GT FILOSOFIA E GÊNERO
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- Concluintes de Licenciatura em Filosofia no Brasil por Sexo (Presencial e à Distância): 2017
Bem-vindos à Coluna do Quantas Filósofas? na Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Quantas Filósofas? é um projeto de extensão do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu objetivo é produzir dados sobre Filosofia e Mulheres no Brasil e mobilizar alunos de graduação para a redação e divulgação de verbetes sobre Filósofas. Essa coluna publica periodicamente gráficos baseados em dados oficiais sobre Filosofia e Mulheres no Brasil produzidos pelo Quantas Filósofas?. Gráficos são imagens que trazem muitas informações. Eles contam histórias de pessoas e instituições, eles nos informam para as nossas escolhas. Essa coluna pretende despertar a atenção aos gráficos, por isso não publica comentários ou análises. Quer pedir um gráfico? Escreva para quantasfilosofas@gmail.com #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #quantasfilosofas #graduacaoemfilosofia
- Curso de Formação Política: Feminismo para construção da autonomia
A Comissão da Mulher em parceria com o Conselho Municipal de Mulheres de Uberlândia promove o curso de extensão "Curso de Formação Política: Feminismo para construção da autonomia" O curso é gratuito, feito totalmente online, com convidados e participantes de todo o país. As aulas ocorrerão às terças e quinta-feiras às 19:30hs, nas plataformas Meet e YouTube. Objetivo: O objetivo deste projeto é oferecer curso de formação continuada, neste primeira versão um módulo de 40 horas, para mulheres representantes de instituições governamentais e não governamentais do CMDM - Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de Uberlândia, mulheres trabalhadoras dos movimentos sociais, em especial da CMP - Central de Movimentos Populares, assim como estudantes de feminismos e direitos humanos e mulheres da sociedade civil e comunidade acadêmica que se interessem pelo tema. Vocês podem acompanhar toda a aula ao vivo pelo Canal da CMP Triângulo no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCzWeHQi9s-gePIjh9kz_hpQ?view_as=subscriber Para participar da aula basta clicar no link: http://meet.google.com/mwp-ghtu-dsu Para ver a programação basta clicar no link: https://www.instagram.com/cmdmuberlandia/?hl=pt-br Para fazer a inscrição basta clicar no link: https://forms.gle/jysYee8pwqnW6g7q7do"
- Mobilize seu departamento: apoio às mulheres universitárias durante a pandemia
Gente, relato aqui a mobilização bem sucedida em meu departamento de filosofia da UFBA: O NEIM (Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre as Mulheres) escreveu uma nota à Comunidade UFBA que se configura como um importante apoio às mulheres universitárias, sobretudo àquelas que têm filhos pequenos. O departamento de filosofia declarou publicamente apoio à nota do NEIM. Acho fundamental que todos os departamentos se posicionem a esse respeito, ainda mais porque começamos a trabalhar remotamente.
- Vídeo disponível: Hildegarda de Bingen - Filosofia, linguagem e questões feministas
Está disponível no canal da Rede o vídeo sobre Hildegarda de Bingen com as participantes do Projeto Uma Filósofa por Mês: Ilze Zirbel, Camila Kulkamp e Ingrid Meurer, com curadoria de Janyne Sattler. https://www.youtube.com/watch?v=tMXyrATtZRU&feature=youtu.be Aproveite também para conferir as atualizações, podcasts, traduções e ensaios, sobre Hildegarda de Bingen e Christine de Pizan em nosso blog: https://germinablog.wordpress.com/grupo-de-pesquisa-ensino-e-extensao-uma-filosofa-por-mes/
- Cultivar nosso jardim: consubstanciando gênero, raça e classe. *Drica Madeira
Confiram Parcerias Feministas: "Cultivar nosso jardim" é um ensaio gestado por Drica Madeira no curso D'As Pensadoras da Profa. Ilze Zirbel sobre Carol Gilligan, que foi publicado em nosso site: https://www.epistemologiasfeministas.net/. Convidamos vocês também a enviar ensaios em diferentes formatos: escritos teóricos, artísticos, poesia, música, crítica de filmes, séries, livros, costuras de pensamento para compor nosso blog. O objetivo é oferecer um espaço de livre pensamento e criação sob diferentes perspectivas feministas.
