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  • 𝐄𝐬𝐭𝐮𝐝𝐨𝐬 𝐅𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬: 𝐌𝐮𝐥𝐡𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐞 𝐄𝐝𝐮𝐜𝐚çã𝐨

    Incrível, certo?!😍 O livro é organizado pelas professoras Rita de Cássia Fraga Machado e Amanda Motta Castro e está com 𝐩𝐫é-𝐯𝐞𝐧𝐝𝐚 𝐝𝐢𝐬𝐩𝐨𝐧í𝐯𝐞𝐥! Para Anielle Franco, “se engana quem acha que resgatar a memória é somente abrir as portas do passado, pelo contrário, a memória das mulheres negras são a chave do futuro. A tentativa de contar nossas histórias é fomentar o que entendemos por “memória coletiva”. Então, bora se apropriar do debate pra fazer as transformações necessárias pra vida das mulheres?✊🏽 Garanta sua edição através do link 👉🏽 http://www.aspensadoras.com.br/loja

  • Mulheres que leem mulheres:Thalyta Bertotti lê Susan Haack

    Dando continuidade ao projeto "Mulheres que leem Mulheres", uma parceria da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas com o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/UFRJ) , publicamos hoje nosso nono vídeo no canal do Youtube da Rede. A cada 15 dias, sempre aos sábados, pesquisadoras brasileiras apresentarão filósofas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres na filosofia. No nono vídeo da série, a pesquisadora Thalyta Bertotti (UFSC) apresenta a filósofa britânica Susan Haack.

