GT FILOSOFIA E GÊNERO
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- Silvia Federici por Danielle Magalhães disponível online
O Laboratório Tempo do Agora divulga a aula "Silvia Federici - mulheres, trabalho doméstico, capitalismo: quantas formas de queimar?", oferecida pela professora Danielle Magalhães no dia 2 de julho. Parte integrante do curso Ética e Filosofia no Tempo do Agora, a aula teve sua transmissão interrompida e é agora oferecida de modo aberto no Youtube, onde também estão as referências e informações complementares. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #filosofasorg #federici #tempodoagora #daniellemagalhaes
- As Meninas de Clarice no Espelho de Beauvoir
Catarina Barbosa Torres Gomes Bruna Gabriela A. M. Vieira Kamilly Vitória Aparecida Silva (Bolsista) O projeto consiste na realização de um encontro idealizado entre os textos de Clarice Lispector e da filósofa Simone de Beauvoir, tendo como objetivo principal explorar a temática do gênero na literatura, por meio do estudo de contos da escritora Clarice Lispector analisados sob a perspectiva da filósofa Simone de Beauvoir. O estudo da questão do feminino na literatura dessas escritoras poderá: a) reforçar identidades das meninas por meio da análise crítica e filosófica dos contos que tenham o protagonismo das personagens femininas, b) possibilitar a análise do processo de construção das personagens dos contos e fundatado da arte sobre o fenômeno das identidades de gênero, tanto na literatura de Clarice Lispector quanto na filosofia de Beauvoir. Ainda nessa etapa, elaboraremos as atividades que serão desenvolvidas na comunidade acadêmica, bem como o cronograma do projeto e as estratégias de divulgação e de interação com a comunidade, e, ainda, sua culminância. Como resultados, espera-se o desenvolvimento da capacidade analítica implicada no exercício de atividades que envolvem a literatura comparada, isto é, quando a análise literária se fundamenta em teses do campo filosófico, e que a identidade de gênero ecoe no CEFET/MG- Araxá, pelas vozes dos(das) envolvidos(as), dando visibilidade a esse tema que precisa ser amplamente discutido, analisado, pesquisado, e vivenciando pela nossa comunidade.
- Minicurso sobre opressões de classe, raça e gênero.
O curso visa a explicar o entrelaçamento das opressões de classe, raça e gênero, a partir de autores e autoras como Angela Davis, Karl Marx e Silvia Federici. Vagas: 200 (foram ampliadas as vagas em relação ao que consta no cartaz). Período de inscrições: está aberto até esgotarem as vagas. Local das inscrições:https://sigaa.ufrn.br/sigaa/public/extensao/login Cursos Eventos Extensão.jsf Período de realização do curso: 15.07, 16.07 e 17.07. Há um campo nas inscrições para preenchimento do e-mail. Após encerradas as inscrições será enviado um e-mail com o link de acesso.
- LIVE: Como a divisão sexual do trabalho afeta as mulheres no sistema de justiça?
O Grupo de Trabalho instituído com a finalidade de abrir um espaço de diálogo e conscientização para a promoção da igualdade de gênero a partir da apresentação de propostas para o Incentivo à participação feminina no Poder Judiciário Trabalhista da 8ª Região realizou uma Live com o tema "Como a divisão sexual do trabalho afeta as mulheres no sistema de justiça?". A Live foi mediada pela Juíza do Trabalho Substituta Roberta Santos e teve a participação da professora da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Pará (UFPA), Loiane Prado Verbicaro, líder do GP (CNPq): Filosofia Prática: Investigações em Política, Ética e Direito. A Live pode ser acessada no link: https://youtu.be/wt2uihUp2m0
- Spinoza e a questão da exterioridade. Uma leitura do Tratado Teológico-Político
CARMEL DA SILVA RAMOS (PPGLM/UFRJ) ramoscarmel@gmail.com http://lattes.cnpq.br/4539225812576986 Tese de doutorado (orientador: Ulysses Pinheiro) Data prevista de defesa: 08/02/2021 Fonte da imagem: https://www.christies.com/img/LotImages/2012/CSK/2012_CSK_07558_0134_000(spinoza_baruch_tractatus_theologico-politicus_continens_dissertationes).jpg O objetivo da minha tese é apresentar uma leitura do Tratado Teológico-Político de Baruch de Spinoza a partir da questão da exterioridade. Trata-se de recuperar as discussões acerca da conexão entre o campo teológico e político desenvolvidas por Schimitt (2005), Derrida (2001; 2008) e Agamben (2004; 2011; 2014), ao longo do século XX, para reinterpretar o texto de Spinoza, publicado no século XVII. De modo amplo, a tese procura se perguntar sobre o que significa, hoje, abordar o objeto religioso. A hipótese de Schmitt, segundo a qual “todos os conceitos significativos da moderna teoria do estado são conceitos teológicos secularizados”, pode ser tomada duplamente. Ela pode apontar, num sentido mais superficial, para os processos de transferência dos operadores teológicos ao domínio político: por exemplo, a passagem do Deus onipotente para o legislador onipotente; ou