- Novo verbete: Gênero
“ Não há uma base natural, pois o masculino e o feminino, o homem e a mulher são construções culturais simbólicas de seu próprio tempo. Não há uma base material, pré-discursiva, a partir da qual o gênero inventa o binário – a base é sempre um saber poder socialmente constituído”. Heloísa Buarque de Almeida. No verbete “Gênero”, escrito especialmente para o Blog Mulheres na Filosofia, Heloisa Buarque de Almeida reconstrói a história desse conceito para “compreender do que estamos falando quando falamos de gênero”, para compreender ainda os debates que envolvem o tema e os incômodos que costuma gerar entre as pessoa apegadas às normas tradicionais de gênero. Começando com as teóricas e os teóricos precursores da diferença sexual como Margaret Mead, Marcel Mauss e Lévi-Strauss, chegando ao texto fundante de Gayle Rubin, Heloisa Buraque de Almeida aborda ainda as contribuições de Joan Scott e Judith Butler, para mostrar que “gênero” é uma noção política atravessada por símbolos e regras performativas que não tratam apenas de mulheres, e das relações entre homens e mulheres, mas é parte das construções culturais simbólicas de nosso tempo. Pela urgência do tema e pelos ataques reacionários às discussões de gênero no Brasil, vale correr no Blog Mulheres na Filosofia, ler o verbete, adotar na sua próxima bibliografia de curso e indicar para todas as pessoas que querem um mundo sem opressão de gênero. Leia o verbete aqui. Heloisa Buarque de Almeida é professora no Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, atua no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e é bolsista de Produtividade em pesquisa do CNPq (2). Ela é membro do NUMAS – Núcleo de Estudos dos Marcadores Sociais da Diferença, coordenou o programa USP Diversidade e atualmente coordena o Comitê de Gênero e Sexualidade da Associação Brasileira de Antropologia. Faz parte da Rede Não Cala – Rede de Professoras pelo fim da violência sexual e de Gênero na USP.
- Lançamento do Primeiro Número dos "Cadernos Arendt"
Os cadernos Arendt visam constituir um espaço de debates em torno das múltiplas questões suscitadas a partir das reflexões arendtianas. Conhecida, sobretudo, por sua filosofia política que gravita em torno dos "tempos sombrios", refletindo acerca da perda do sentido da política, Arendt, uma das pensadoras mais relevantes de nosso tempo, deixou uma obra profícua e profunda, que continua no centro da discussão filosófica-política. Daí, a relevância destes cadernos, um periódico singular no Brasil e na América Latina. Espaço aberto para o confronto de interpretações, os Cadernos Arendt pretendem veicular artigos que se dedicam a explorar as ideias da filósofa, desvendar a trama dos seus conceitos que são tecidos em seus escritos que consagram a influência e a repercussão por ela exercida. Assim, os estudos que serão veiculados nos Cadernos Arendt procurarão comparar o tratamento por ela dado a alguns temas com os de outros autores, trabalhos que se empenham em avaliar enquanto um todo a atualidade do pensamento arendtiano. Gerenciado pelo NUPHA – Núcleo de Pesquisa Hannah Arendt e vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Piauí, os Cadernos Arendt têm como mote difundir ensaios de especialistas brasileiros e internacionais, bem como traduções de manuscritos da autora. Para maiores informações, acesse: https://revistas.ufpi.br/index.php/ca
- FEMINISMOS NO BRASIL
Proponente: Dra. Ilze Zirbel (Professora)* Mediadora: Dra. Rita de Cássia Machado (UEA) Carga Horária: 6 horas – 3 aulas. Certificado – As Pensadoras - 6h. Videoaula disponibilizada às mães pensadoras*. Data: 27, 29 e 31 de Julho de 2020. Horário: das 16h às 18h. Inscrições pelo e-mail feminismosnobrasil@gmail.com, Título: VAGAS REMANESCENTES Ação de Sororidade d'As Pensadoras: Parte do recurso recebido das taxas de inscrição será doado para a Candidatura Coletiva de Mulheres que tem com a pauta central os feminismos. O primeiro coletivo de mulheres na política a receber o recurso será a a Bancada ColetivA de Manaus. Conheça a bancada: https://www.bancadacoletiva.org/ APRESENTAÇÃO DO MINI CURSO Este minicurso visa apresentar o feminismo em suas variadas vertentes, temas e discussões, direcionado a um público que deseja se aproximar da temática. Trata-se de um curso interdisciplinar de introdução às idéias