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1128 resultados encontrados com uma busca vazia

  • I Encontro Internacional Simone de Beauvoir: comemoração dos 80 anos d'A Convidada

    Nós, do Grupo de Estudos Beauvoir & seus diálogos, temos a alegria de anunciar nosso primeiro evento acadêmico. Entre 30 de outubro e 1 de novembro de 2023, nos encontraremos na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) para promover o I Encontro Internacional Simone de Beauvoir: comemoração dos 80 anos d'A Convidada. Durante os 3 dias de evento contaremos com mesas de discussão compostas por convidados e mesas de comunicação compostas por inscritos. Link para informações: https://sites.google.com/view/encontrosimonedebeauvoir/edital

  • Escrita e construção de si: um olhar sobre a trajetória de Carolina Maria de Jesus

    O presente artigo busca esboçar alguns elementos que constituem o processo de formação da pessoa-escritora Carolina Maria de Jesus, para além da obra “Quarto de Despejo”, em contraste a um suposto estranhamento em relação a identificação com uma comunidade, ou sentimento de pertença, da pessoa-escritora “mulher, negra e periférica”. Para tanto, busca-se pontuar determinados aspectos biográficos da autora, bem como contextualizar o ambiente de sua produção, considerando o cenário sociopolítico brasileiro, em especial da metrópole paulistana de meados do século XX, procurando não sobrepor tais aspectos ao caráter estético-literário presente no conjunto de sua obra. Conclui-se dessa trajetória que para alcançar a potência criativa da narrativa e compreender como se deu a formação da pessoa-escritora Carolina Maria de Jesus, faz-se necessário articular tanto a perspectiva dos estudos decoloniais, como a crítica que se forja no solo comum das vivências práticas dos sujeitos ditos marginalizados, seja pelo recorte de classe, como de raça e gênero. OLIVEIRA, P. ESCRITA E CONSTRUÇÃO DE SI: um olhar sobre a trajetória de Carolina Maria de Jesus. PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília, [S. l.], v. 11, n. 24, p. 221–238, 2023. DOI: 10.26512/pl.v11i24.46204. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/polemos/article/view/46204. Acesso em: 21 jul. 2023.

  • Workshop: Empreendedorismo Social e Tecnologia Feminista: Teoria e Prática

    EMENTA GERAL: Esse workshop tem como objetivo geral apresentar conceitos e aprofundar práticas relacionadas à economia feminista, com foco no empreendedorismo social e tecnologias feministas, adentrando em conceitos marxistas sobre o mundo do trabalho, discutindo o papel da formação da subjetividade das/os trabalhadoras/es. Os objetivos específicos são: Aprender a utilizar instrumentos de produção de diagnóstico socioambiental para empreendimentos sociais; Analisar as características da economia solidária e de inovação social a partir dos pressupostos das teorias feministas. Desenvolver habilidades de pesquisa científica para organização individual e coletiva; Identificar as potencialidades das capacidades socioemocionais para um projeto coletivo; Daniele Rehling Lopes é doutoranda em Educação na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestra em Educação e bacharel licenciada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pelotas. Atuou como docente de sociologia no ensino regular e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede estadual de ensino do Mato Grosso do Sul, sendo também professora substituta no curso de Licenciatura em Educação do Campo – Ciências da Natureza e Matemática da UFSC. Link para mais informações: https://aspensadoras.com.br/plataforma/cursos/empreendedorismo-social-e-tecnologia-feminista-teoria-e-pratica/

  • II Encontro Perspectivas Feministas em História da Filosofia: Descolonizar o pensamento

    Programação: https://epfhfilosofia.wixsite.com/index/bolsa-de-estudo Inscrições para apresentação de trabalho: https://epfhfilosofia.wixsite.com/index/c%C3%B3pia-local-contato Informações gerais: https://epfhfilosofia.wixsite.com/index

  • Resultado das Eleições

    É com alegria que divulgamos o resultado das eleições para a Administração da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. A equipe é agora formada por Beatriz Sorrentino Marques (UFMT), Carolina Araújo (UFRJ), Juliana Aggio (UFBA), Mitieli Seixas da Silva (UFSM) e Silvana Ramos (USP). Damos muito boas-vindas a Mitieli Seixas da Silva nessa equipe cooperativa e agradecemos a todas a as nossas membras que reservaram um momento para votar e dar sugestões à Rede. Dentre as sugestões recebidas, está a de uma administradora da região Norte, que será muito bem-vinda nas próximas eleições. Também recebemos manifestações de interesse em realização de atividades: nossos canais estão à disposição de nossas membras e a Rede existe para apoiar as iniciativas brasileiras que convergem filosofia e mulheres. Participem! Proponham ações! Aproveitamos a ocasião para esclarecer que a demora da divulgação deste resultado deveu-se a questões técnicas que impediam algumas de nossas membras de acessar o sistema interno de nosso site. Não queríamos concluir o processo antes que esse problema tivesse sido resolvido: nenhuma a menos! #redebrasileiramulheresfilosofas #filosofasorg #filosofasbrasil #eleicoesfilosofas

