GT FILOSOFIA E GÊNERO
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- Elyana Barbosa: Nota de pesar UFBA
A Universidade Federal da Bahia lamenta o falecimento da professora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) Elyana Barbosa. Filósofa com graduação (1969) e mestrado (1971) pela UFBA e doutorado (1985) pela USP, Elyana Barbosa iniciou como docente na Universidade em 1970, atividade que continuou a exercer mesmo após ter se aposentado, em 1991. Na FFCH, ocupou os cargos de vice-diretora da unidade (1984-88) e vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (1988-91); e na Faculdade de Arquitetura, lecionou no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Atuou também como docente na Universidade Católica do Salvador (1991-2001) e na Universidade Estadual de Feira de Santana (2000-2004). Elyana Barbosa foi a primeira mulher baiana a obter o título de doutora em filosofia e, com isso, contribuiu de modo decisivo para a profissionalização da filosofia na Bahia e para a afirmação do lugar da mulher na vida universitária. Dedicou-se principalmente à área de epistemologia, ensino, e história das ciências e era uma reconhecida especialista no pensamento do filósofo francês Gaston Bachelard (1884-1962), tendo publicado livros como "G. Bachelard: O Arauto da Pós-Modernidade" (Editora Universitária Americana, 1993; Edufba, 1997), "Bachelard: Pedagogia da razão, pedagogia da imaginação" (em coautoria com Marly Bulcão, Vozes, 2008) e "Caminhos do Pensamento" (Editora Acadêmica, 2019), entre outros livros, artigos e capítulos de livros. Enlutada, a UFBA se solidariza aos familiares, amigos e colegas da professora Elyana. #redebrasileirademulheresfilosfas #filosofasbrasil #filosofasorg #ufba #elyanabarbosa
- XVIII Simpósio Internacional da Associação de Mulheres Filósofas (IAPH): 18-21 Julho
Na semana que vem acontece no Center for the History of Women Philosophers and Scientists da Universidade de Paderborn, Alemanha, o XVIII Simpósio da International Association of Women Philosophers (IAPh) com o tema: Definindo o Futuro, Repensando o Passado. Muitas filósofas brasileiras estão na programação e a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas participará do painel de Redes Emergentes de Mulheres Filósofas da América Latina no dia 19, segunda, às 15:00hs (horário de Berlim). Para mais informações, confira: https://historyofwomenphilosophers.org/defining-the-future-rethinking-the-past-iaph-2021/ Para registrar-se no evento, acesse: https://events.uni-paderborn.de/event/118/registrations/84/ #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #iaph
- Curso de Aperfeiçoamento em Filosofia Feminista - Garanta sua inscrição e ganhe nosso livro!
Olá Pensadoras! Prontas para mais uma novidade? Pensando em todas vocês que nos procuraram para participar do curso Aperfeiçoamento em Filosofia Feminista estamos ofertando novas vagas. Desta vez, o curso será realizado de maneira síncrona e assíncrona. Esse novo modelo permite que a cursista possa gerir o seu tempo e assistir aos primeiros módulos conforme sua disponibilidade, enquanto participa das aulas online que permitem uma troca de conhecimentos com as colegas e professoras de várias do país. E é claro que a Escola não poderia deixar de presentear as novas inscritas, que irão receber a primeira edição do livro As Pensadoras após confirmarem a inscrição. Vem, vamos juntas! 📖💜✊🏿✊🏻 Para mais informações e inscrições acesse o site https://www.aspensadoras.com.br/cursos/i-aperfeicoamento-em-filosofia-feminista
- Podcast Mulheres Intelectuais de Ontem e Hoje
O Projeto de Extensão da UFRJ Vozes de Mulheres produz, em parceria com o Grupo de Estudo em Reflexão Moral Interdisciplinar da UFSC, o programa de podcast Mulheres Intelectuais de Ontem e Hoje que vai ao ar todas as quartas feiras as 11h, com reprise as 14h, pela Rádio UFRJ, também disponível no Spotify. Uma produção feita por mulheres pesquisadoras que visa dar voz à escritoras, artistas e ativistas marginalizadas, subalternizadas e silenciadas pela historia literária e intelectual. Este é um programa de podcast que é político e que se destina ao público em geral, para além das fronteiras acadêmicas. Disponível para acesso na página do Instagram com mais informações e outros materiais: https://www.instagram.com/vozes.de.mulheres/ Link Spotify: https://open.spotify.com/show/4WBHztQvBNzquXwRjA5xzF?si=YodmKzHTQpqHcZ2rZQWiCA&dl_branch=1 Link Rádio UFRJ: https://www.radio.ufrj.br #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #filosofasOrg #radioufrj #mulheresintelectuais
- Curso As Pensadoras e o Direito - 2ª edição - Escola As Pensadoras
