensorial, por se tratar de um processo de assimilação da coisa externa e material, exige, do cognoscente, condições materiais e imateriais para que dela se obtenha como resultado uma espécie sensível que corresponda à presença formal da coisa sensível (externa). Assim, a atualização da potência sensível, na perspectiva do Aquinate, é a primeira etapa do processo de conhecimento, por isso mesmo necessária para a realização do processo de conhecimento. No desenvolvimento teórico do Aquinate, encontramos na atividade intelectiva – segunda etapa do processo de conhecimento – a produção de uma espécie inteligível que corresponde a uma semelhança imaterial da coisa corpórea. Isso porque é em virtude de um processo abstrativo diante dos phantasmata (fantasmas) que o intelecto agente abstrai a espécie inteligível das condições da matéria. Isso justifica a necessidade de um agente, em razão do intelecto possível se encontrar em potência para o seu objeto próprio de conhecimento. Nesse sentido, o intelecto agente, ao voltar-se para os fantasmas, abstrai as espécies inteligíveis, imprimindo-as, no intelecto possível, de modo a atualizá-lo. De acordo com essa estrutura, o conhecimento intelectivo, por não conhecer a natureza da coisa sensível diretamente, mas apenas indiretamente, só pode ser atualizado através de um processo abstrativo. Nesse contexto, na questão 84, artigo 6 da Suma Teológica (Aquino 2001), o conceito de materia causae, cuja tradução temos adotado nessa pesquisa como “matéria causal”, é admitido por Tomás de Aquino para qualificar a relação de causalidade entre o conhecimento sensível e o conhecimento intelectivo, de modo que os sentidos, mais precisamente os fantasmas, sejam tomados como causa necessária para que a atividade intelectiva possa ocorrer. O conceito de matéria causal é admitido pelo autor obedecendo a orientação de que uma coisa cuja natureza é dita corpórea não pode agir sobre uma coisa cuja natureza é incorpórea. Tal compreensão fundamenta e autoriza nosso questionamento quanto à natureza causal, a qual explica a relação entre a potência sensível e a atividade intelectiva, apoiando-se na afirmação do Aquinate, em seu comentário ao livro V da Metafisica de Aristóteles - de que a noção de causa implica em um certo influxo em relação ao causado. Se assentimos que a noção de casual, ora admitida no conceito de matéria causal, assume a mesma natureza da afirmação supracitada, isso nos conduziria a ter que admitir que o conhecimento sensível exerce uma ação sobre o intelecto. Assim sendo, a noção de matéria causal apontada pelo Aquinate deve preservar o limite da ação de uma coisa corpórea e de uma coisa incorpórea, porque os sentidos, ainda que contribuam para o processo de conhecimento intelectivo, não podem ser tomados como os responsáveis diretos ou determinantes da atividade intelectiva ou a causa total e perfeita da atualização intelectiva. Dessa forma, devido ao limite da relação entre os sentidos e o intelecto, a noção de causa é privada de uma relação direta, não determinando, portanto, o processo de conhecimento intelectivo, pois se assim não o fizesse ocorreria que as teses tomistas da imaterialidade da atividade intelectiva, bem como a da natureza do conteúdo intelectivo, nos conduziriam a ter que admitir elementos materiais participando da atividade intelectiva. Essa incerteza quanto à natureza causal apresentada no conceito de matéria causal é o que nos possibilita investigar a maneira como a relação entre os fantasmas e o conhecimento intelectivo é construída pelo Aquinate, uma vez que, na referida questão, o filósofo não deixa claro como a noção de causa é aplicada nessa etapa do processo de conhecimento. Em suma, nosso estudo a respeito do conceito de matéria causal busca compreender a natureza em que a noção de causa é aplicada para qualificar a relação entre o conhecimento sensível, especificamente o fantasma, e a atividade intelectiva. Assim, a falta de melhores esclarecimentos a respeito da noção de matéria causal é a razão que motiva a investigação em curso. REFERÊNCIAS AQUINO, Tomás de. Suma Teológica. 3ª ed. coord. Carlos Josaphat Pinto de Oliveira, OP. Trad. Aldo Vannuchi et al. São Paulo: Edições Loyola: 2001. .htm __________.In Metaphys. Thomas Aquinas in Enslish. Org. Joseph Kenny. Dominican House of Phylosophy, 1963. Versão eletrônica. Disponível em: . Acesso em 20. mar. 2020. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas#filosofasOrg#emcursofilósofas#filósofasbrasil#mulheresnapesquisaemcurso #tomásdeaquino #filosofiamedieval #aquinitae #teoriadoconhecimento #materiacausal

  • Mulheres que leem mulheres: Beatrís Seus lê Simone de Beauvoir

    Neste sábado (16/10), lançamos mais um vídeo do projeto "Mulheres que leem mulheres", parceria entre a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas e o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/UFRJ), no qual pesquisadoras brasileiras apresentam filósofas e teóricas das Ciências Humanas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres para a comunidade acadêmica. No décimo sexto vídeo da série, damos início aos lançamentos da nossa chamada pública. Nele, a doutoranda Beatrís Seus (UFPel) apresenta a filósofa francesa Simone de Beauvoir.

  • O Corpo Feminino na Obra de Clarice Lispector: Uma Introdução

    Ap ós mais de 40 anos de falecimento, uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX, Clarice Lispector, ainda é tema de muitas discussões e estudos. Acreditando na importância da sua obra é que a Escola "As Pensadoras" preparou o minicurso "O Corpo Feminino na Obra de Clarice Lispector: uma introdução", a ser realizado nos dias 24 e 27 de novembro. Diante da vasta produção de Clarice Lispector, "As Pensadoras" selecionaram algumas obras que abordam a questão do feminino e do corpo e transformaram em minicurso. Em dois encontros, a Professora Dra. Gleyda Lucia Cordeiro Costa Aragão discutirá a autora a partir das seguintes publicações: Correio para Mulheres (2018), Via-crucis do Corpo (1973) e A Hora da Estrela (1977). O minicurso é totalmente online e pode ser realizado de maneira síncrona e assíncrona. Com 8h de certificação pela Escola "As Pensadoras" com a possibilidade de participação para alunas surdas. Um investimento de apenas R$ 50 para estudantes e R$ 65 para profissionais.

  • Programação do Encontro de Pesquisadoras na Filosofia

    O Grupo de Escrita de Mulheres na Filosofia (GEMF) e o Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UNB têm o prazer de anunciar a programação do Encontro de Pesquisadoras na Filosofia! Acompanhe pelo canal de YouTube da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, dias 19 a 21 de outubro.

  • Encontro do GT Filosofia e Gênero

    Prorrogado o período para envio de submissões.

​Dúvidas? Escreva para filosofas.brasil@gmail.com

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