a ideia do milagre se transfigurando na exceção em jurisprudência. Ainda, numa apreciação mais profunda, sublinha a existência de um conteúdo teológico que alimenta a realidade política constantemente, como seu solo inescapável. Em termos gerais, esta segunda apreciação pode ser compreendida como a interposição de um elemento exterior (teológico) a uma ordem qualquer (no caso, a política). É neste sentido que resgato a questão da teologia-política, convertendo-a em questão da exterioridade. Com esta metamorfose da questão, a aproximação à obra de Spinoza se torna mais fluida. Parece haver, em seu pensamento, uma relação tensa com o exterior. Por um lado, na Ética (2015), há o estabelecimento de um Deus que produz o mundo ao causar-se a si próprio, eliminando, portanto, a ideia de um criador a ele externo; em seguida, há a tese segundo a qual a destruição só pode provir de uma causa exterior, de modo que até mesmo ao explicar o suicídio – fenômeno cuja causa tendemos a localizar no interior –, Spinoza esforça-se por identificar uma origem em “causas externas latentes”, evidenciando, num caso paradigmático, sua relutância em conferir um potencial destrutivo de proveniência interna. Este desconforto geral com a exterioridade servirá de motivação para nos aproximarmos do Tratado: o que significa e como é possível abordar, num pensamento imanentista, o objeto religioso, tema, por definição, relativo à transcendência? O Tratado, publicado anonimamente e com selo editorial falso em 1670, foi historicamente recebido como um livro antirreligioso, por apresentar uma dura crítica às correntes teológicas de seu tempo (cf. Espinosa, 2019). Nele, Spinoza pretende, dentre outras coisas, defender a liberdade de filosofar e demonstrar, mais ainda, que ela não é nociva à paz da república, mas, ao contrário, é necessária ao seu bom funcionamento. Para alcançar esta conclusão, sua estratégia é se debruçar diretamente sobre o texto bíblico considerando-o efetivamente como texto, ou melhor, fundando um método de leitura crítica que questione, já de início, sua apreciação sacralizada. A gramática bíblica, usada, por certa teologia, como artifício político, será remodelada conforme o pano-de-fundo naturalista, ou seja, a partir da filosofia da imanência de Spinoza: profecia, profetas, lei divina, cerimônias, milagres, o papel do Cristo e o reto caminho para a salvação serão compreendidos enquanto signos textuais, de modo que, da religião, restará apenas uma espécie de credo mínimo, segundo o qual, para a salvação, bastaria apenas o exercício da piedade apartada de toda pompa religiosa e vínculo confessional. Por esta razão, o Tratado foi rapidamente, ainda no século XVII, classificado como uma obra ateísta, e mesmo, para recuperar uma expressão de um de seus detratores, como um livro forjado no inferno. Embora Spinoza não declare explicitamente qualquer posicionamento religioso, não parece tampouco assumir o ateísmo. Refutar as acusações de ateísmo é, inclusive, um dos seus objetivos ao escrever o Tratado, conforme afirma em carta a Oldenburg em 1665. Defendo, na tese, que a postura de Spinoza face à religião é a de emendatio, ou seja, de reforma, ao invés de pura demolição. Tal hipótese implicará em um afastamento não apenas em relação ao modo como o Tratado foi imediatamente recebido no século XVII, mas também quanto à classificação que adquiriu por certa literatura secundária ao longo do século XX: como um manifesto pró-secularização, no qual estariam estabelecidas as bases do iluminismo que prosperou no século seguinte. Acredito que a chave da secularização restrinja as discussões do Tratado apenas à questão da teologia-política tomada em seu sentido superficial, atentando apenas para as disputas institucionais entre as forças religiosas e políticas. Este é, de fato, um dos temas caros ao texto, e que corresponde a uma querela própria do século XVII: a do jus circa sacra, que se interroga sobre a qual entidade deve pertencer o direito de legiferar sobre as coisas sagradas. Ademais, as propostas proto-iluministas parecem partir de uma oposição entre razão e religião que dificilmente se aplica ao caso spinozista. A religião verdadeira é a consequência última da filosofia, tal como se pode deduzir, por exemplo, do Escólio I da Proposição XXXVII da Parte IV da Ética (2015). Metodologicamente, a tese procura se afastar das estratégias de leitura adotadas principalmente por Leo Strauss (1988) que se orientam conforme uma hermenêutica da suspeita. Diante das contradições do Tratado – dentre as quais pode-se citar a crítica spinozista ao milagre, que, ao tomá-lo como fenômeno “inteiramente filosófico”, parece ir de encontro à rígida separação que outrora preconizara, em capítulos anteriores do mesmo texto, entre conhecimento natural e conhecimento revelado –, Strauss propõe uma distinção entre o sentido exotérico e o esotérico do mesmo. Há um discurso aparente, no qual as contradições