  • SÉRIE PRÊMIO FILÓSOFAS: PAULA BETTANI MENDES DE JESUS (DOUTORA PELA USP)

    Não deixem de acompanhar mais um episódio da Série Prêmio Filósofas! O objetivo da Série de Vídeos Prêmio Filósofas é divulgar as pesquisas em filosofia realizadas por mulheres no Brasil. Por isso, periodicamente publicamos um vídeo com as filósofas indicadas por seus programas de pós-graduação ao Prêmio Filósofas, ao Prêmio ANPOF e ao Prêmio Capes contando um pouco sobre sua dissertação ou tese. O vídeo de hoje é com Paula Bettani Mendes de Jesus, doutora pela USP. Neste espisódio, Paula Bettani apresenta sua tese, intitulada “Desejo e política em Espinosa, um estudo da Ética”. Defendido em 2021, o trabalho foi indicado pelo PPG ao Prêmio Filósofas 2022. Acesse https://youtu.be/DmenN83Y8gQ para assistir!

  • Participem do VII Evento de GEMF (Grupo de Escrita de Mulheres na Filosofia)

    Lançamos hoje a chamada do VII Evento do Grupo de Escrita de Mulheres na Filosofia (GEMF). As inscrições vão até 01 de setembro. Estão convidadas a submeter trabalhos pós-graduandas e pesquisadoras em filosofia, de qualquer área. Os trabalhos selecionados receberão os comentários de uma debatedora convidada. Em breve, traremos mais informações sobre as palestras e demais atividades que serão transmitidas pelo canal de YouTube da Rede Brasileira de Mulheres filósofas. Para mais informações, acessem a chamada completa na aba "Notícias", através do link: GEMF - Notícias (google.com).

  • Quantas Filósofas: Verbete Elisabeth da Bohemia, por Roberto Soares da Cruz Hastenreiter (UFRJ)

    Elisabeth nasceu em 26 de dezembro de 1618 na cidade de Heidelberg. Filha mais velha e a terceira dos treze irmãos, recebeu formação característica da alta nobreza, e se destacou entre seus irmãos, demonstrando interesse em ciências e na filosofia grega clássica, o que lhe rendera o “título” de “a grega”. Filha de Frederico V (1596-1632) e da Princesa Elizabeth Stuart (1596-1662), Elisabeth nasce em uma família com poder e ligações com a realeza protestante em toda a Europa. Por parte de mãe era neta do rei James I da Inglaterra e VI da Escócia, e da princesa Anne da Dinamarca. Do lado de seu pai, ela era neta de Louise Juliana de Orange-Nassau (1576-1644), e prima do “Grande Eleitor” (der Große Kurfürst) Frederick William de Brandemburgo-Prússia. Em 1619, seu pai assumiu a coroa do Reino da Boêmia, o que justifica o título de Elisabeth como princesa da Boêmia. Contudo, o reinado de Frederico V não durou muito tempo. A derrota na batalha da Montanha Branca (White Mountain em 8 de Novembro de 1620) lhe custou o reino da Boêmia, pouco mais de um ano após a sua coroação, o que lhe rendeu o apelido de “Rei de Inverno”. Tudo isso resultou em desdobramentos negativos, tanto para sua família quanto para o centro e o norte da Europa. Afinal, os eventos que resultaram em sua queda culminaram na Guerra dos Trinta Anos. Após a referida batalha, além do reinado da Boêmia, o pai de Elisabeth perdeu território do Palatinado, e com isso teve de se refugiar na Holanda, juntamente com a sua família. O projeto de extensão Quantas Filósofas? incentiva graduandos a publicar verbetes introdutórios sobre a vida e a obra de filósofas, de modo a resgatar suas contribuições para a história da filosofia. Leia o verbete completo no link: https://www.filosofas.org/quantas-elisabeth-da-bohemia