  • A Dança como Encarnação da Virtude no Quattrocento

    IZIS DELLATRE BONFIM TOMASS (UFPR) izis.tomass@gmail.com http://lattes.cnpq.br/0895885797532923 Tese de doutorado Orientador: Paulo Vieira Neto Coorientadora: Cristiane do Rocio Wosniak Data prevista de defesa: 01/03/2022 Fonte da imagem: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9c/Ballet_1582.png/800px-Ballet_1582.png Ao nos atentarmos para o processo de civilização da sociedade ocidental, através de uma observação mais cuidadosa em relação às artes do corpo e, mais especificamente à dança, podemos encontrar já no período quatrocentista e quinhentista italianos uma aprimorada técnica de viés civilizatório. Em uma época e lugar onde se era levemente sensível a ascensão da classe burguesa, ou Popolo Grosso, os ambientes de corte, abrigando agora um misto de indivíduos da antiga aristocracia combinados à nova classe alta (RUGGIERO, 2015), demandavam um maior refinamento dos costumes para que aqueles obtivessem excelência entre os seus espaços. Operando de forma dialética, era do êxito da negociação de identidades destes indivíduos em suas interações sociais que dependiam, por vezes, decisões políticas a nível de cidade-estado (LOCKWOOD, 2009) e (BAXANDALL, 1998). Essa negociação dava-se através de um ponto convergente: o discurso da Virtu (BURKE, 1997). Tal discurso incorporava-se visualmente nos indivíduos através de regras e manuais de etiquetas já bem delineados, como podemos ver nos escritos de Matteo Palmieri (Della Vita Civile, 1430), Baldassare Castiglione (Il Cortegiano, 1528) e Giovanni della Casa (Il Galateo, 1558), onde termos como Medida, Displicência, Graça e Harmonia perpassam as obras em uma constante reafirmação de suas indispensáveis presenças naqueles que desejassem o pertencimento ao ambiente de corte. Não à toa, é precisamente no século quinze italiano o momento em que os considerados, até a presente data, primeiros tratados da dança ocidental foram escritos. Estruturados a partir de uma fundamentação teórica que alia uma justificação filosófica às regras de etiqueta do período, as obras de Domenico da Piacenza (De la arte di ballare et danzare, 1455) e Guglielmo de Ebreo (De pratica seu arte tripudii, 1463) determinam tanto a origem do dançar quanto a sua importância e propósito como ferramenta essencial no processo de materialização da Virtu nos corpos daqueles indivíduos. Como esperado, nestes tratados, assim como nos escritos já citados de Palmieri, de Castiglione e della Casa, a Medida (ou Misura) desempenha um papel central e originário. Os mestres da dança italiana, a partir do entendimento à época da música como uma Arte Liberal, portanto, originada e dotada de Medida, determinam que os movimentos do dançar têm a sua gênese no momento em que uma “bem medida” melodia entra em contato com o intelecto humano. Tal encontro produziria, em nosso afectos, “doces comoções”, gerando assim “movimentos espirituais” que lutam para serem exteriorizados em ato no todo corporal (PISAURIENSIS, 1463), (PIACENZA, 1455). Estes atos ou movimentos, por sua vez, a partir do momento que foram originados de uma música “bem medida”, desenham nos corpos dos bailarinos e no todo dançante formas geométricas, isto é, figurações racionais advindas, consequentes de uma melodia composta segundo estes mesmos parâmetros. Tal prescrição geométrica na dança ocidental é perceptível ainda hoje nas produções de balé clássico, dança moderna e também, em alguns casos, na dança contemporânea. Entretanto, o que ocorreria de modo “natural” precisa ser, com efeito, bem esculpido. Em várias seções dos tratados, ambos os mestres de dança prescrevem modos e meios de como se deve executar um “bem dançar”, assemelhando-se as obras, nestes aspectos, aos já citados manuais de etiqueta cortesã que apareceriam no século posterior. Não bastava, por conseguinte, que o intelecto humano travasse contato e se harmonizasse, moralizando-se de acordo com a Medida presente sonoramente nas produções musicais: era preciso que se adequasse a execução de tais movimentos a uma rígida lista de regras sociais dos ambientes de corte. Para tanto, era imprescindível o treino constante do dançar para que se pudesse dançar publicamente em sociedade. Concomitantemente, tal prática acaba por auxiliar a racionalizar os corpos de corte para outras situações sociais que não o dançar. Operava-se então, a uma só vez, de modo dialético, a determinação de uma orientação racional no sujeito dançante do ocidente, ao passo que o próprio dançar serviu como importante ferramenta para a operação do processo civilizatório, racionalizante, nos corpos dos indivíduos de corte. Por fim, é possível rastrear também nestes tratados as origens de uma exclusividade corporal e racial na dança ocidental, uma vez que o sujeito de corte italiano fora universalizado em suas regras. Tanto no tratado de Domenico, quanto no de Guglielmo, é denotado explicitamente que esta arte serve apenas àqueles dotados de “perfeição” corporal, isto é, que possuam um corpo simétrico, bem-medido, para que assim as formas racionais possam ser nele exteriorizadas de modo “excelente”. Ademais, nas apresentações de dança durante os espetáculos de corte, os quais tinham lugar em eventos importantes a nível de Estado, não raro as figuras do “civilizado” e do “selvagem” apareciam como personagens, e por vezes tendo, este último, o rosto pintado de preto. Tal foi acima descrito o meu objeto de pesquisa quando no mestrado, o qual resultou em uma dissertação e nas traduções dos tratados de Domenico da Piacenza e de Guglielmo de Ebreo. No momento, a dissertação e as traduções passam por revisão e edição para fins de publicação. A pesquisa continua agora em andamento no doutorado por duas linhas paralelas: uma, a de explorar melhor os conceitos racistas presentes nos tratados mencionados, e outra, a de analisar e traduzir o considerado "primeiro balé de corte francês", o Ballet “Comique de la Reine”, cuja montagem e execução ocorreram cerca de um século após a escrita destes tratados, em 1581 mais precisamente, e onde as prescrições deles são observadas de modo ainda mais nítido e detalhado. Referências BAXANDALL, Michael. Painting and experience in fifteenth century Italy: a primer in the social history of pictorial style. 2nd ed ed. Oxford [Oxfordshire] ; New York: Oxford University Press, 1988. BURKE, P. As Fortunas d'O Cortesão. São Paulo: Unesp, 1997. LOCKWOOD, Lewis. Music in Renaissance Ferrara, 1400-1505: the creation of a musical center in the fifteenth century. Pbk. ed. ed. Oxford ; New York: Oxford University Press, 2009. PIACENZA, Domenico. De la arte di ballare et danzare. Manuscrito, Ducado de Milão. Biblioteca Nacional da França. Departamento de manuscritos. Identificador: Italien 972. PISAURIENSIS, Guilielmus Hebraeus. De pratica seu arte tripudii. Manuscrito, Biblioteca Sforza. Biblioteca Nacional da França. Departamento de manuscritos. Identificador: Italien 973. RUGGIERO, Guido. The Renaissance in Italy: a social and cultural history of the Rinascimento. New York: Cambridge University Press, 2015. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #dança #quattrocento #virtude #arte As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgadas são de responsabilidade da autora da pesquisa.