se inserem, e, ao mesmo tempo, uma mensagem criptografada, que exige, para sua compreensão, a aplicação do mesmo método que Spinoza inaugura para ler a Escritura. Tenciono opor-me a esta perspectiva em duas frentes: primeiro, por uma razão metodológica, que critica a necessidade de, para examinarmos um texto de um autor, tentar fazer convergir nossa interpretação com seus próprios pressupostos – como se houvesse uma exigência de pureza ou de maior legitimidade neste expediente. Segundo, as tensões inerentes ao texto dizem respeito ao esforço mesmo de inserir a transcendência no interior de um projeto filosófico imanentista, as quais não precisam, a todo tempo, ser resolvidas. Neste aspecto, as fissuras do texto podem ser igualmente produtivas. Apostarei, pois, na alternativa de Jacqueline Lagrée (2004) que procura ler o Tratado positivamente, acentuando seus aspectos formais – retóricos e literários –, bem como o diálogo que estabeleceu com as demais propostas teológicas e políticas de seu tempo e de hoje. Retomando a questão da exterioridade, a tese procura concluir que, ao invés de criticar a radical transcendência com uma imanência absoluta (identificada à secularização), Spinoza reage à exterioridade esforçando-se para interiorizá-la – fundando, como contraproposta, uma espécie de teologia da imanência. O conteúdo da política será compreendido no interior da ordem mesma, sem que para tanto seja necessário abandonar por completo o discurso teológico. A postura de Spinoza parece insistir na importância de disputar a religião – no mais das vezes capturada, segundo ele, pelo discurso supersticioso. A resistência às propostas supersticiosas que encaminham, na esfera política, à servidão, não é, portanto, o abandono completo da teologia, mas a fundação de uma teologia alternativa e de combate, cujas diretrizes possam conduzir à máxima liberdade. Bibliografia referida AGAMBEN, G. Estado de exceção. Homo Sacer, II, I. Tradução de Iraci D. Poleti. São Paulo: Boitempo, 2004. ___________. O Reino e a Glória. Uma genealogia teológica da economia e do governo. Tradução de Selvino J. Assmann. São Paulo: Boitempo, 2011. ___________. Homo Sacer. O poder soberano e a vida nua I. Tradução de Henrique Burigo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014. DERRIDA, J. Foi et savoir. Suivi de Le Siècle et le Pardon. Paris : Éditions du Seuil, 2001. ___________. Força de lei. O “fundamento místico da autoridade”. Tradução Leyla Perrone-Moisés. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2018. ESPINOSA, B. Ética. Tradução Grupo de Estudos Espinosanos. Coordenação Marilena Chauí. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2015. ___________. Tratado Teológico-Político. Tradução, introdução e notas de Diogo Pires Aurélio. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2019. LAGRÉE, J. Spinoza et le débat religieux. Rennes : Presses Universitaires de Rennes, 2004. SCHMITT, C. Political Theology. Four Chapters on the Concept of Sovereignty. Translated and with Introduction by George Schwab. Foreword by Tracy B. Strong. Chicago and London : The University of Chicago Press, 2005. STRAUSS, L. Persecution and the art of writing. Chicago & London: The University of Chicago Press, 1988. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filosofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #autoras As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgadas são de responsabilidade da autora da pesquisa.
- GENERA convida: "CRÍTICA DA RAZÃO FEMINISTA" com Susana de Castro Dia 04/07, das 9:00 às 11:00.
A profa. Dra. SUSANA DE CASTRO, docente do departamento de Filosofia e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) da UFRJ, coordenadora do Laboratório Antígona de Filosofia e Gênero e do projeto de pesquisa e extensão "Identidade Nacional e Decolonialidades" e autora de diversos livros e capítulos de livros, estará conosco no GENERA (Grupo Interdisciplinar de Pesquisas em Gênero, Raça e Poder), no PRÓXIMO SÁBADO, dia 04/07, das 9:00 às 11:00. Sua fala sobre a “CRÍTICA DA RAZÃO FEMINISTA” terá como base o artigo “Fazendo uma genealogia da experiência: o método rumo a uma crítica da colonialidade da razão feminista a partir da experiência histórica na América Latina”, de Yuderkys Espinosa Minõso Interessadas/os/es em participar enviar e-mail para furbgenera@gmail.com para obter o link de acesso!
- PENSADORAS NEGRAS BRASILEIRAS 1 edição