  • IV Colóquio Nacional de Mulheres na Filosofia

    É com grande alegria que anunciamos a realização do IV Colóquio Nacional de Mulheres na Filosofia. Sediado na Universidade Federal de Sergipe desde 2019, nosso evento é uma realização de alunas e professoras ligadas ao ensino e pesquisa em Filosofia que buscam ampliar a participação das mulheres no pensamento filosófico. Nosso propósito é divulgar os conceitos, as filosofias e os papéis desempenhados pelas mulheres na produção do conhecimento filosófico, e promover a abertura do espaço para o debate sobre as vivências das mulheres que estudam, produzem e ensinam Filosofia. Acreditamos que, ao desafiar as compreensões tradicionais acerca do espaço da mulher na história da filosofia, ao encarar as questões filosóficas ligadas a gênero e sexualidade, todas nós colaboramos para o desenvolvimento de concepções de filosofia mais consistentes e inclusivas. A quarta edição do Colóquio Mulheres na Filosofia será realizada entre os dias 18 a 22 de setembro de 2023. Pretendemos continuar incentivando a participação do mais diverso público, de todas as regiões do país, razão pela qual adotaremos novamente o formato híbrido. Mais uma vez convidamos a comunidade acadêmica a submeter propostas voltadas para o trabalho de mulheres filósofas ou para temáticas filosóficas que envolvam a questão feminina ou de gênero em geral até 06 de agosto de 2023. Link para mais informações: https://sites.google.com/view/cmfilufs/

  • IV Colóquio Nacional Mulheres na Filosofia UFS

    É com grande alegria que anunciamos a realização do IV Colóquio Nacional de Mulheres na Filosofia. Sediado na Universidade Federal de Sergipe desde 2019, nosso evento é uma realização de alunas e professoras ligadas ao ensino e pesquisa em Filosofia que buscam ampliar a participação das mulheres no pensamento filosófico. Nosso propósito é divulgar os conceitos, as filosofias e os papéis desempenhados pelas mulheres na produção do conhecimento filosófico, e promover a abertura do espaço para o debate sobre as vivências das mulheres que estudam, produzem e ensinam Filosofia. Acreditamos que, ao desafiar as compreensões tradicionais acerca do espaço da mulher na história da filosofia, ao encarar as questões filosóficas ligadas a gênero e sexualidade, todas nós colaboramos para o desenvolvimento de concepções de filosofia mais consistentes e inclusivas. A quarta edição do Colóquio Mulheres na Filosofia será realizada entre os dias 18 a 22 de setembro de 2023. Pretendemos continuar incentivando a participação do mais diverso público, de todas as regiões do país, razão pela qual adotaremos novamente o formato híbrido. Mais uma vez convidamos a comunidade acadêmica a submeter propostas voltadas para o trabalho de mulheres filósofas ou para temáticas filosóficas que envolvam a questão feminina ou de gênero em geral até 06 de agosto de 2023. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #cmfilufs