  • Filósofas negras: juntas contra o preconceito acadêmico!

    Para as mulheres negras como é filosofar e quais as reais possibilidades de serem identificadas como filósofas? Na história da Filosofia, a ausência de mulheres negras é intensa e profunda. A Filosofia, e a Filosofia produzida no Brasil, é expressa pela voz branca, hegemônica e androcêntrica, não somente no seu conteúdo epistêmico, mas na produção e reprodução deste conteúdo como referência “única” do que é Filosofia na academia. O lugar das mulheres negras não está dado, nem epistemicamente nem enquanto território a ser ocupado em ambientes de produção de conhecimento filosófico. Tendo em vista estas questões, concebeu-se o Coletivo Filósofas Negras. Filósofas Negras é um coletivo em formação. A proposta é mapear e reunir filósofas negras de todo o Brasil para a troca de experiências e formulação de ações coletivas com o intuito de dar visibilidade e reconhecer os desafios e a importância da contribuição de filósofas negras para o pensamento brasileiro em diferentes áreas da Filosofia e das Ciências Humanas. Se você é negra, graduanda, mestranda ou doutoranda em Filosofia, ou ainda professora de Filosofia, preencha o formulário em www.filosofas.org/negras e conecte-se. No início de 2021, iniciaremos as ações. A coordenação desse coletivo é da Profa. Dra. Halina Leal #filosofasnegras #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #filosofasOrg

  • bell hooks por Halina Leal: As Pensadoras agora em nosso canal.

    Halina Leal apresenta as ideias de bell hook em defesa de uma educação para a liberdade através de práticas antissexistas, antirracistas e contrárias à opressão de classe. Esse vídeo integra a primeira série do projeto As Pensadoras, coordenado por Rita Machado (UEA), que tem por objetivo divulgar a contribuição da obra de mulheres para a história do pensamento e para os feminismos. Veja o programa de curso e a bibliografia em https://www.filosofas.org/post/copy-of-curso-on-line-as-pensadoras-abertas-inscrições-turma-3 HALINA MACEDO LEAL é Bacharel em Filosofia pela UFRGS (1998), Mestre em Filosofia pela UFSC (2001) e Doutora em Filosofia pela USP (2005), com estágio na Universidade de Stanford, Califórnia. Possui Pós-Doutorado em Filosofia pela UNIOESTE (2014). Professora da FURB e líder do GENERA - Grupo Interdisciplinar de Pesquisas em Gênero, Raça e Poder, FURB. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5698575555739025 #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #aspensadoras #halinaleal #aspensadoras #bellhooks

  • 𝐀𝐩𝐞𝐫𝐟𝐞𝐢ç𝐨𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞𝐦 𝐅𝐢𝐥𝐨𝐬𝐨𝐟𝐢𝐚 𝐅𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚

    Olá pensadoras, como vocês estão? Que ano por aqui né gente? Nós queremos encerrar com chave de ouro!! 💟 Por isso convidamos vocês para uma super atividade que vai ter como temas principais a apresentação do 𝐀𝐩𝐞𝐫𝐟𝐞𝐢ç𝐨𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞𝐦 𝐅𝐢𝐥𝐨𝐬𝐨𝐟𝐢𝐚 𝐅𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚, com participação da filósofa e teóloga Ivone Gebara e o 𝐥𝐚𝐧ç𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐥𝐢𝐯𝐫𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐮𝐝𝐨𝐬 𝐅𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐯𝐨𝐥. 𝟑, com mediação das professoras Amanda Motta e Rita Machado. Maiores Informações pelo endereço: http://www.aspensadoras.com.br/agenda/aperfeicoamento-em-filosofia-feminista E sabe o que é melhor? A atividade será 𝒈𝒓𝒂𝒕𝒖𝒊𝒕𝒂 e com 𝒄𝒆𝒓𝒕𝒊𝒇𝒊𝒄𝒂çã𝒐 𝒅𝒆 3 𝒉𝒐𝒓𝒂𝒔 pela Universidade do Estado do Amazonas e pela Escola As Pensadoras 🥳 Confira abaixo mais informações e o link para inscrição 👇🏽 → o que: Roda de Conversa lançamento livro Estudos Feministas vol. 3 e apresentação do Curso de Aperfeiçoamento em Filosofia Feminista → quando: 14 de dezembro de 2020 → onde: google meet → horário: a partir das 18h * O livro está com pré-venda na livraria da Escola aqui 👉🏽 http://www.aspensadoras.com.br/loja * E para se inscrever basta acessar o link 👉🏽 encurtador.com.br/lKQS3 Vem com a gente!!