EMENTA Durante os últimos anos vemos a publicação e maior visibilidade de mulheres brasileiras negras, tanto na militância política como na academia, esse avanço entre muitas se deve (entre muitas questões) a pressão dos movimentos sociais e às ações afirmativas. Assim, escolheu-se algumas delas para a realização de um curso, visto que consideramos importante conhecer e estudar o pensamento das mulheres negras brasileiras. Umas das pontuações desse curso é sobre a voz dessas importantes guerreiras, a voz da sua liberdade e dos seus pensamentos, pois, quando uma mulher é silenciada, ela é oprimida, e a opressão mina suas forças. A escrita é liberdade para as mulheres, e a obra escrita e pensada é liberdade! Fazer uma análise crítica, ter ideias e divulgá-las é necessário diante de uma história que as silencia. É libertador para qualquer mulher estudar outras mulheres e tê-las como referência em seu cotidiano acadêmico e militante. As mulheres desse curso nos ensinam muito sobre a vida-liberdade aos moldes do que também nos ensina Conceição Evaristo. OBJETIVOS O curso pretende aprofundar vida, obra e luta de grandes mulheres negras brasileiras. Para essa primeira edição do curso foram escolhidas mulheres negras ligadas ao pensamento crítico, militante e histórico e suas conexões feministas, com o movimento negro e/ou com o movimento de mulheres negras. Portanto nosso objetivo pretende contribuir para a ampliação do conhecimento construído por mulheres negras. AS PENSADORAS SOLIDÁRIAS Esse curso também tem um objetivo de solidariedade feminista. O dinheiro arrecadado da taxa de inscrição será destinado ao Quilombo Coxilha Negra demarcado e situado no município de São Lourenço do Sul/RS – para a compra de cestas básicas, material de higiene, limpeza e cobertores. Coordenação Curso: Profa. Dra. Amanda Motta Castro (FURG) Coordenação Instituto As Pensadoras: Profa. Dra. Rita de Cássia Fraga Machado (UEA) INFORMAÇÕES GERAIS Oferta: Instituto As Pensadoras Carga Horária: 20h – com certificação pelo Instituto. Total de Aulas: 08 – 2 x por semana Modalidade: Ead – pela plataforma Google meets. Vagas: 245 VAGAS - T1 MANHÃ/ 245 VAGAS - NOITE T2/245 VAGAS Corpo Docente: Amanda Motta Castro (FURG/RS), Anielle Franco (Instituto Marielle Franco), Carla Ávilla (UCPEL), Fatima Lima (UFRJ), Fernanda Oliveira (UFRGS), Halina Leal (FURB), Vera Rodrigues (UNILAB). Apoio: Rede Brasileira de Mulheres Filósofas; Instituto Mana (Amazonas), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), GT Filosofia e Gênero da ANPOF; GT Ética e Cidadania da ANPOF; Laboratório Antígona (UFRJ); GT Filosofia da Libertação, Latino-americana e Africana, da ANPOF; Seção Brasil da Asociación Filosofía y Liberación - AFyL Brasil AS PENSADORAS SOLIDÁRIAS: O curso também tem como objetivo a solidariedade feminista. O dinheiro arrecadado com o pagamento da taxa de inscrição será destinado ao Quilombo Coxilha Negra, demarcado e situado no município de São Lourenço do Sul/RS, para a compra de cestas básicas, material de higiene, limpeza e cobertores. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES PELO E-MAIL: mulheres.negras.brasil@gmail.com Período da Inscrição: de 26 Junho à 10 de Julho de 2020. INSCRIÇÕES : Por favor enviar e-mail com o Título VAGAS REMANESCENTES/TURMA (1,2, ou 3) para lista de espera. ATENÇÃO: TURMA 1* – terças e quintas das 9h às 11h. Esgotada TURMA 2**– terças e quintas das 18h às 20h. Esgotada TURMA 3*** – Quartas e sextas das 15h30min às 17h30min - Esgotada CRONOGRAMA CURSO TURMA - MANHÃ 1* 04/AGO - Aula 1 - Ludimilla Teixeira (Ativista política movimento #elenão) 06/AGO - Aula 02 – Lélia Gonzalez – Dra. Amanda Motta Castro (FURG) 11/ AGO - Aula 03 – Conceição Evaristo – Dra. Fatima Lima (UFRJ) 13/AGO - Aula 04 – Sueli Carneiro – Dra. Vera Rodrigues (UNILAB) 18/AGO - Aula 05 - Carolina de Jesus - Dra. Carla Ávilla (UCPEL) 20/AGO - Aula 06 – Maria Beatriz Nascimento – Dra. Halina Leal (FURB) 25/AGO - Aula 07 – Luiza Bairros – Dra. Fernanda Oliveira (UFRGS) 27/AGO - Aula 08- Marielle Franco – Ms. Anielle Franco (Instituto Marielle Franco) CRONOGRAMA CURSO TURMA - NOITE 2** 04/AGO - Aula 01 - Marielle Franco – Ms. Anielle Franco (Instituto Marielle Franco) 06/AGO - Aula 02 – Lélia Gonzalez – Dra. Amanda Motta Castro (FURG) 11/ AGO - Aula 03 – Conceição Evaristo – Dra. Fatima Lima (UFRJ) 13/AGO - Aula 04 – Sueli Carneiro – Dra. Vera Rodrigues (UNILAB) 18/AGO - Aula 05 - Carolina de Jesus - Dra. Carla Ávilla (UCPEL) 20/AGO - Aula 06 – Maria Beatriz Nascimento – Dra. Halina Leal (FURB) 25/AGO - Aula 07 – Luiza Bairros – Dra. Fernanda Oliveira (UFRGS) 27/AGO - Aula 08 - Pensamento de mulheres negras - (à confirmar) CRONOGRAMA CURSO TURMA- TARDE 3 *** 05/AGO - Aula 01 - Pensamento de mulheres negras - Ludimilla Teixeira (Ativista política movimento #elenão) 07/AGO - Aula 02 – Lélia Gonzalez - Dra. Amanda Motta Castro (FURG) 12/ AGO - Aula 03 – Conceição Evaristo - Dra. Fatima Lima (UFRJ) – (a confirmar) 14/AGO- Aula 04 – Sueli Carneiro - Dra. Vera Rodrigues (UNILAB) 19/AGO - Aula 05- Marielle Franco - Ms. Anielle Franco (Instituto Marielle Franco) 21/AGO - Aula 06 – Maria Beatriz Nascimento - Dra. Halina Lea (FURB) 26/AGO- Aula 07 – Luiza Bairros - Dra. Fernanda Oliveira (UFRGS) 28/AGO -Aula 08 - Carolina de Jesus - Drna. Carla Ávilla (UCPEL) REFERÊNCIAS GERAIS AZEREDO, Edson Guimarães de. A s muitas vidas e identidades de Carolina Maria de Jesus: o uso do biográfico e do autobiográfico no ensino das relações étnico raciais. Dissertação (Mestrado Profissional em Rede Nacional PROFHOSTÓRIA) Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Formação de Professores. 