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  • Carolina Araújo na IV Jornada do GEMF

    Acontecendo agora pelo youtube https://youtu.be/agLm3aMPhSY

  • Podcast sobre Teoria Crítica Feminista

    Podcast de Teoria Crítica Feminista, uma espécie de vertente dentro da Teoria Crítica que remonta as tradições da Escola de Frankfurt, por Graziella Mazzei e Milena Martin Bravo. Neste episódio, Graziella e Milena, discutem a teoria crítica feminista, suas heranças históricas, seu objeto de análise e a forma como ela se relaciona com o contexto histórico e os movimentos sociais. Para maiores informações e outros episódios, consultem a página do instagram @oqtipod que se chama "o que é tudo isso", um podcast de divulgação acadêmica de Filosofia e Humanidades do IFCH da UFRGS.

  • A nossa Onda: III Encontro do GT Filosofia e Gênero

    O III Encontro do GT Filosofia e Gênero, A nossa onda, será realizado virtualmente pelo canal do Youtube da USP, de 28 a 31 de outubro. Para mais informações: http://filosofia.fflch.usp.br/eventos/2445

  • A IV Jornada do Gemf será transmitida ao vivo pelo canal da Rede no Youtube

    A IV jornada do GEMF será transmitida ao vivo pelo canal de Youtube aqui da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas: https://www.youtube.com/channel/UCJW1f-7pafYDHJSBRpJZI0g. Lembramos que o evento contará com apresentações de pós-graduandas de diversas instituições brasileiras e argentinas, debatidas por pesquisadoras conceituadas de ambos países. Também teremos uma palestra de abertura, proferida pela Dra. Danila Suárez Tomé (UBA, IIFF/SADAF/CONICET), sobre a questão da justiça patriarcal na América-latina. Encerramos com uma palestra da Dra. Eleonora Orlando (UBA, IIFF/SADAF/CONICET), sobre insultos de grupo, com enfoque nos insultos de gênero. Depois, convidamos a todxs para uma importante sessão plenária, apoiada pela Representação da Unesco no Brasil, com a Dra. Carolina Araújo (UFRJ, Rede) sobre a formação da Rede Brasileira de Mulheres Filosófas. Confiram a programação em: https://sites.google.com/view/gemf/not%C3%ADcias?authuser=0 É amanhã, das 09:00 às 18:00 horas!

  • Vídeo disponível: Feminismo ético em Drucilla Cornell com Carla Rodrigues e Maria Walkiria Cabral

    Está disponível no canal da Rede o vídeo com a conversa entre as professoras Carla Rodrigues e Maria Walkiria Cabral sobre a filósofa americana Drucilla Cornell. Desde a década de 90, com o livro Beyond Accommodation, Drucilla Cornell vem pensando sobre a necessidade de se falar da forma como a diferença sexual é representada na ordem patriarcal e de como podemos e devemos ressignificá-la, incluindo nesse processo todas as questões que nos igualam e nos diferenciam de nós mesmas (raça, classe, nacionalidade, etc), a partir da desconstrução. Esse processo de ressignificação deve ser o objetivo principal do feminismo, que acontece por gesto apotropaico, que enfrentará o apagamento da diversificação do feminino dentro da diferença sexual. A ideia de feminismo ético de Drucilla Cornell acontece em etapas que gradualmente alcança o papel do uBuntu na sua filosofia (2003-2015) e chega à ideia de revolução e ao movimento de anti-violência, questões que ela passa a focar a partir da obra The Spirit of Revolution, de 2016. Disponível em : https://www.youtube.com/watch?v=EJhHyUsfMKE Aproveitamos para anunciar que a filósofa fará uma conferência no dia 28 de outubro às 19h (horário de Brasília) no canal do youtube do Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/UFRJ).