Notícia maravilhosa para esta segunda: nosso curso “As Pensadoras e o Direito” ganhou uma segunda edição! Serão seis encontros: dias 02, 03, 10, 17, 24 e 31 de agosto, das 18h30 às 20h30. As aulas buscam descortinar os padrões subalternizados que imprimem no Direito uma neutralidade inexistente, fornecendo instrumentos críticos para ampliarmos o reconhecimento das desigualdades que sustentam as diferenças de tratamento impostas no meio jurídico. Cada encontro debate o tema a partir dos pensamentos de uma autora: Silvia Federici, Donna Haraway, Nancy Fraser, Alda Facio, Vânia Bambirra e Carole Pateman. O curso será ministrado por um grupo de professoras e pesquisadoras das áreas jurídica, filosófica e sociológica: Loiane Prado Verbicaro, que também coordena a atividade, Juliana Machado, Júlia Ávila Franzoni, Cecília Barreto de Almeida, Ana Paula Sales, Marcela Soares Silva e Natasha de Vasconcelos Soares. Temos certeza que serão debates riquíssimos! Participe conosco! Garanta a sua vaga no nosso site. https://www.aspensadoras.com.br/cursos/as-pensadoras-e-o-direito--2-ed #ParaTodosVerem: Arte com as fotos de Silvia Federici, Donna Haraway, Nancy Fraser, Alda Facio, Vânia Bambirra e Carole Pateman. Texto: As Pensadoras e o Direito - 2a edição. De 02 a 31 de agosto, das 18h30 às 20h30.
- Lélia Gonzalez by/por Carla Rodrigues: Brazilian Women Philosophers/ Filósofas Brasileiras
Learn more about philosopher Lélia Gonzalez with philosopher Carla Rodrigues. Conheça mais sobre a filósofa Lélia Gonzalez com a filósofa Carla Rodrigues. Lélia Gonzalez is a Brazilian philosopher and sociologist. She was born in 1935 at Minas Gerais and died in 1994, in Rio de Janeiro, leaving immense contributions about colonialism in Brazilian society. She was a professor at Catholic University of Rio de Janeiro (PUC-Rio) and at the University of the State of Rio de Janeiro (UERJ). In the late 1970s, she was one of the founders of the Unified Black Movement, and became a tireless activist against the strong and resistant presence of racism among us. She supported the movement black in the United States and dialogued with authors such as the philosopher Angela Davis, with whom she had a major exchange in the late 1970s. When Davis published “Women, race and class”, Gonzalez presented “The black woman in Brazilian Society” at a 1979 Conference at the University of California. Besides this one, her most important publications are “Racism and sexism in Brazilian culture” (1984) “The political-cultural category of Africanity” and “For an Afro-Latin American feminism”, both published at 1988. Carla Rodrigues holds an MA and PhD degrees at PUC-Rio, is Professor of Ethics at the Department of Philosophy at UFRJ and researcher at the Graduate Program in Philosophy (PPGF/UFRJ) in the area of Gender, Race and Colonialism. Her research focuses on the work of Judith Butler, having been awarded the productivity grant "Junior State Scientist" (Faperj, 2018/2020) with the project "Judith Butler: from gender to criticism of state violence". She is a member of three Working Groups at the National Philosophy Society (ANPOF): Philosophy and Gender, Women in the History of Philosophy and Deconstruction, Language, Alterity (of which she is a founding member). She coordinates the Feminist Epistemologies project and the Philosophies of the Time of Now Lab, registered at the Directory of Research Groups of CNPq. CV: http://lattes.cnpq.br/1849437854243808 The Brazilian Women Philosophers / Filósofas Brasileiras series is promoted by the Extending New Narratives in Philosophy and by the Brazilian Network of Women Philosophers. With curation by Carolina Araújo and Carmel Ramos, both at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), the series invites intellectuals to present the ideas of prominent Brazilian Women Philosophers. Focused on the author's concepts and arguments, the videos intend to show the importance of reading her works and introducing them in the academic curriculum. Lélia Gonzalez é uma filósofa e socióloga brasileira. Nascida em 1935 em Minas Gerais e falecida aos 59 anos, em 1994, no Rio de Janeiro, deixou contribuições imensas sobre a colonialidade na sociedade brasileira. Foi professora na PUC-Rio e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. No final dos anos 1970 foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado, onde foi uma ativista incansável contra a forte e resistente presença do o racismo entre nós. Frequentou o movimento negro nos Estados Unidos e dialogou com autoras como a filósofa Angela Davis. As duas conviveram nos Estados Unidos no final da