2018. BAIRROS, Luiza. “Mulher negra: o reforço da subordinação”. In: Peggy Lovell (org.). Desigualdade racial no Brasil contemporâneo (Belo Horizonte: UFMG/ CEDEPLAR, 1991), pp. 177-93. BAIRROS, Luiza. “Nossos feminismos revisitados.” Revista Estudos Feministas, v. 3, n. 2, p. 458, 1995. CARNEIRO, Sueli. Escritos de uma vida. Apresentação, Prefácio, Introdução e capítulo 1 "Mulher Negra". Belo Horizonte(MG): Letramento, p.5-61, 2018. CARNEIRO, Sueli. "Organizem-se porque não há mais limite para a violência racista" (palestra). Disponível em: https://www.geledes.org.br/sueli-carneiro-organizem-se-porque-nao-ha-mais-limite-para-a-violencia-racista/ EVARISTO. C. Insubmissas Lágrimas de Mulheres. Rio de Janeiro: Malê, 2016. EVARISTO. C. “Insubmissas Lágrimas de Mulheres.” Rio de Janeiro: Malê, 2016. Resenha de: THOMÉ, C. M. Revista Literatura em Debate, v. 6, n. 11, p. 190-193, dez, 2012. Disponível em: . \ GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo Afro-latino-Americano. Disponível em https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/271077/mod_resource/content/1/Por%20um%20feminismo%20Afro-latino-americano.pdf GONZALEZ, Lélia. Primavera para as Rosas Negras: Lélia Gonzalez, em Primeira Pessoa. União dos Coletivos Pan Africanistas. São Paulo. 2018. GONZALEZ, Léila. “Racismo e sexismo na cultura brasileira.” In Revista Ciências Sociais Hoje, ANPOCS, 1984. Disponível: file:///C:/Users/Amanda/AppData/Local/Temp/RACISMO+E+SEXISMO+NA+CULTURA+BRASILEIRA.pdf GONZALEZ, Léila. “UMA MULHER DE LUTA.” Disponível em: http://www.mulheresnegras.org/lelia.html MACHADO, Marília Novais da Mata. “Os Escritos de Carolina Maria de Jesus: Determinações e Imaginário.” Psicologia & Sociedade; 18 (2): 105-110; mai./ago. 2006 MITSUUCHI, Jéssica Tomiko Araújo. “Contextos, reflexões e análises: Carolina Maria de Jesus e o Quarto de Despejo.” Revista Vernáculo n. 41 – primeiro semestre /2018 NASCIMENTO, Maria Beatriz. “Por uma história do homem negro.” Revista de Cultura Vozes. 68(1), p. 41-45, 1974 a. NASCIMENTO, Maria Beatriz. “Negro e racismo.” Revista de Cultura Vozes. 68 (7), p. 65-68, 1974 b. NASCIMENTO, Maria Beatriz. “Nossa democracia racial.” Revista Isto É. 23/11/1977, p. 48-49, 1977. PINTO, Ana Flávia Magalhães; DA SILVA FREITAS, Felipe. LUIZA BAIRROS. “UMA “BEM LEMBRADA” ENTRE NÓS 1953-2016.” Afro-Ásia, n. 55, 2017. RODRIGUES, Vera. "Quando a mulher negra fala: afeto, teoria e política em (des)construção". Disponível em: www.pensehumanas.com.br Referências por Aula Aula 01 – Marielle Franco – Anielle Franco (Instituto Marielle Franco) FRANCO, Marielle. Upp – A redução da favela a três letras: uma análise da política de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Dissertação (Mestrado programa de pós-graduação em administração mestrado em administração) Universidade Federal Fluminense. 2014 Luiza Bairros – Dra. Fernanda Oliveira (UFRGS) BAIRROS, Luiza. “Nossos feminismos revisitados.” Revista Estudos Feministas, v. 3, n. 2, p. 458, 1995. BAIRROS, Luiza. “Mulher negra: o reforço da subordinação”. In: Peggy Lovell (org.). Desigualdade racial no Brasil contemporâneo (Belo Horizonte: UFMG/ CEDEPLAR, 1991), pp. 177-93. PINTO, Ana Flávia Magalhães; DA SILVA FREITAS, Felipe. LUIZA BAIRROS – “UMA “BEM LEMBRADA” ENTRE NÓS 1953-2016.” Afro-Ásia, n. 55, 2017. Aula 03 – Conceição Evaristo – Dra. Fatima Lima (UFRJ) EVARISTO. C. Insubmissas Lágrimas de Mulheres. Rio de Janeiro: Malê, 2016. EVARISTO. C. “Insubmissas Lágrimas de Mulheres.” Rio de Janeiro: Malê, 2016. Resenha de: THOMÉ, C. M. Revista Literatura em Debate, v. 6, n. 11, p. 190-193, dez. 2012. Disponível em: . \ Aula 04 – Sueli Carneiro – Dra. Vera Rodrigues (UNILAB) CARNEIRO, Sueli. Escritos de uma vida. Apresentação, Prefácio, Introdução e capítulo 1 "Mulher Negra". Belo Horizonte (MG): Letramento, p.5-61, 2018. CARNEIRO, Sueli. "Organizem-se porque não há mais limite para a violência racista" (palestra). Disponível em: https://www.geledes.org.br/sueli-carneiro-organizem-se-porque-nao-ha-mais-limite-para-a-violencia-racista/ RODRIGUES, Vera. "Quando a mulher negra fala: afeto, teoria e política em (des)construção". Disponível em: www.pensehumanas.com.br Aula 05 - Carolina de Jesus - Dra. Carla Ávilla (UCPEL) AZEREDO, Edson Guimarães de. As muitas vidas e identidades de Carolina Maria de Jesus: o uso do biográfico e do autobiográfico no ensino das relações étnico raciais. Dissertação (Mestrado Profissional em Rede Nacional PROFHOSTÓRIA) Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Formação de Professores. 