  • Última chamada para inscrições: Colóquio Filósofas. Confira aqui os links!

    Amanhã começa o Colóquio Filósofas, uma realização do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal da Bahia, da Revista Ideação, da Universidade Federal de Feira de Santana e da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. As inscrições para obtenção de certificado se encerram amanhã. Veja aqui como se inscrever. Confira aqui as salas de cada uma das sessões no Canal YouTube da Rede: 25 de novembro 10h-10h40: Abertura 11h-13h: Mesa de abertura - Homenagem a Gilda de Mello e Souza https://youtu.be/YPpiDh27AYs 14h-15h30: Mesa - Filósofas antigas https://youtu.be/HvPGP5bmbx4 16h-17h: Conferência Maria de Lourdes Borges https://youtu.be/T1uJAUox-68 17h30-18h30: Conferência Yara Frateschi https://youtu.be/On4JzwiJDdU 26 de novembro 9h-10h: Conferência Jeanne-Marie Gagnebin https://youtu.be/pCBQtMvKAzY 10h30-11h30: Conferência Juliana Missaggia https://youtu.be/Wpb8bYO7MyI 12h-13h: Conferência Camila Kulkamp https://youtu.be/TS-CBv9537o 14h-16h30: Mesa - Por uma revisão feminista da História da Filosofia https://youtu.be/mK1H7-mf41U 17h-18h: Debate - Epistemologia Feminista https://youtu.be/wdwswHhBQU8 27 de novembro 08:30h-09:30h: Conferência Marília Pisani https://youtu.be/5mMKQkFjkx0 10h-11h: Conferência Tessa Lacerda https://youtu.be/5DYJyAMpYdo 11h30-13h: Mesa - Pensar com Angela Davis https://youtu.be/URw2Ix53YG4 14h-15:30h: Mesa - Feminismos Decoloniais https://youtu.be/44BLQviEm4Y 16h00-18h00: Encerramento https://youtu.be/sMtQBxX0zxo #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #filosofasbrasil #coloquiofilosofas

  • Lançamento do dossiê Filósofas

    Caras filósofas, Como disse belamente Yara Frateschi “eis o já histórico Dossiê Filósofas, com mais de quinhentas páginas escritas por mãos brasileiras, majoritariamente por mulheres. Há poucos anos atrás esse dossiê não seria possível, tornou-se porque as mulheres da área de filosofia se organizaram localmente e se uniram nacionalmente para combater a desigualdade de gênero absurda que faz com que 73% da comunidade filosófica seja de homens, com evasão enorme de mulheres ao longo da carreira. Além de estar lindo, com textos de e sobre filósofas - que sempre existiram, mas não tiveram o direito de entrar para o cânone -, esse dossiê é também uma ação política. Estamos disputando um espaço de poder e queremos entrar nele com outras práticas e valores; queremos recontar a história da filosofia trazendo para o centro quem esteve às margens; queremos que a filosofia deixe de der um território quase que exclusivamente masculino e branco e, sobretudo, combater a evasão das nossas alunas. Espero que quando os obstáculos para a sua permanência parecerem insuperáveis, elas peguem esse dossiê nas mãos e digam: eu posso ser uma filósofa”. Eis o link do já histórico dossiê "Filósofas": http://periodicos.uefs.br/index.php/revistaideacao/issue/view/199. Aproveito para sugerir que se estimule a leitura dos artigos antes do Colóquio para qualificar ainda mais o debate. Aproveito também para lembrar que as inscrições para o "Colóquio Filósofas" estão abertas até quarta-feira, dia 25, quando começará o colóquio. Todas as palestras terão transmissão pelo Youtube, no canal da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, onde será possível participar pelo chat. Segue o link do Colóquio. https://www.filosofas.org/coloquio Forte abraço e vida longa para as filósofas! Brindemos nesta quarta. Juliana Aggio