  • Verbete Simone Weil, por Fernando Puente

    “Assim, a guerra apaga toda ideia de propósito, mesmo a ideia dos propósitos da guerra. Ela apaga mesmo o pensamento de pôr fim à guerra”. (Simone Weil, L’Iliade ou le poème de la force) Nascer e perecer em tempos de guerras mundiais impõe uma tarefa ao pensamento, uma tarefa que Simone Weil (1909-1943) enfrentou de corpo e alma, vivendo a dificuldade do pacifismo e o risco que ele implica de contribuir para o avanço das forças opressivas. Weil escreveu incansavelmente sobre a guerra, e foi muito além. De Descartes a Marx; do platonismo ao Bhagavad Gîta, a obra de Weil testemunha uma trajetória singular de ideias urgentes, que nos é apresentada no belo verbete de Fernando Rey Puente para o Blog Mulheres na Filosofia. Leia aqui. Fernando Rey Puente é Professor Titular do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e professor colaborador da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE). É autor de Simone Weil et la Grèce (L’Harmattan, 2007); Exercícios de atenção: Simone Weil leitora dos gregos (PUC-Rio/Loyola, 2013); um dos organizadores de Simone Weil e a Filosofia (PUC-Rio/Loyola, 2011) e um dos editores de www.simoneweil.com.br

  • I Congresso Brasileiro Mulheres que pensam Mulheres

    Inscrições abertas para envio de resumos (https://forms.gle/nYdwfyN1jQKtyZqn6) e para inscrição como ouvinte com emissão de certificado (https://forms.gle/XUwN4Xr2bZEc9pb89). O congresso será online, gratuito e ocorrerá de 5 à 9 de outubro de 2020. A realização do congresso é parte do projeto Hermenêutica da Pandemia, em parceria com o projeto "Mulheres Eleitas", o projeto "Mulherações", o "Por dentro da África" e a "Escola as Pensadoras". O objetivo do congresso é ouvir as vozes das pesquisadoras, estudantes e professoras de graduação e pós-graduação que trabalham e estudam outras pensadoras também mulheres. Ele é aberto para todas e visa permitir que conheçamos nossas colegas e os trabalhos por elas desenvolvidos, ouvindo, compreendendo e pensando autoras e pensadoras das mais diferentes áreas do conhecimento, trocando e aprofundando nossos saberes e especialidades em tempos de pandemia. Segue abaixo a programação de palestras, que abordarão temas como: feminismo indígena, decolonial, negro, educação quilombola, esquerda e feminismo, entre outros, que serão realizadas por professoras das mais diferentes instituições e áreas do conhecimento, como Filosofia, Sociologia, Relações Internacionais, Ciência Política, etc. Para mais informações acesse nosso site: https://hermeneuticapandem.wixsite.com/hermeneutica Nossas redes: https://www.facebook.com/hermeneutica.pandemia https://www.instagram.com/hermeneutica_da_pandemia Ou por email: hermeneuticapandemia@gmail.com

  • Mulheres que leem mulheres: Ana Luiza Gussen lê Judith Butler

    Dando continuidade ao projeto "Mulheres que leem Mulheres", uma parceria da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas com o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora(Lafita/UFRJ) , publicamos hoje nosso terceiro vídeo no canal do Youtube da Rede. A cada 15 dias, sempre aos sábados, pesquisadoras brasileiras apresentarão filósofas com o objetivo de ampliar a visibilidade do trabalho de mulheres na filosofia. No terceiro video da série, a pesquisadora Ana Luiza Gussen (UFRJ) apresenta a filósofa Judith Butler. Disponível em: https://www.youtube.com/channel/UCJW1f-7pafYDHJSBRpJZI0g

  • Uma crítica à teoria da culpabilidade: o problema da liberdade em Nietzsche e na neurociência