2018. MACHADO, Marília Novais da Mata. “Os Escritos de Carolina Maria de Jesus: Determinações e Imaginário.” Psicologia & Sociedade; 18 (2): 105-110; mai./ago. 2006 MITSUUCHI, Jéssica Tomiko Araújo. “Contextos, reflexões e análises: Carolina Maria de Jesus e o Quarto de Despejo.” Revista Vernáculo n. 41 – primeiro semestre /2018 SILVA, Eliane da Conceição. A violência Social Brasileira na Obra de Carolina Maria de Jesus. Tese de Doutorado, Programa de Pós- Graduação em Ciências Sociais da Faculdade de Ciências e Letras – UNESP/Araraquara . 2016. Aula 06 – Maria Beatriz Nascimento – Dra. Halina Lea (FURB) NASCIMENTO, Maria Beatriz. “Por uma história do homem negro.” Revista de Cultura Vozes. 68(1), pp. 41-45, 1974a NASCIMENTO, Maria Beatriz. “Negro e racismo.” Revista de Cultura Vozes. 68 (7), pp. 65-68, 1974b. NASCIMENTO, Maria Beatriz. “Nossa democracia racial.” Revista IstoÉ. 23/11/1977, pp. 48-49, 1977. Aula 07 – Lélia Gonzalez – Dra. Amanda Motta Castro (FURG) GONZALES, Leila. “Racismo e sexismo na cultura brasileira.” In Revista Ciências Sociais Hoje, ANPOCS, 1984. Disponível: file:///C:/Users/Amanda/AppData/Local/Temp/RACISMO+E+SEXISMO+NA+CULTURA+BRASILEIRA.pdf GONZALES, Leila. “Para as minorias, tudo como dantes.” In Lua Nova: Revista de Cultura e Política. 1985. Disponível: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-64451985000100011&lng=pt&nrm=iso GONZALES, Leila. “Primavera para as Rosas Negras: Lélia Gonzalez, em Primeira Pessoa.” União dos Coletivos Pan Africanistas. São Paulo. 2018 QUEM SOMOS AMANDA MOTTA CASTRO é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande/FURG e docente do Departamento de Educação da mesma instituição. Doutora em Educação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos/UNISINOS; foi bolsista CAPES durante (2009-2015). Realizou Estágio de doutoramento na Universidad Autonoma Metropolitana del México - UAM, no departamento de Antropologia. Trabalha com os seguintes temas de pesquisa: Feminismo, Educação Popular, Arte Popular e desigualdades sociais. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3449473426395924 ANIELLE FRANCO é mestra em Jornalismo e Inglês pela Universidade de Carolina do Norte nos EUA, graduada em letras pela UERJ. Hoje atua como professora, escritora, palestrante, e é a atual diretora do Instituto Marielle Franco. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9431919949455361 CARLA SILVA DE AVILA Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pelotas (2006) e Mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pelotas (2011). Atualmente é doutoranda no Programa de Pós Graduação em Política Social e Direitos Humanos/UCPEL. Professora de Sociologia no Curso de Serviço Social na Universidade Católica de Pelotas, atuando nos Cursos de Serviço Social, Jornalismo, Arquitetura e Urbanismo, Enfermagem, Fisioterapia e Odontologia. Coordenadora do Projeto de Extensão Relações Étnico-Raciais da Universidade Católica de Pelotas. Atua como Tutora a Distancia no Curso de Filosofia UFPEL e como Professora na Rede Pública Estadual de Ensino como professora de Sociologia na Escola Monsenhor Queiroz Lattes: http://lattes.cnpq.br/6274362151626610 HALINA MACEDO LEAL é Doutora em Filosofia pela USP (2005), com estágio na Universidade de Stanford, Califórnia. Mestre em Filosofia pela UFSC (2001), Bacharel em Filosofia pela UFRGS (1998) e Possui Pós-Doutorado em Filosofia pela UNIOESTE- Toledo/PR (2014). Professora da FURB e líder do GENERA - Grupo Interdisciplinar de Pesquisas em Gênero, Raça e Poder, FURB. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5698575555739025 RITA DE CÁSSIA FRAGA MACHADO é feminista, Bacharel e Licenciada em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). É professora de Filosofia na Universidade do Estado do Amazonas, pesquisadora associada à Associação Brasileira de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF) e compõe o núcleo estruturante do GT de Filosofia e Gênero. É Militante da Marcha Mundial das Mulheres Brasil. Possui diversas produções nos Estudos Feministas. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8882999172098781 VERA RODRIGUES É antropóloga na área de antropologia das populações afro-brasileiras. Professora na UNILAB- Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira. Coordenadora da Linha de Pesquisa "Identidades e Políticas Públicas" do Grupo de pesquisa Oritá - Espaços, Identidades e Memórias. Membro do Comitê de Antropólogos(as) Negros(as) da ABA - Associação Brasileira de Antropologia. Coordenadora do projeto de extensão "Mulheres Negras Resistem: processo formativo teórico-político para mulheres negras". Doutora em Antropologia Social (USP) . Bacharelado em Ciências Sociais e Mestrado em Antropologia Social (UFRGS) Lattes: http://lattes.cnpq.br/8241487427753107 FÁTIMA LIMA é Antropóloga. Feminista alinhada ao Feminismo Negro, decolonial e Anti-Colonial. Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro/IMS/UERJ. Pós Doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/PPGAS do Museu Nacional/UFRJ Professora Associada da Universidade Federal do Rio de Janeiro/Macaé. Professora do Programa Interdisciplinar de Pós Graduação em Linguística Aplicada- PIPGLA da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ. Professora do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnico - Raciais/ CEFET/RJ. Atua no campo das Ciências Humanas e Sociais e nos estudos de linguagens, discursos e narrativas, principalmente com os seguintes temas: Raça, Gênero, Sexualidade, Teorias Feministas ( com ênfase nos feminismos negros e decoloniais), Processos Políticos de Subjetivação e Estudos e Pesquisas com os grupos ditos subalternizados. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1737594557449404 FERNANDA OLIVEIRA é Licenciada, mestre e doutora em História. Professora da UFRGS, Coordenadora Nacional do GT Emancipações e Pós-Abolição da ANPUH, idealizadora e membro do coletivo Atinuké - Sobre o Pensamento de Mulheres Negras. Lattes: http://lattes.cnpq.br/2707940149001288 QUEM SÃO AS PENSADORAS NEGRAS BRASILEIRAS Carolina de Jesus Foi uma das primeiras escritoras negras do Brasil e é considerada uma das mais importantes escritoras do país. A autora viveu boa parte de sua vida na favela do Canindé, na zona norte de São Paulo, sustentando a si mesma e seus três filhos como catadora de papéis. Em 1958, tem seu diário publicado sob o nome Quarto de Despejo. O livro fez um enorme sucesso e chegou a ser traduzido para catorze línguas. Conceição Evaristo É escritora. Graduada em Letras pela UFRJ, trabalhou como professora da rede pública de ensino da capital fluminense. É Mestre em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro, com a dissertação Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade (1996), e Doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense Lélia Gonzalez Foi uma intelectual, politica, professora e antropóloga brasileira. Nascida na cidade de Belo Horizonte, muda-se com toda família, em 1942, para o Rio de Janeiro. Fez graduação em História e Filosofia, mestrado em Comunicação e doutorado em Antropologia Social. Luiza Bairros Foi administradora, ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Brasil entre 2011 e 2014. Formada em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, possuía Mestrado em Ciências sociais pela Universidade Federal da Bahia e doutorado em Sociologia pela Universidade de Michigan. Marielle Franco Foi uma Socióloga com mestrado em Administração Pública. Eleita Vereadora da Câmara do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos. Foi também Presidente da Comissão da Mulher da Câmara. No dia 14/03/2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando também o motorista Anderson Pedro Gomes. Maria Beatriz Nascimento Foi uma historiadora, professora, roteirista, poeta e ativista pelos direitos humanos de negros e mulheres. Professora influente nos estudos raciais no Brasil, sua obra ainda é atual e vital para os estudos raciais mesmo após seu assassinato em 28 de janeiro de 1995. Sueli Carneiro É filósofa, escritora e ativista antirracismo do movimento social negro brasileiro. É fundadora e atual diretora do Geledés — Instituto da Mulher Negra e considerada uma das principais vozes do feminismo negro no Brasil. Sueli é doutora em filosofia pela USP.
- Conversas Feministas
Nesta terça-feira 19/05 (15h-17h) conversaremos sobre: agenciamento, subjetividade ativa e ação-fala na teoria de Gayatri Spivak. Receberemos como convidada Marina Teixeira Gonçalves, que é uma das pesquisadoras do nosso grupo de pesquisa Epistemologias Afetivas Feministas CNPq/PUCRS. Marina é doutoranda no curso de Administração da UFRGS e está desenvolvendo a tese: FEMINISMO, ARTE E RESISTÊNCIA COTIDIANA: UM OLHAR SOBRE OS SLAMS POESIA DAS MINAS. Informações: epistemologiasfeministas@gmail.com
- Feminismo Negro por Halina Leal
“O objetivo do Feminismo Negro é o desenvolvimento do empoderamento das mulheres negras, tendo em vista o que Collins denomina de justiça social ou o que Davis salienta como modificação das estruturas sociais. Este empoderamento não é direcionado pura e simplesmente para conquistas individuais, mas às coletividades de mulheres negras que desenvolvem um entendimento de sua condição social e política, de sua história e de suas variadas habilidades, autoafirmando-se e trilhando caminhos de superação das condições impostas pela dominação”. No verbete “Feminismo Negro”, escrito especialmente para o Blog Mulheres na Filosofia, Halina Leal nos presenteia com uma análise dos principais elementos que caracterizam o movimento teórico e prático protagonizado por mulheres negras, designado por “feminismo negro”. A partir de Angela Davis, Grada Kilomba, Patricia Hill Collins, bell hooks, Lélia Gonzales, Beatriz Nascimento, Djamila Ribeiro, entre outras, Halina Leal mostra que as inestimáveis contribuições práticas e teóricas das feministas negras advêm do seu posicionamento crítico tanto com relação aos movimentos feministas protagonizados pelas mulheres brancas, quanto com relação aos movimentos