década de 1970. Enquanto Davis publicava “Mulheres, raça e classe”, Gonzalez apresentava “A mulher negra na sociedade brasileira” em congresso realizado em 1979 na Universidade da Califórnia. A este trabalho somam-se textos fundamentais na sua obra como “Racismo e sexismo na cultura brasileira” (1984), “A categoria político-cultural de amefricanidade” e “Por um feminismo Afro-latino-Americano”, ambos de 1988. Carla Rodrigues é doutora e mestre em Filosofia pela PUC-Rio, professora da cadeira de Ética no Departamento de Filosofia da UFRJ, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF/IFCS/UFRJ), na linha de pesquisa Gênero, raça e colonialidade. Vem se dedicando ao estudo do pensamento de Judith Butler, tendo sido contemplada com bolsa de produtividade Jovem Cientista do Nosso Estado (Faperj, 2018/2020) com o projeto "Judith Butler: do gênero à crítica da violência de estado". É integrante do GT Filosofia e Gênero, do GT História das Mulheres na Filosofia e uma das fundadoras do GT Desconstrução, linguagem, alteridade, da ANPOF. Coordena o projeto Epistemologias Feministas e o laboratório Filosofias do tempo do agora, catalogado no Diretório de Núcleos de Pesquisa do CNPq. Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/1849437854243808 A série Brazilian Women Philosophers / Filósofas Brasileiras é promovida pelo projeto internacional Extending New Narratives in Philosophy e pela Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Com curadoria de Carolina Araújo e Carmel Ramos, ambas da UFRJ, a série convida intelectuais a apresentarem as ideias das principais filósofas brasileiras. Centrados nos conceitos e argumentos da autora, os vídeos pretendem mostrar a importância da leitura de suas obras e de sua introdução no currículo acadêmico. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofas.brasil #brazilianwomenphilosophers #filósofasbrasileiras #léliagonzalez #carlarodrigues #extendingnewnarratives
- Potências da memória: arquivo e testemunho na arte contemporânea
RAFAELA ALVES FERNANDES (USP) rafa_a_fernandes@usp.br Dissertação de mestrado http://lattes.cnpq.br/2384427784852084 Orientador: Ricardo Nascimento Fabbrini Data prevista de defesa: 31/07/2022 Photo by Roman Kraft on Unsplash A ruptura com o passado e a expectativa do novo no futuro constitui um ponto de referência da consciência histórica da modernidade artística, especialmente nos movimentos de vanguarda da primeira metade do século XX na Europa. Esse impulso em direção ao futuro, tão característico da época moderna, contrasta sobremaneira com o interesse da cultura contemporânea pelo passado, por debates em torno da memória e do esquecimento no rastro dos movimentos de descolonização e de grupos que a defendem como parte do reconhecimento de suas histórias de dor e de exploração. O boom em torno da memória histórica – que coincide com os discursos sobre o fim da história e da arte, a noção de morte do sujeito, entre tantos outros discursos epilogais – vem acompanhado de uma série de aparições do passado em modas e utensílios retrôs, filmes nostálgicos, restauração de velhos centros urbanos, seguida de sua museificação, da escrita de autobiografias, assim como da produção e da difusão de documentários. Ou seja, é o passado exumado e redescoberto como se não houvesse futuro. A partir dos anos 70 verifica-se também a emergência de uma série de artistas que trabalham a partir de arquivos, documentos e testemunhos criando obras que exploram diferentes concepções e usos da memória e do passado. A hipótese é que esses artistas não compõem um elemento a mais no quadro de saturação da memória, mas reagem a esse cenário propondo outras maneiras e processos de articular historicamente o passado. Trata-se de memórias críticas que reveem o passado – não enquanto objeto perdido, isto é, objeto da nostalgia pós-moderna –, mas que trabalham na chave da “perlaboração” do recalcado, de um lembrar ativo no cruzamento entre esquecimento e memória. Após um século de genocídios, ditaduras sangrentas, campos de extermínio e etnicídios, esses artistas voltam-se para o passado como para um arquivo que não cessa de se acumular, mas que carece ser montado e remontado, reescrito e reconfigurado. Ao contrário do que se possa pensar, não para ceder espaço a verdades redentoras, mas para tornar visível aquilo que permaneceu invisível ou até mesmo desaparecido, visto que tratar de um regime estético da memória implica admitir que o passado nem sempre se apresenta na forma de presenças ou vestígios acessíveis. É notório, ainda, que tal insistência em dispositivos de memória na contemporaneidade eclode com