  • Imagem e trauma: a arte diante da violência do visível

    RAFAELA ALVES FERNANDES (USP) rafa_a_fernandes@usp.br Tese de doutorado http://lattes.cnpq.br/2384427784852084 Orientador: Ricardo Nascimento Fabbrini Data prevista de defesa:31/12/2027 Fonte da imagem: https://makingarthappen.files.wordpress.com/2013/02/aj04.png Esta pesquisa assume como ponto de partida questões já indiciadas na dissertação de mestrado da presente autora, intitulada “Estéticas e políticas da memória: arquivo e testemunho na obra de Christian Boltanski e Doris Salcedo” (2022) que se encontram, no entanto, ainda pouco desenvolvidas, tendo-se em vista a profusão de questões que a imagem técnica – especialmente a fotografia, mas também linguagens correlatas como o cinema e a videoarte – suscita nos estudos sobre a representação do trauma e da catástrofe desde o século XIX até a atualidade. Propõe-se, assim, debater o estatuto da arte diante da violência, do sofrimento e da dor, interrogando a legitimidade de certa ética da representação que nos remete ao conceito de sublime, amplamente revalorizado na arte moderna e contemporânea, que se vale do repugnante e do desagradável para ser esteticamente contemplado. O dever de memória – justa contraparte do direito de memória – é compreendido como um expediente necessário para que determinados episódios da história não se repitam, já que o esquecimento de um evento traumático no plano social costuma favorecer os agentes do poder, mas não as vítimas. No entanto, frequentemente, a imagem em sua pretensão de transformar os espectadores em testemunhas do ocorrido, incorre em excessos, tornando o que antes era testemunho em passiva condescendência face ao horror. Em uma sociedade na qual se assiste, diariamente, a massacres e execuções, asfixias e decapitações, estupros e assassinatos à queima-roupa transmitidos ao vivo pela tela de dispositivos digitais, experimenta-se o trauma a todo instante a ponto de o real se desrealizar e assumir feições de quase ficção, uma vez que o aparelho psíquico tenta restabelecer o princípio do prazer para lidar com experiências cuja violência é intensa e difícil de suportar. Trata-se de uma ferida visual que jamais cicatriza e anestesia os sentidos, uma vez que o espectador é submetido ao convívio iterado com a dor. Tudo leva a crer que a violência consumida diariamente na forma de imagens tende a tornar a realidade aceitável e anestesiar o espectador não apenas diante de imagens, mas principalmente diante do real. Se a estetização da dor alheia é repulsiva e moralmente reprovável, a indiferença estética ante o mundo e suas atrocidades é só mais um sintoma de uma crise maior já prevista por Kant, a saber, o fracasso de nossa imaginação, com o agravante de que esse fracasso não será seguido pela entrada da razão em cena, visto haver certa obscenidade na tentativa de compreensão da barbárie. Qual seria, nessa medida, a relação do sublime com o irrepresentável. Assim como na noção freudiana de trauma e na formulação lacaniana de real, a caracterização kantiana de sublime implica certa ideia de excesso, tanto no sublime matemático quanto no sublime dinâmico. No primeiro caso, trata-se de um excesso ligado às dimensões de determinado objeto diante do qual, em função de sua grandeza, a imaginação fracassa por não conseguir apreendê-lo pelos sentidos. No segundo, Kant refere-se à manifestação da força e do poder que a natureza tem diante da pequenez humana, portanto, trata-se de um afeto ligado à intensidade do sentimento. O fator econômico do trauma, do real e do sublime nos interessa na medida em que aponta para a questão do apresentável e do irrepresentável na arte contemporânea. Convém ressaltar que a violência do visível não se encerra no conteúdo da imagem, mas abrange tanto o ato de produção e propagação, quanto as práticas e os discursos que operam no interior dos processos de subjetivação (e dessubjetivação) que envolvem os dispositivos de visibilidade. Interessa-nos, assim, pensar a imagem em relação aos dispositivos de visibilidade que fazem abrirmos os olhos para certas imagens e, para outras, fecharmos. A questão que se coloca é, portanto, como representar a dor ou performar a violência sem estetizá-las? Ou ainda, como impedir que as imagens se reduzam a ser simplesmente representação de qualquer coisa? A partir de uma seleção de obras de Alfredo Jaar, Rosângela Rennó, Thomas Hirschhorn, entre outros artistas, que questionam a presença e a ausência de determinadas imagens e os efeitos delas sobre nossa conduta ante o mundo contemporâneo, busca-se examinar os procedimentos críticos utilizados no panorama artístico atual que incidem não apenas sobre os eventos traumáticos representados, mas consistem, sobretudo, numa espécie de desmontagem da máquina de visão que gere, econômica e tecnicamente, o espetáculo cotidiano do trauma. Entre os vários aspectos que se entrelaçam e compõem as obras desses artistas destaca-se a exploração de outras possibilidades de leitura das imagens que, a um só tempo, evidenciam a dimensão traumática do real e revelam a face obscura tanto das luzes da modernidade capitalista quanto dos dispositivos de captura desse real. Além disso, seus trabalhos são marcados por apropriações de imagens feitas por outrem com vistas a deslocar o sentido, o uso e o olhar sobre elas, de modo a restaurar nossas potências de ação política, restabelecendo a confiança no poder emancipador das imagens e apontando a corresponsabilidade do espectador diante das violências naturalizadas. Referências bibliográficas FERNANDES, Rafaela A. Estéticas e políticas da memória: arquivo e testemunho na obra de Christian Boltanski e Doris Salcedo. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo, 2022. Bibliografia consultada BURKE, Edmund. Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do sublime e do belo. Trad. Enid Abreu Dobránszky. Campinas, SP: Papirus, 1993. DANTO, Arthur C. O abuso da beleza: a estética e o conceito de arte. Trad. Pedro Sussekind. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015. DE DUVE, Thierry. A arte diante do mal radical. In: Ars, v. 7, n. 13, 2009. DIDI-HUBERMAN, Georges. Imagens apesar de tudo. Trad. Vanessa Brito e João Pedro Cachopo. São Paulo Editora 34, 2020. FREUD, Sigmund. Conferência XVIII: Fixação em traumas – o inconsciente. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. XVI, Rio de Janeiro: Imago, 1976. KANT, Immanuel. Crítica da Faculdade do Juízo. Trad. Valério Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, 1993. MONDZAIN, Marie-José. Hoje, o que ver o que mostrar frente ao terror? – reflexões acerca da criação e da difusão das imagens relacionadas ao terror, ao gozo e à morte. In: Devires, Belo Horizonte, v. 13, n. 1, 2016. SONTAG, Susan. Diante da dor dos outros. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #imagem #dispositivosdigitais #estetizaçãodaviolência #trauma. As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgadas são de responsabilidade da autora da pesquisa.

  • V ENCONTRO DO GT DE FILOSOFIA E GÊNERO

    🚨ATENÇÃO🚨 Inscrições prorrogadas até dia 23.07 📢📢 Aproveitem e se inscrevam diretamente no site: https://sites.google.com/phb.uespi.br/eventogt

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