antirracistas protagonizados por homens negros. O texto também articula primorosamente as noções de intersecionalidade e lugar de fala com a proposta de uma epistemologia baseada na interação entre teoria e vivência. Desligue um pouco das aflições causadas pelo Covid-19 e corra para ler este verbete, pois nós vamos precisar (e muito!) do feminismo negro e da sua leitura crítica da história para entender, transformar e reinventar este nosso mundo. Acesse aqui o verbete. Halina Leal, professora da Universidade Regional de Blumenal e líder do GENERA (Grupo de Pesquisas em Gênero, Raça e Poder), pesquisa nas áreas de Teoria do Conhecimento, Filosofia da Ciência, Ética e Feminismo Negro. #blogmulheresnafilosofia #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #feminismonegro
- [HOJE] A Rede: O que é? O que pode se tornar? Live: Diálogos ANPOF
Hoje, no projeto Diálogos Anpof, a jornalista da Anpof e doutoranda em Filosofia (Unicamp) Nádia Junqueira Ribeiro convida a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas para um bate-papo: Rede Brasileira de Mulheres Filósofas: O que é ? O que pode se tornar? Para essa conversa foram convidadas as professoras de Filosofia: Carolina Araújo (UFRJ), Beatriz Sorrentino (UFMT), Juliana Ortegosa Aggio (UFBA) e Silvana Ramos (USP). Dia 18 de maio, às 19 horas, no Facebook da Anpof. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #anpof #dialogosanpof
- Estratégias para ações futuras que combatam a violência de gênero e orientação sexual
Queridxs, faço um apelo aqui para que todxs enviem aos coordenadores de Pós-graduação de suas instituições a seguinte sugestão, como fiz ao coordenador do PPGF/UFBA: Eu acho muito importante colocar no relatório Capes "estratégias para ações futuras que combatam a violência de gênero e opção sexual", a saber: usar tanto o documento do GT de filosofia e gênero, como o exemplo feliz de institucionalização do combate à violência de gênero da UBA. Isso significa que o PPGF envidará esforços para não apenas conscientizar seus membros sobre violência de gênero e de opção sexual, o que a distribuição e uma palestra sobre o documento do GT Filosofia e Gênero daria conta, mas também procurará, juntamente com outras pós-graduações e mesmo Pró-reitorias, iniciar um processo de institucionalização, como a criação de um comitê e um regimento aprovados institucionalmente, a exemplo da UBA (http://www.filo.uba.ar/noalaviolenciadegenero). Façam essa sugestão para os coordenadores das Pós de vocês para conter no relatório que será enviado para Capes até dia 05/06. Quanto mais nos colocarmos, mais teremos retorno institucional. Documento do GT Filosofia e Gênero: http://www.anpof.org/portal/images/Manifesta%C3%A7%C3%A3o_de_Apoio_e_Diretrizes_vers%C3%A3o_final_2.pdf
- A Rede: O que é? O que pode se tornar? Diálogos ANPOF - Live disponível no nosso canal.
A Live da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas na série "Diálogos Anpof" já está no nosso canal do YouTube. Nádia Junqueira Ribeiro, doutoranda em Filosofia na Unicamp e jornalista da Anpof, conversou com a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, representada pelas professoras Beatriz Sorrentino (UFMT), Carolina Araújo (UFRJ), Juliana Aggio (UFBA) e Silvana Ramos (USP). Nesta conversa elas explicaram o que é a rede, como funciona, como tem trabalhado e sobre seu crescimento desde o lançamento, que aconteceu em novembro do ano passado. Elas discutiram o pano de fundo que deu início à rede: a profunda desigualdade de gênero na área e a invisibilidade dos trabalhos de filósofas nas bibliografias de curso, nas pesquisas e nas salas de aula. Comentaram sobre ações para mudar esse cenário, sobre o combate ao assédio, compartilharam experiências de suas trajetórias e explicaram como quem trabalha com mulheres filósofas pode se juntar à rede. https://youtu.be/I02l0i4u18A Textos mencionados na conversa: Documento apresenta diretrizes para prevenir e combater assédio moral e sexual nos programas de Pós-graduação em Filosofia: https://anpof.org/portal/index.php/en/artigos-em-destaque/1918-documento-apresenta-diretrizes-para-prevenir-e-combater-assedio-moral-e-sexual-nos-programas-de-pos-graduacao-em-filosofia Futuras filósofas: o caminho que se abre para as mulheres: http://anpof.org/portal/index.php/pt-BR/comunidade/noticiasblog/2526-futuras-filosofas-o-caminho-que-se-abre-para-as-mulheres Quatorze anos de desigualdade: mulheres na carreira acadêmica de Filosofia no Brasil entre 2004 e 2017: https://www.revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/155750 #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasbrasil #filosofasOrg #anpof #dialogosanpof










![[HOJE] A Rede: O que é? O que pode se tornar? Live: Diálogos ANPOF](https://static.wixstatic.com/media/eca76d_a4e31712d9d84e5282a4618f809cdfa0~mv2.jpg/v1/fit/w_176,h_124,q_80,usm_0.66_1.00_0.01,blur_3,enc_auto/eca76d_a4e31712d9d84e5282a4618f809cdfa0~mv2.jpg)