mais força diante da falência do projeto estético e social da modernidade. No entanto, como nosso objetivo não é exatamente compor um inventário desses trabalhos, pois incorreríamos no risco da parcialidade e da imprecisão, nossa pesquisa se propõe a investigar o estatuto que a memória adquire nessa nova arte da rememoração a partir da análise de obras de Christian Boltanski, Doris Salcedo e Rosangela Rennó. Boltanski e seus coautores (2009, 2010) exploram o poder que os objetos e as imagens têm de evocar memórias e transmitir o saber e o não saber sobre os anônimos da história. Esse anonimato se deve ao fato de que a história distingue as grandes das pequenas histórias, as vidas memoráveis e as ordinárias, aquelas que merecem ocupar os panteões da memória cultural e o resto, os que fazem história e os que são feitos por ela. Boltanski atualiza a arte da memória e desenvolve o que denomina de “pequena memória”, não para fins retóricos como na antiga mnemotécnica, mas para conferir dignidade aos mortos, num trabalho de luto atrasado ou antecipado, nunca atual, em que a transmissão de vestígios da ausência é uma forma de fazer com que algo sobreviva apesar da passagem do tempo e do desaparecimento dos sujeitos. Embora não seja possível experienciar pelo outro, Doris Salcedo (1999, 2003) enfrenta o dilema irresolúvel de narrar histórias de violência em terceira pessoa (testis) sem, no entanto, reafirmar a ilusão positivista de representar objetivamente o passado manifesto. A própria artista se define como uma “testemunha secundária” e defende que toda arte é fundamentalmente política, uma vez que tem um compromisso inescapável com o “real” e com as histórias de vida e de morte mergulhadas na invisibilidade. Em seu trabalho, o testemunho se faz presente ao mostrar as marcas deixadas pela violência, sobretudo nas pessoas que a sofreram, e transmiti-las ao espectador por meio de uma “contemplação silenciosa”, como o silêncio do luto. O museu de arte é transformado, assim, numa espécie de cerimônia fúnebre em que o silêncio, já comumente instaurado, adquire outro significado. Por fim, Rosângela Rennó (1998) entendeu desde cedo que seu processo criativo não consistia necessariamente na produção de novas imagens. Afinal, para que produzir mais arquivos quando não se olhou suficientemente para os que foram armazenados ou abandonados, isto é, destinados ao esquecimento? O esquecimento depositado sobre os arquivos que Rennó manipula é da ordem de um apagamento que não se pode considerar imponderável ou natural. Tal como a figura do trapeiro benjaminiano que coleciona toda sorte de objetos e empreende um trabalho de arqueologia do baixo e daquilo que foi descartado, Rennó se apropria de materiais de arquivos institucionais e vernaculares e cria seu próprio arquivo – como é o caso do projeto Arquivo universal –, ou seja, produz arquivos fictícios, problematiza a questão do arquivamento e trabalha a partir de procedimentos arquivais. Como diria Jacques Derrida (2001), Rennó efetua um trabalho de consignação, isto é, de reunião de signos, que tem início na coleta e na seleção dos arquivos remanescentes, continua através das intervenções nas imagens e textos – ora para obliterar a visibilidade/legibilidade, ora para acrescentar outras camadas de conotação –, e que se abre indefinidamente a outras consignações por parte do espectador. Referências: BOLTANSKI, Christian; OBRIST, Hans U. Entrevistas: volume 2. Trad. Diogo Henriques et al. Rio de Janeiro: Cobogó; Belo Horizonte, MG: Inhotim, 2009. BOLTANSKI, Christian; GRENIER, Catherine. La vie possible de Christian Boltanski. Paris: Éditions du Seuil, 2010. DERRIDA, Jacques. Mal de arquivo: uma impressão freudiana. Trad. Claudia de Moraes Rego. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001. SALCEDO, Doris; MEREWETHER, Charles. “An interview with Doris Salcedo” In: Unland – Doris Salcedo. San Francisco Museum of Modern Art, 1999. SALCEDO, Doris. Traces of Memory – Art and Remembrance in Colombia. ReVista Harvard Review of Latin America, 2003. Disponível em: https://archive.revista.drclas.harvard.edu/book/traces-memory ; Acesso em: 29/05/2021. RENNÓ, R. Cicatriz. “Fotografias de tatuagens do Museu Penitenciário Paulista e textos do Arquivo Universal”. In GOIFMAN, Kiko. Valetes em slow motion – a morte do tempo na prisão: imagens e textos. Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1998. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #arte #memoria #arquivo #testemunho #DorisSalcedo #Boltanski #Renno As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgada são de responsabilidade da autora da pesquisa.