    ALIANNA CAROLINE SOUSA CARDOSO (UFPEL) aliannacardosovancan@gmail.com http://lattes.cnpq.br/2060226570279677 Tese de Doutorado (orientador Clademir Luis Araldi) Data prevista para a defesa: 01/03/2021 Fonte da imagem: https://images.app.goo.gl/qKyDiFiUpLqKXevA8 O livre-arbítrio é o eixo central deste trabalho. Sustentada pela crença no livre-arbítrio toda a teoria do crime encontra-se vinculada a uma ideia de que os indivíduos são livres para executarem ações criminosas se por elas optarem, por isso, devem ser responsabilizados por suas ações. Noutro norte, o avanço da neurociência resultou no questionamento acerca da existência ou não de livre-arbítrio, à medida que demonstraria que o ser humano não agiria livremente quando toma suas decisões. Filosoficamente essa afirmação é sustentada por Nietzsche desde o Século XIX. A hipótese sustentada neste trabalho pressupõe, pois, ser possível conceber em Nietzsche problemas filosóficos importantes acerca do conceito de livre-arbítrio que tem consequências para o direito penal brasileiro, pois o último se baseia na punibilidade, vinculada a bases fundacionais de uma moralidade cristã, arraigada numa perspectiva contratual utilitária, cuja concepção tem égide no modo como concebemos a ideia de livre-arbítrio desde Santo Agostinho. O principal foco de discussão é a existência ou não de liberdade, a influência ou não de circunstâncias biológicas que possam condicionar o comportamento humano e de que modo é possível pensar o indivíduo e o problema da liberdade a partir de perspectivas fisio(psico)lógicas. Este estudo pressupõe uma análise crítica à ideia de liberdade da vontade recorrendo à filosofia Nietzschiana, que parece encontrar evidência corroborativa em recentes descobertas da neurociência cognitiva que propugnam a existência de um neurodeterminismo. Trata-se de uma pesquisa transdisciplinar que utiliza o método genealógico Nietzschiano e argumentos científicos oriundos da neurociência para rechaçar a afirmação utilizada pela teoria da culpabilidade de uma indiscutibilidade da liberdade da vontade. Destarte, propõe-se utilizando a filosofia de Nietzsche, outro norte, a partir da concepção de uma fisiologia biológica. A nós, de toda sorte, não resta dúvida quanto aos avanços científicos relativos à biologia humana e o reconhecimento da existência de um inconsciente ativo e a consequente necessidade de adequação do Direito, em especial o Penal, a tais discussões, especialmente em decorrência do fato deste tratar-se de uma ciência cujo objeto é, em ampla medida, o comportamento humano. E por assim ser, deve, a nosso ver, observar de modo transdisciplinar os novos usos e entendimento da psicologia, da neurociência e porque não dizer, do Neurodireito. Ainda, por tratar-se de um assunto sensível sem grandes delimitações objetivas e pacíficas, resta ao Direito a observância da vulnerabilidade da culpabilidade como modelo de avaliação do comportamento humano para a consequente reprimenda, especialmente por sua frágil demonstrabilidade e sua evidente subjetividade. O que se mostra mais significativo, porém, é o fato de se pretender a reformulação de todo o sistema de imputação de responsabilidade penal, mesmo porquê a perspectiva finalista ou funcionalista da culpabilidade não é puramente ontológica. Ainda que se baseie numa perspectiva normativista, faz uso do paradigma da culpabilidade para a adoção da responsabilização. Nietzsche é, portanto, aquele que nos auxilia a desvencilhar-nos do Direito nos moldes kantianos, amparando-nos com sua filosofia do corpo. Para o campo do Direito Penal o assunto é de inigualável importância, vez que a teoria do crime propriamente dita faz uso da subjetividade exposta no caráter da culpabilidade como modo de aferição da intencionalidade (dolo ou culpa) do agente, ignorando fatores elementares tão debatidos por Nietzsche como as paixões e os instintos por fundar-se numa racionalidade teórica defendida por Kant. Nesse sentido a tese propõe uma crítica ao livre-arbítrio adotado pelo Direito Penal a partir da filosofia Nietzschiana e da neurociência. .............................................................................................................................................................. A coluna Em Curso divulga as pesquisas de pós-graduandas na filosofia para contribuir para a visibilidade das pesquisas de filósofas no Brasil. Quer publicar a sua pesquisa? Basta preencher o formulário. #redebrasileirademulheresfilosofas #filosofasOrg #emcursofilósofas #filósofasbrasil #mulheresnapesquisaemcurso #Nietzsche #neurodireito #livre-arbítrio #autoras As informações sobre a pesquisa e a imagem divulgadas são de responsabilidade da autora da pesquisa.