  • Live: Interrogações Filosóficas e Literárias em Maria Firmina dos Reis

    O Projeto Uma Filósofa por Mês convida para uma conversa sobre Maria Firmina dos Reis, nossa autora do mês de Novembro, dia 23 de novembro, às 18:00 no canal do Projeto: https://www.youtube.com/watch?v=GyvX9YuNYAM Os valores literário e filosófico que permeiam a obra desta Maranhense serão os temas destas interrogações. Falaremos sobre os aspectos filosóficos da obra firminiana, sobre temáticas de investigação filosófica interdisciplinar, e sobre os aspectos estéticos de sua construção literária. Participam desta live: Arlyse Silva Ditter. Professora do Colégio de Aplicação do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, Doutoranda em Literatura pela UFSC. Fundadora dos projetos Confraria Literária e Procura-se um Leitor. Acredita que a Literatura abarca tudo e todos, e é um local de estar no mundo. Victoria França. Mestranda em Filosofia pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Janyne Sattler, professora do Departamento e do PPG em Filosofia da UFSC e Coordenadora do Projeto. Acompanhe! Dia 23 de novembro, às 18:00 https://www.youtube.com/watch?v=GyvX9YuNYAM [Imagens de Firmina: ilustração de André Duarte; pintura de Firmina criada por Tony Romerson Alves; selo criado para comemorar 190 anos do nascimento de Firmina em 2015, publicado pela Academia Ludovicense de Letras; imagem do jornal O Estado ; e imagem de autoria de Maurício Alexandre. Estas imagens são comentadas por Camila Kulkamp na bio-bliografia da autora: https://germinablog.wordpress.com/2020/11/12/bio-bibliografia-de-maria-firmina-dos-reis/]

  • Mulheres que leem mulheres: Danielle Magalhães lê Silvia Federici

    Dando continuidade ao projeto "Mulheres que leem Mulheres", uma parceria da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas com o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/UFRJ) , publicamos hoje nosso oitavo vídeo no canal do Youtube da Rede. A cada 15 dias, sempre aos sábados, pesquisadoras brasileiras apresentarão filósofas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres na filosofia. No oitavo vídeo da série, a pesquisadora Danielle Magalhães (UFRJ) apresenta a filósofa italiana Silvia Federici.

  • Até que a razão nos separe

    Um evento voltado para críticas filosóficas do casamento. Por que "Till Reason do us Part"? A Filosofia nunca esteve separada da nossa vida cotidiana e, inclusive, serviu e continua servindo para fundamentar a teses sobre a realidade. O que o casamento tem a ver com isso? Através de teorias que exploram, analisam e fundamentam o lugar e papel social do homem e da mulher por meio de suas características e qualidades, se afirma e constrói culturalmente nosso olhar para esses papéis, bem como para suas funções dentro do casamento. Neste evento, buscaremos explorar essas fundamentações através das dimensões históricas, sociais e filosóficas do casamento. Além de palestras especiais de convidadas(os), as quais podem ser vistas no site do evento, estão abertas inscrições para comunicações até 30/11! Convidamos toda a comunidade filosófica, e não filosófica, para vir conosco até o altar filosófico do casamento! Redes: site: https://tillreasondouspart.wordpress.com/ Instagram: tillreasondouspart facebook: Till Reason do us Part

  • Mulheres intelectuais de ontem e hoje

    Todas as quintas-feiras tem podcast novo na radio UFRJ elaborado em conjunto pelos grupo de pesquisa em Reflexão Moral Interdisciplinar e Narratividade (GERMINA), da UFSC, e o grupo Decolonial Carolina de Jesus, do Laboratório Antígona, do IFCS/UFRJ. O episódio de hoje será sobre a escritora Carolina de Jesus, autora de Quarto de Despejo, publicado há exatos 60 anos.

Dúvidas? Escreva para filosofas.brasil@gmail.com

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