- Participe do Concurso de Fotografia do II Fórum Virtual D'As Pensadoras
Queridas Pensadoras, Acreditamos que as fotografias são importantes dispositivos de expressão artística, informação e registro da história. Por isso, lançamos o concurso fotográfico do II Fórum d’As Pensadoras, para que possamos ampliar o espaço de socialização e diálogo que o evento nos oferece. Se você curte fotografar, então participe conosco! É muito simples: basta preencher o formulário disponível no nosso site e enviar uma foto relacionada à temática geral do evento. As inscrições vão de 05/7 até 21/7. As imagens inscritas serão publicadas em um álbum no Facebook d’As Pensadoras para votação do público. A foto que receber mais curtidas entre dia 21 a 29 de julho será a vencedora. O resultado será divulgado no dia 29 de julho, no encerramento do Fórum, às 21:30. Além de ajudar a contribuir para fortalecer o Fórum, você também pode ser premiada com uma bolsa para um curso da Escola e com um livro da Coleção da Editora As Pensadoras. Legal, né? Queremos receber a sua foto! Acesse https://www.aspensadoras.com.br/comunidade/concurso-de-fotografias-do-ii-forum-virtual-da-comunidade-das-pensadoras #ParaTodosVerem: imagem de uma câmera fotográfica e o texto “Participe do concurso de fotografia do II Fórum d’As Pensadoras”. Garanta sua inscrição no Fórum: https://www.aspensadoras.com.br/cursos/ii-forum-das-pensadoras-mulheres-pandemia-e-ciencia
- Prazo de inscrição como debatedora prorrogado! - II Fórum Virtual D'As Pensadoras
Ainda dá tempo de enviar a tua proposta de debate para o II Fórum d’As Pensadoras: Mulheres, Ciências e Pandemia! O prazo foi prorrogado até 12/7! Participe e nos ajude a fortalecer esse espaço de diálogo, escuta, reflexões teóricas e partilhas afetuosas. Você pode propor um debate relacionado a um dos eixos temáticos do evento: Artes, Ciência, Ecofeminismo e Filosofia. Ele deve estar em forma de texto, relatando resultados de uma pesquisa concluída ou em andamento, de projetos de extensão acadêmica ou de outra natureza de produção intelectual. Os debates ocorrerão nos dias 28 e 29 de julho, em salas virtuais, das 14h às 17h30 e das 18h às 21h30. A programação completa está no nosso site. Inscreva-se pelo link: https://www.aspensadoras.com.br/cursos/ii-forum-das-pensadoras-mulheres-pandemia-e-ciencia Estamos esperando o seu texto. Vem, gente! Com a prorrogação, a lista de trabalhos aprovados será divulgada no dia 18/7, em nosso site. #ParaTodosVerem: imagem das debatedoras do fórum com o texto avisando sobre o prazo prorrogado da inscrição. #forumvirtual#aspensadoras#feminismo#feminista#mulheresfortes#filosofia#arte#ecofeminismo#ciencia#pandemia
- Primeiro Encontro: Mulheres na história da filosofia: estudos e contribuições da América Latina
A Rede Latino-Americana de estudos sobre filósofas na História convida a todas as pessoas interessadas a submeterem propostas de trabalho para o seu Primeiro Encontro: “Mulheres na história da filosofia: estudos e contribuições da América Latina”, que vai se realizar de 18 de outubro a 13 de dezembro, em modalidade virtual. O Encontro tem por objetivo o intercâmbio de pesquisas na América Latina, a partir dos seguintes eixos temáticos: Estudos dedicados a filósofas em épocas distintas da história da filosofia, em áreas distintas (não há delimitação histórica) Filósofas latino-americanas