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1128 resultados encontrados com uma busca vazia

  • "As Relações de Gênero na Filosofia" problematiza os preconceitos vividos por mulheres na Filosofia.

    A autora atuou como prof.ª de Filosofia na Educação básica. Feminista.Tem problematizado gênero na Filosofia.E-mail: grazirinaldi@gmail.com

  • Você Conhece a Pensadora Nísia Floresta e sua Filosofia de Educação?

    Apresento um trabalho que desenvolvi durante meus estudos de doutoramento. Trata de uma pesquisa ainda inédita, que apresenta a Filosofia da Educação nisiana, e foi realizada entre os anos de 2008-2012, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, com apoio da CAPES. Neste trabalho de pesquisa, intitulado ¨Transgressão e moralidade na formação de uma 'matrona esclarecida': contradições na filosofia de educação nisiana" (350 páginas), buscou-se refletir sobre a obra de uma escritora brasileira do século XIX - Nizia Floresta Brasileira Augusta. Trata de uma pesquisa qualitativa, de cunho historiográfico e base documental, que questiona qual a filosofia de educação que Floresta defendeu em suas obras? Pesquisando em jornais da época e em edições póstumas, teses, dissertações, artigos e obras de e sobre Nizia encontrei vestígios para fundamentar sua filosofia da Educação. Foi realizada uma busca por documentos em museus, igrejas, no Espaço Cultural Nísia Floresta, em escolas, arquivos públicos, arquivos históricos e Instituto Histórico (tanto no Rio Grande do Sul, como no Rio Grande do Norte). A tese apresenta o argumento base de que Nizia Floresta, professora, filósofa e escritora brasileira do século XIX rompeu, mas simultaneamente manteve alguns princípios da época como, por exemplo, a visibilidade do argumento feminino no debate sobre a educação brasileira e, em especial, a educação das mulheres. A ruptura foi a politização dessa realidade e a permanência foi a manutenção da maior parte dos conteúdos ensinados para as mulheres, bem como a proposta de uma educação moral para as meninas. Ao fazer uma releitura dos textos e obras de Nizia Floresta foi feito um levantamento das pesquisas sobre os materiais produzidos por Nizia, bem como outros vestígios que demarcam suas convicções em torno de uma filosofia de educação nisiana, além de constar um diálogo com teóricas latinoamericanas, em especial Marcela Lagarde y de Los Rios, Margarita Pisano e Heleieth Saffioti, Constância Duarte, entre outras. Ao contextualizar a Europa e o Brasil que Floresta conheceu, bem como a vida das mulheres e seu papel social, percebe-se o quanto é singular o olhar de Nizia Floresta. A sua filosofia de educação foi analisada a partir de obras e dos estabelecimentos educacionais fundados por ela, bem como através da análise dos hábitos das meninas no Colégio Augusto, da disciplina, dos castigos e conteúdos estudados. Evidenciaram-se as virtudes que ela ensinava às meninas, bem como a aproximação de seu pensamento com a Igreja Católica Apostólica Romana, com as ideias de Rousseau e Comte, com o ideário de ordem social, progresso, abolicionismo, educação moral para as meninas, equidade e relações de gênero entre homens e mulheres. A tese esclarece conceitos fundamentais na filosofia de educação nisiana: reforma na educação, papel da mulher, utilitarismo, família, educação moral, ordem social, valores e relações de gênero entre homens e mulheres. Aponta-se as suas relações com Comte, a aliança que Floresta propõe entre pais e espaços educativos, suas aproximações com Rousseau e teorias feministas. Sua relação com o abolicionismo, o modelo de família e o papel da mulher na filosofia de educação nisiana são exclarecidos. Mostram-se as contradições encontradas na filosofia de educação nisiana. Analisa-se o diálogo entre A mulher e o Sacerdote, a importância das mulheres, dos salões e a lógica androcêntrica presente no pensamento de ambos intelectuais, Comte e Floresta. Verifica-se que há aproximações entre o positivismo utilitarista e o utilitarismo de Floresta, o cientificismo comteano; a visão de trabalho regular e educação moral; o entendimento sobre a metafísica; a república positiva, a questão da ordem e do altruísmo. Para ler mais, ver: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3152