feministas, organizado em torno de três eixos. O primeiro eixo foca algumas definições centrais, como a própria definição de feminismo, das suas ondas ocidentais e de alguns conceitos que lhe são importantes (como androcentrismo, patriarcado, gênero, interseccionalidade). O segundo eixo é o da diversidade, oriunda das variadas discussões e questões feministas, exemplificadas em suas inúmeras vertentes, formadas, muitas vezes, de maneira paralela e simultânea e que discutem diferentes aspectos da realidade social e diferentes formas de enfrentamento das opressões vivenciadas por mulheres e outros grupos sociais. Essas discussões resultaram em um problema interno ao feminismo, que foi o de definir quem é esse sujeito mulher, a favor de quem atua. O terceiro eixo é o da atuação do feminismo em território brasileiro, com destaque para as suas formas de organização, reivindicações e estratégias de luta. Objetivo geral Compreender a história do movimento feminista e se familiarizar com algumas de suas ideias centrais. Objetivos específicos Diferenciar entre ideias feministas e movimento feminista; Verificar a existência de variadas formas de pensar os problemas sociais que afetam as mulheres, exemplificadas nas diferentes vertentes feministas; Compreender alguns conceitos centrais do campo feminista; Perceber as especificidades do contexto feminista brasileiro. Conteúdo Aula 1: Introdução ao feminismo como movimento social e como teoria - 27 de Julho Definição de feminismo; Identificação e diferenciação das ondas feministas e dos seus principais temas (sufragismo; opressão; violência; direitos reprodutivos; liberdade; melhorias das condições de trabalho, etc.); Abordagem de quatro conceitos centrais: androcentrismo, patriarcado, gênero e interseccionalidade. Textos básicos Aula 01: SANTOS, Cila. O que é o feminismo? Pergunta fácil, resposta difícil, QG Feminista, 21 de maio de 2018. Disponível em: FURIOSA. O que são as ondas do feminismo? QG Feminista. Disponível em: NOBRE, Andreia. Conceitos Feministas que todos deveriam conhecer. QG Feminista, 08 de setembro de 2019. Disponível em: Textos de apoio Aula 01: MAESTRO VIRTUAL. Androcentrismo: o que é e como afeta as mulheres. Blog Maestrovirtuale. Disponível em: PEREZ, olívia e RICOLDI, Arlene. A quarta onda do feminismo? Reflexões sobre movimentos feministas contemporâneos. Comunicação, GT8 - Democracia e desigualdades, 42º Encontro Anual da ANPOCS, Caxambu, 2018. SANTOS, Magda Guadalupe. Os feminismos e suas ondas. Cult, n. 219 (Dossiê: A Quarta Onda do Feminismo), dez./2016. MIGUEL Luis Felipe e BIROLI, Flávia. Feminismo e Política. Uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014. Aula 2: Os variados feminismos e o problema da definição de “Mulher”- 30 de Julho de 2020. Diferenciação das vertentes e posições feministas estruturadas durante o séc. XX (marxista, socialista, liberal, anarquista, negro, indígena, lésbico, da diferença, da igualdade, da deficiência...); Compreensão de alguns dos debates internos do feminismo (feminismo da diferença X feminismo da igualdade; patriarcado X capitalismo X gênero; a categoria mulher). Textos básicos: QG Feminista. Existem “vertentes” no feminismo? Março de 2018. Disponível em: https://medium.com/qg-feminista/quais-s%C3%A3o-as-principais-vertentes-do-feminismo-ae26b3bb6907> FURIOSA. Feminismos fragmentados. Ou: é correto falar em feminismos? QG Feminista,19 de fevereiro de 2019. Disponível em: COSTA, Claudia de Lima. O sujeito no feminismo: revisitando os debates. Cadernos Pagu, Campinas, n. 19, 2002 . Aula 3: Feminismos no Brasil - 31 de Julho de 2020. Pano de fundo histórico; ondas e discussões teóricas brasileiras. Textos básicos: FELGUEIRAS, A. C. L. Breve Panorama Histórico do Movimento Feminista Brasileiro: das Sufragistas ao Ciberfeminismo, Revista Digital Simonsen, nº 6, p. 108-121, 2017. COSTA, A. O movimento feminista no Brasil: dinâmicas de uma intervenção política. Revista Labrys, Estudos Feministas, Brasília, v. 7, p. 09-36, 2005. HOLANDA, Heloisa Buarque de. Explosão Feminista. Arte, Política, Cultura e universidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. (sobre a 4a onda feminista no Brasil) ------- Bibliografia para Aprofundamento Livros básicos sobre feminismo ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Companhia das Letras, 2019. ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Para educar crianças feministas. Um manifesto. Companhia das Letras, 2017. ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Sejamos todos feministas. Companhia das Letras, 2015. ARRUZZA, C.; BHATTACHARYA, T.; FRASER, N. Feminismo para os 99%: um manifesto. Tradução: Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2019. hooks, bell. Eu não sou uma mulher? Rosa dos Tempos, 2019. hooks, bell. O feminismo é para todo mundo. Políticas arrebatadoras. Rosa dos Tempos, 2000. hooks, bell. Teoria Feminista. Da margem ao centro. São Paulo: Perspectiva, 2019. Textos curtos sobre as ondas: CAZARRÉ, M. A quarta onda do feminismo nasce em 2015. Revista Brasileiros. Disponível em: . MATOS, Marlise. Quarta onda feminista e o Campo crítico-emancipatório das diferenças no Brasil: entre a destradicionalização social e o neoconservadorismo político. Anais do 38o Encontro Anual da ANPOCS, 2014. Anais. Caxambu, 2014. RODRIGUES, Carla. Dossiê: A quarta onda do feminismo. Revista Cult, junho de 2017. GONZALES, Mariana. Quarta onda do feminismo é tipicamente latino-americana, diz fundadora do Ni Una Menos. Revista Cult, novembro de 2017. ZANETTI, Julia Paiva. Jovens feministas do Rio de Janeiro: trajetórias, pautas e relações intergeracionais. Cadernos Pagu (36), janeiro-junho de 2011, p. 47-75. SPINELLI, Letícia Machado. 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O Manifesto ciborgue - ciência, tecnologia e feminismo socialista no final do século XX, 1985. Sobre o feminismos no Brasil MATOS, Marlise. A Quarta onda feminista e o Campo crítico-emancipatório das diferenças no Brasil: entre a destradicionalização social e o neoconservadorismo político. ANPOCS, Caxambu: 38o Encontro Anual da ANPOCS, 2014 p. 1-28. PINTO, C. Uma História do Feminismo no Brasil. São Paulo: Ed. Perseu Abramo, 2003. SILVA, R.; PEDRO, J. Sufrágio à brasileira: uma leitura Pós-Colonial do Feminismo no século. Caderno Espaço Feminino, Uberlândia, v. 29, n. 2, p. 1981-3082, 2016. ZIRBEL, Ilze. Estudos Feministas e Estudos de Gênero no Brasil: Um debate. Dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política. Universidade federal de Santa Catarina - UFSC, Florianópolis, 2007. (Cap 1 e 2). *Toda a bibliografia do curso está em português e privilegia a produção teórica de pensadoras contemporâneas de variados lugares geográficos, em especial o Brasil. E todos os direitos intelectuais desse curso são do Instituto As Pensadoras. * ILZE ZIRBEL é Graduada em História e Teologia, com mestrado em Sociologia Política e doutorado em Filosofia. Atualmente faz seu pós-doutorado em Filosofia na Universidade Federal de Santa Catarina e participa do projeto “Uma filósofa por mês”. Questões e teorias feministas têm sido seu fio condutor em meio a interdisciplinaridade de sua trajetória, com ênfase em Ética, Teoria Política, História da Filosofia e Epistemologia. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8740728758861601
- Estudos filosófico-feministas em quarentena: resultados do minicurso de extensão na UNB
Compartilhamos com alegria a realização do minicurso de extensão Estudos filosófico-feministas em quarentena (32h) entre 18 de abril e 06 de junho de 2020, uma proposta de ensino e aprendizagem virtual não EAD em parceria com o Instituto de Ciências Humanas da UnB. Para a Equipe docente e monitores, foi uma experiência inusitada em meio a uma situação inédita: reinventamos a nós mesmas e o programa de estudos regulares da disciplina de graduação Filosofia e Feminismo que havia apenas iniciado em março; prosseguimos tensionando conjuntamente a capacidade de selecionar e ressignificar conceitos potentes das pensadoras para compreender nossas vivências, comuns e incomuns, nestes tempos nebulosos. Foi difícil, especialmente o acesso ao pacote de dados, equipamentos disponíveis, a plataforma da reunião, a nova rotina e o ambiente de estudos ... para todos! Pelos trabalhos discentes, concluímos que valeu a pena - a alma não foi pequena! Ana Miriam Wuensch - Professora do Departamento de Filosofia da UnB e coordenadora do minicurso Veja arquivo pdf abaixo #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasorg #filosofasbrasil
- ANPOF e REDE apresentam o PRÊMIO FILÓSOFAS: distinção acadêmica em mestrado e doutorado