na história da filosofia Reflexões historiográficas e metodológicas sobre o cânone filosófico e as narrativas da história da filosofia, no que respeita às filósofas. As filósofas no ensino da filosofia O evento ocorrerá em oito sessões virtuais, de 18 de outubro a 13 de dezembro de 2021. Regras de submissão: 1. As interessadas podem enviar suas propostas em arquivo anexado em formato doc., Arial 12, espaço 1,5, para redlatfilosofasenlahistoria@gmail.com até 15 de julho de 2021 2. As propostas devem conter um resumo mínimo de 800 e máximo de 1000 palavras, em que se identifiquem de maneira clara o título, a tese e o objetivo da proposta, e cinco palavras-chave. 3. No corpo do e-mail deve se identificar o nome completo da autora, o título do trabalho, um resumé breve a instituição a que está vinculada (caso se aplicar). 4. As línguas aceitas são espanhol, português, inglês e francês. As propostas serão avaliadas pelo comitê científico do encontro. Coordenadoras: Silvia Manz (UNLP, IdHICS CONICET – Argentina) – Katarina Peixoto (UERJ, Brasil) – Viridiana Platas (UEB/ UDLS, Colombia) – Teresa Rodríguez (UNAM – México) Mais informações: https://redlatinoamericanadeestudiossobrefi.com.mx/chamada-de-trabalhos/?fbclid=IwAR2qIXOLq43vEcI-FiNCbTFYxT3vPzEK3rKCN6TEofWjd_zK5PAvH4poX9M
- I Colóquio Filosofando com Mulheres
A Comissão Organizadora, formada por discentes do Programa de Pós-graduação em Filosofia da PUCPR, convida toda a comunidade acadêmica para participar do I Colóquio Filosofando com Mulheres. Por meio das palestras e das mesas de comunicação, o Colóquio, que será realizado nos dias 11, 12 e 13 de agosto de 2021, visa divulgar amplamente o trabalho acadêmico desenvolvido pelas professoras e pesquisadoras, reunindo-as para promover maior visibilidade às pesquisas produzidas por mulheres. As inscrições como ouvinte estão abertas para o público geral e encerram no dia 06/08/2021. Já a chamada para submissão de Resumos Expandidos, considerando a proposta do evento, está direcionada às estudantes e pesquisadoras cujas pesquisas dialogam com a Filosofia e ficará aberta até o dia 28/07*. Contamos com a sua participação e divulgação! *As submissões são limitadas e podem encerrar antes do prazo estabelecido. Mais informações e inscrições no site: https://www.even3.com.br/icfcmulheres2021/
- Conheça a debatedora síntese do eixo As Pensadoras e as Artes - II Fórum Virtual D'As Pensadoras
O II Fórum d’As Pensadoras: Mulheres, Ciências e Pandemia vem aí! E quem estará conosco é a professora Alice Fátima Martins, responsável por coordenar os debates do eixo As Pensadoras e as Artes. Alice é professora titular da Universidade Federal de Goiás, no Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual e no curso de Licenciatura em Artes Visuais. É bolsista de Produtividade em Pesquisa pelo CNPq, doutora em Sociologia, mestra em Educação e licenciada em Artes Visuais. Para ela, sendo professora, aprende mais do que ensina; sendo pesquisadora, desaprende o que, antes, pensava saber. A segunda edição do fórum será nos dias 28 e 29 de julho. Para conferir todos os detalhes do evento e garantir a tua participação, acesse o nosso site. https://www.aspensadoras.com.br/cursos/ii-forum-das-pensadoras-mulheres-pandemia-e-ciencia #ParaTodosVerem: no primeiro card, consta a foto da professora Alice e, no segundo, uma mini bio sua.