  • A tecnologia como forma de biopolítica na obra de Hannah Arendt

    LARA EMANUELE DA LUZ (PUCPR) lara.emanuele13@gmail.com http://lattes.cnpq.br/8383449817767700 Tese de doutorado (orientador: Cesar Candiotto) Data prevista de defesa: 01/03/2022 Fonte da imagem: https://www.jornalcruzeiro.com.br/cultura/cine-vagao-exibe-o-classico-tempos-modernos/ Hannah Arendt, teórica política que viveu durante o século XX, no início de sua obra “A Condição Humana” [1958]/(2010), afirma que devemos “pensar o que estamos fazendo”. A partir deste fio condutor, ela propõe reflexões sobre a política, sobre o regime totalitário, sobre a tecnologia, sobre a condição humana, etc., que têm como objetivo diagnosticar o que acontece na modernidade. Nesses termos, a pesquisa tem como objetivo compreender a tecnologia como forma de biopolítica na obra de Hannah Arendt. Para tanto, é necessário o entendimento de algo que chamo de a dissolução do homo faber no animal laborans. Segundo Arendt, o ser humano é constituído por três facetas: pelo homem de ação, homem político por excelência e o único capaz de agir de modo autêntico e espontâneo; pelo homo faber, indivíduo fabricante de objetos e edificante do mundo; e pelo animal laborans, cuidador apenas de seu próprio metabolismo, iniciado com o seu nascimento, e terminado com sua morte. Com a modernidade, Arendt compreende haver uma inversão dessas facetas. O homem de ação deveria ser o mais elevado; porém, com o decorrer da história, o homo faber ganha espaço, até, finalmente, com o final da modernidade, o animal laborans atingir seu ápice. Nessas inversões, é possível identificar a dissolução de uma faceta em outra, até chegar no animal laborans, que produz e imediatamente consome os objetos produzidos. Não há mais a durabilidade da produção dos objetos fabricados pelo homo faber, mas há uma racionalidade de produção e consumo incessantes. A partir dessa dissolução, é possível identificar o animal laborans enquanto mero produtor e consumidor incessante. Isso acontece devido à evolução da tecnologia. O ser humano pensa ser capaz de dominá-la, porém, perde o domínio, uma vez que ele é um mero trabalhador. A política já não é a capacidade por excelência, porque o que passa a dominar a modernidade é, então, o trabalho. Assim, a tecnologia serve para “capturar” o ser humano, como Arendt afirma em A Condição Humana: “a moderna motorização parecia um processo de mutação biológica na qual os corpos humanos começam gradualmente a ser revestidos por uma carapaça de aço” (ARENDT, 2010, p. 403 e 404). Com a dissolução do homem de ação no homo faber, e, posteriormente, no animal laborans, a política perde espaço. O homem de ação ausenta-se de si. A racionalidade tecnológica impõe uma lógica de mercado em que é necessário trabalhar e consumir constantemente. Portanto, a vida do animal laborans, a mera vida, destituída de política vem à tona e ganha posição de destaque. Essa vida desprotegida politicamente está exposta e serve de base para uma reflexão da biopolítica na obra arendtiana, apesar de a politóloga nunca ter utilizado tal termo. Bibliografia referida ARENDT, H. A Condição Humana. 11ª ed. São Paulo: Forense Universitária, 2010. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #HannaArendt #biopolítica #homofaber #animallaborans #autoras As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgadas são de responsabilidade da autora da pesquisa.

  • Mulheres e filosofia: entrevista à Red de Mujeres Filósofas de America Latina - reddem.org

    Ao divulgar essa breve entrevista, queria convidar as filósofas brasileiras a se integrarem à Red de Mujeres Filósofas de America Latina e somar forças para criarmos novos modos de fazer filosofia. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #reddem #ReddeMujeresFilósofasdeAmericaLatina

  • Cursos de Inverno: temas feministas e questões de gênero

    A Comissão de Cultura e Extensão oferece, entre os dias 21 e 31 de julho de 2020, a segunda edição do “Cursos de Inverno da FFLCH”. A iniciativa conta com cursos sobre estudos filosóficos, temas feministas e questões de gênero. Há num total 71 cursos on-line e tem por objetivo oferecer novas oportunidades de formação neste momento de crise. Serão oferecidas 4.125 vagas gratuitas aberto ao público em geral. Inscrições entre 14/07 a 16/07. Para maiores informações, acesse: http://sce.fflch.usp.br/cursos-de-inverno-da-fflch