O prêmio Filósofas é uma iniciativa da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia e da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas para publicar teses e dissertações de distinção acadêmica escritas por filósofas. O projeto quer envolver a comunidade da pós-graduação em Filosofia no Brasil na escolha dos trabalhos de destaque. São os próprios programas de pós-graduação que farão a primeira seleção. Seguem-se daí três etapas de avaliação por examinadores que também são professores desses programas, de modo que as autoras selecionadas terão sido indicadas por uma parte bastante representativa dessa comunidade. Autoras, orientadores e programas serão premiados e o trabalho será publicado pela Kotter Editorial, parceira do projeto. As mulheres são minoria na carreira acadêmica de filosofia, e além disso elas tendem a abandoná-la, gerando uma proporção de quase 80% de professores homens na pós-graduação. Valorizar e estimular a produção científica de mulheres é uma ação importante para enriquecer a prática da filosofia no Brasil. A Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia e da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas estão juntas nesse desafio. Conheça as regras aqui. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasorg #filosofasbrasil #premiofilosofas #anpof
- Projeto "Solidariedade em cursos" ganha nova edição: inscrições abertas
Caras amigas da rede, venho divulgar o projeto "Solidariedade em cursos", organizado pelo Laboratório Filosofias do Tempo do Agora, da UFRJ. O projeto começou a ser gestado durante a quarentena e teve a primeira edição com o curso " Ético e filosofia política no tempo do agora", uma proposta de dar visibilidade às pesquisas da filosofia, intervir no debate público e fazer doações para instituições parceiras. Nosso projeto escolhido foi o "Maré de Sabores", vinculado à "Casa de Mulheres da Maré", como uma forma de homenagear a vereadora Marielle Franco. Também doamos parte da renda para o Fundo de Solidariedade do Centro Acadêmico de Filosofia da UFRJ, que criou uma forma de auxiliar alunos e as famílias de alunos em situação de vulnerabilidade durante a pandemia. O curso foi ministrado por professores e professoras recém -doutores/as e contou com paridade de gênero. Abordamos pensadoras como Simone de Beauvoir, Lélia Gonzalez, Judith Butler e Silvia Federici. Nessa nova edição, autoras como Maria Lugones, Chantal Mouffe, Drucilla Cornell foram incorporadas, dentre outras. As inscrições começam hoje e o curso começa em agosto, sempre tendo em vista que a filosofia tem algo a dizer sobre o tempo do agora. Para se inscrever ou divulgar, o endereço do nosso site é: https://www.tempodoagora.org/cursos
- O que as filósofas pensam sobre a pandemia e o pós-pandemia?
A proposta desta live é que as filósofas Yara Frateschi e Halina Leal exponham seus pensamentos sobre a atual pandemia do covid-19 e o mundo por vir pós-pandemia, podendo ou não dialogar com o que outras filósofas já pensaram sobre o assunto. Depois da exposição das convidadas, abriremos para o diálogo com o público. Yara Frateschi é Professora Livre Docente de Ética e Filosofia Política na Universidade Estadual de Campinas desde 2004. Possui graduação (1997), mestrado (1999), doutorado (2003) e pós-doutorado (2004) em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Bolsista de Produtividade em Pesquisa nivel IB do CNPq. Pesquisadora visitante na Columbia University (2000), na ENS de Paris (2006) e na Yale University (2015). Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia, atuando principalmente em temas vinculados à relação entre Ética e Política, Filosofia Politica e Teoria Crítica. Halina Leal é Bacharel em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998), mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001) e doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2005). Professora do Quadro da Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) e professora horista da Faculdade São Luiz, Brusque, com pesquisas nas áreas de Teoria do Conhecimento, Filosofia da Ciência, Ética, questões de Gênero, Racismo, Feminismo Negro e “lugares de fala”. Líder do GENERA - Grupo de Pesquisas em Gênero, Raça e Poder. A transmissão será feita pelo facebook da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Acesse pelo link: https://bit.ly/2DP0C9c