  • Verbete Anne Conway, por Nasstasja Pugliese

    “Uma revisão da metafísica produzida no XVII que ignore a contribuição de Anne Conway é uma revisão certamente incompleta”. Se você ainda pensa que as mulheres estiveram ausentes dos debates sobre metafisica no começo da modernidade ou que os sistemas metafísicos originais foram propostos apenas por homens, está mais do que na hora de ler o verbete sobre Anne Conway (1631- 1679) que Nastassja Pugliesi escreveu especialmente para o Blog Mulheres na Filosofia. Filósofa extraordinária, mas ainda pouco conhecida e estudada no Brasil, a inglesa Conway foi educada em casa e mesmo tendo sido impedida de ingressar em Cambridge (como era a regra até outro dia para as mulheres!) ela desenvolveu um sistema metafísico original em diálogo crítico com Descartes, Hobbes, Espinosa e com elementos do Platonismo Renascentista. Como é próprio do começo da modernidade, o Principia (sua obra mais conhecida), traz uma filosofia que é um amálgama de temas antigos e modernos, com aspectos religiosos e científicos, cujos traços mais marcantes são cuidadosamente analisados por Pugliesi no verbete. Leia aqui. Nastassja Pugliesi é professora adjunta da Faculdade de Educação e membro do PPGLM do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma das idealizadoras do Blog Mulheres na Filosofia, além de incansável na luta pela revisão do cânone filosófico.

  • Confiram as conferências da IV Jornada do GEMF

    A IV Jornada do GEMF terá um formato especial, em virtude da Pandemia causada pelo Covid-19, e será realizada em modalidade inteiramente remota, no dia 17 de setembro de 2020, das 09h às 18h, através da conta de Zoom da Sociedad Argentina de Análisis FIlosófico (SADAF) e com transmissão pelo Youtube. Sabendo da importância regional da Argentina na luta pela representação de gênero na filosofia acadêmica, é com enorme prazer que oferecemos duas conferências ministradas por filósofas argentinas, integrantes do corpo docente da Universidade de Buenos Aires e pesquisadoras do Instituto de Investigaciones filosóficas (IIF/SADAF/CONICET), Dra. Danila Tomé e Dra. Eleonora Orlando. Agradecemos à SADAF por hospedar-nos em sua conta oficial de Zoom e à Representação da Unesco no Brasil que está apoiando nosso evento, tendo-se em vistas seu serviço em prol da diminuição da desigualdade entre gêneros na academia latino-americana. Organização: Eduarda Calado (IIF/SADAF/CONICET) e Sofia Checchi (UBA) Comissão de apoio: Victoria Ferrero (UBA) y Dana Luna (UBA)

  • Ordem na casa: trabalho em casa, trabalho de casa e outras comorbidades

    Querid@s, Queria abrir o convite para o evento "Ordem na casa: trabalho em casa, trabalho de casa e outras comorbidades", no dia 30 de setembro às 18h (horário de Brasília). O evento é mais uma iniciativa do projeto "A hermenêutica da pandemia - compreendendo e transformando em tempos de exceção", coordenado pela Professora Luana Goulart (UFMT), em colaboração com o "Mulheres Eleitas" (LAPPCOM - UFRJ/UFRRJ). A proposta é abordar o impacto da pandemia sobre o trabalho doméstico, seja ele realizado por nós, mulheres, em nossa casa ou o trabalho assalariado que realizamos em outros lares. O evento é gratuito e contará com a participação de professoras de diferentes universidades e centros de pesquisa do Brasil. Este é um momento urgente e oportuno para pensar e tentar entender em conjunto o que estamos vivendo com o aumento e a sobrecarga de trabalho realizado onde passamos a maior parte do tempo nessa época de pandemia: dentro de casa. Falaremos sobre a divisão de tarefas domésticas, dupla jornada de trabalho (assalariado e não assalariado), trabalho e educação familiar, etc. Durante o evento, teremos a oportunidade de conversar e ouvir diferentes profissionais que podem nos ajudar a compreender e pensar em estratégias para adequar nossa lida com as transformações conceituais e práticas concernentes ao trabalho realizado no lar evidenciadas e deflagradas pela pandemia. Transmissão pelo nosso canal do projeto: https://www.youtube.com/channel/UC9ZR-Lh6UFFllyhUfnTDdHA. Para receber certificado com carga horária, basta preencher o formulário disponível no seguinte link: https://forms.gle/534dmfsmFPeSmqQG6 , também disponível no nosso site: bityli.com/sitehermeneutica .

Dúvidas? Escreva para filosofas.brasil@gmail.com

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