  • Red de Mujeres Filosofas de América Latina

    Caras Colegas Filósofas Brasileiras, Agradecemos sua participação  na Rede de Mulheres Filósofas da América Latina da UNESCO. A REDDEM está à disposição para divulgar todas as ações promovidas por vocês. O contato para divulgação (preferencialmente links das atividades)  é: reddem.filosofas@gmail.com Agradecemos a divulgação da REDDEM para que possamos fortalecer ainda mais a  presença de filósofas brasileiras. Compartilhem o link : https://www.reddem.org/es/ Qualquer dúvida estamos à disposição. -- Dra. Ligia Pavan Baptista Profa. de Ética e Filosofia Política Universidade de Brasília Lattes :http://lattes.cnpq.br/1447623724695372 UNESCO - Rede de Mulheres Filósofas da América Latina https://www.reddem.org/es/ #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #reddem #reddemujeresfilosofasdeamericalatina

  • Nova Live do Projeto: Christine de Pizan

    O nosso Projeto Uma Filósofa por Mês participa nesta terça-feira, dia 14 de julho, às 19h00 de mais uma Live junto da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. A filósofa medieval Christine de Pizan é o tema de uma conversa interdisciplinar e trará informações biográficas, bibliográficas e instigantes reflexões sobre alguns aspectos políticos e filosóficos desta pensadora bastante conhecida dos debates feministas, mas pouco estudada no universo filosófico - sobretudo brasileiro. A discussão versará também sobre questões metodológicas e incursões comparativas sobre ficção e utopia e políticas de emancipação feminista - literária, filosófica e factual - a partir das obras de Pizan. São duas as convidadas para esta conversa: Nikelen Witter. Professora do Departamento de História na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), graduada em História, e mestra em História do Brasil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense. Suas pesquisas estão voltadas para questões que envolvam Gênero e a História das Mulheres na época Contemporânea. Camila Külkamp. Doutoranda em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestra em Ciência Política e Especialista em Filosofia da Educação pela UFPA. Estuda o pensamento filosófico feminista. É integrante do Grupo de Estudos em Reflexão Moral Interdisciplinar e Narratividade (GERMINA) e pesquisadora do Projeto Uma Filósofa por Mês. A live tem curadoria de Janyne Sattler, professora do Departamento e do PPG em Filosofia na UFSC e coordenadora do Projeto Uma Filósofa por Mês. Acompanhe-nos nesta terça-feira no canal da Rede no Youtube a partir das 19h00: https://www.youtube.com/watch?v=-ZKMEWARTYY

  • Agenda D'As Pensadoras

    Todas Informações pelo e-mail: pensadoras.online@gmail.com

  • Percentual de Doutorandas no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Ceará

    2012-2018 Esse gráfico é dedicado a Débora Fofano Bem-vindos à Coluna do Quantas Filósofas? na Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Quantas Filósofas? é um projeto de extensão do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu objetivo é produzir dados sobre Filosofia e Mulheres no Brasil e mobilizar alunos de graduação para a redação e divulgação de verbetes sobre Filósofas. Essa coluna publica periodicamente gráficos baseados em dados oficiais sobre Filosofia e Mulheres no Brasil produzidos pelo Quantas Filósofas?. Gráficos são imagens que trazem muitas informações. Eles contam histórias de pessoas e instituições, eles nos informam para as nossas escolhas. Essa coluna pretende despertar a atenção aos gráficos, por isso não publica comentários ou análises. Quer pedir a publicação de um gráfico? Escreva para quantasfilosofas@gmail.com #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #quantasfilosofas #ppfg #ufc

  • Curso Pensadoras Negras 1a Edição

    Últimas Vagas!!!! E-mail: mulheres.negras.brasil@gmail.com Título do e-mail: VAGAS REMANESCENTES VEM COM A GENTE!

  • PAGU promove Aulas Abertas: Estudos de Gênero

    O Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e o Núcleo de Estudos de Gênero (Pagu) promovem o ciclo de Aulas Abertas: Estudos de Gênero. A primeira aula terá como tema Interseccionalidades e Consubstancialidades, com as professoras Adriana Gracia Piscitelli e Ângela Maria Carneiro Araújo, dia 21 de julho, às 19 horas no canal do IFCH no YouTube. A proposta da aula é debater as vertentes de diálogo que se voltam para como gênero, raça, classe e sexualidade são articuladas nas relações sociais como diferenças e desigualdades. O evento é organizado pela professora Natália Corazza Padovani. Para maiores informações acesse: https://www.ifch.unicamp.br/ifch/noticias-eventos/eventos/aulas-abertas-estudos-genero

Dúvidas? Escreva para filosofas.brasil@gmail.com

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